quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Prezados leitores!!!!

Como quase todos usam o facebook para se comunicar, dizer "o que está pensando", postar fotos de comidas ou falar bobagens, resolvi escrever sobre os deslizes cometidos na rede.



Gente que escreve errado me deixa com vergonha e raiva...
Eu não sou nenhuma expert em português, reconheço que nossa língua é muito difícil e cheia de regras bem significativas mas, pelo menos, sou cuidadosa quando não sei ao certo como grafar uma palavra. Quase sempre uso uma palavra substituta, se avalio que vou errar, para evitar fazer feio...
Uma coisa que me chama atenção no momento é a quantidade de absurdos escritos nas redes sociais, como as pessoas são descuidadas em postar erros gramaticais grosseiros.
Confesso que fico com vergonha das coisas que leio, fico imaginando se a pessoa não pensou que milhares de pessoas estarão vendo aquela aberração da nossa língua e que vou no mínimo saber que está doendo quando a gente ler, e vão passar por descuidada, no mínimo.
É um tal de “menas”, “seje”, estou “meia” triste, “orrível”, “agente se ama”, “cimbora” e outras milhares de pérolas, fico deverás envergonhada quando leio pois sei que isso é o reflexo de pouca leitura e de preguiça de pesquisar, nem que “seje” no “tio Google” como se escreve.
Lembro sempre de uma piada que uma pessoa ia escrever uma carta falando que tinha ido num circo e que tinha visto dois anões fazendo palhaçadas e lembrou que não sabia como se grafava o plural da palavra anão e para não passar vergonha escreveu: vi um anão e outro anão. Muito válida a atitude!!!
Quase sempre, depois de adicionar algumas pessoa no face, começo a ver as postagens delas e, confesso que dá uma dor no coração de tanto erro e fico com vergonha das coisas que leio, sem querer já fiquei com uma preocupação pela repercussão desses deslizes ortográficos.
Sou uma católica meio fuleira, que vai à igreja no natal, dia das mães, essas datas comemorativas e sei que deveria melhorar isso na minha vida mas, enfim... Essa mania de prestar atenção na fala das pessoas é tão forte que ia numa missa que o padre cometia muito deslizes na língua portuguesa e terminava que eu prestava mais atenção nos erros dele do que na homilia que ele fazia, aí ficava difícil de me concentrar!!!
Sei que sou humana passível de errar muito, claro mas, quando o assunto é escrita, ainda vou ser muito criteriosa para evitar deslizes, acho uma deselegância que dói aos olhos e sou rígida comigo mesma, não nego!!      
Flávia Guerra (13/09/13)

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Bom dias diletos leitores!!!!

Ando meio sem inspiração para escrever mas, hoje eu tive uma e, claro, já virou texto!!! Agora eu pergunto: quem nos dias atuais acorda sem o despertador? Ainda não evolui o suficiente... Parabéns aos que conseguem! Bom restinho de semana para todos.


 

Descobri que estou dependente da função soneca, que horror!!!

Acordar espontaneamente, sem a necessidade do despertador é uma coisa que eu só faço, algumas vezes, nos fins de semana. E agora, com a ciclofaixa, até nos domingos ando colocando o despertador para não perde a hora e poder aproveitar bem a manhã, virei escrava mesmo!!!

Na verdade, nunca fui adepta de acordar super tarde, fico com a sensação de que perdi parte do dia e isso é péssimo, não gosto de perder meu precioso tempo só dormindo, apesar de algumas vezes precisar, né?

O problema é que não consigo dormir muito cedo, às vezes, eu durmo antes da meia noite e, quase sempre acordo super cedo: ou para trabalhar ou para malhar, não abro mão de aproveitar minha manhã.

Consigo acordar sozinha sem a musiquinha do despertador, só se eu tiver um compromisso que me deixa muito na expectativa, isso acontece algumas vezes porém, o mais comum é acordar ao som de meu amigo despertador.

Hoje, acordei com o som do despertador e fiz a besteira de não marcar a função soneca e só consegui levantar 50 minutos depois, para meu desespero... Com este fato, acabo de descobrir que estou dependente do danado do soneca, sem ela perco totalmente a noção do tempo e caio no sono com força, é uma coisa!!!

Como quase perdi minha aula de funcional por causa da preguiça, descobri que preciso voltar a fazer a minha luta de despertar e meter soneca, duas, três, quatro, quantas vezes forem necessárias para não perder meus compromissos e sair de meu quentinho...

Flávia Guerra (12/09/13)

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Bom dia leitores de meu blog!!!!

Uma novidade levou-me a escrever um texto em tempo recorde! Acredito que quem já é padrinho ou madrinha sabe que é um cargo muito bom de exercer, vou adorar ser dinda!!! Beijocas e uma excelente semana para todos!!



Acho que vou ficar toda boba ao ouvir: dinda!!!
Antigamente, nós não tínhamos o direito de escolher os nossos próprios padrinhos e os nossos pais é que escolhiam as pessoas que nos tomariam como seus afilhados, mesmo que não houvesse tanta afinidade.
Não tenho muita proximidade com meu padrinho e vejo-o muito esporadicamente, assim como falo... Também não tenho muita aproximação com minha madrinha mas, quando nos encontramos é sempre muito bom, ela me trata com um carinho que gosto muito de receber.
Hoje, as crianças também não escolhem seus padrinhos mas, acredito que os pais são mais cuidadosos na escolha dessas pessoas que querendo ou não, tem uma representação na vida dessas criaturas.
Quando o assunto é ter afilhados, meu cunhado é a pessoa que me lembra de imediato essa função de padrinho. Ele já foi convidado para ser padrinho de tantas crianças, que acho que ele nem mesmo sabe quantos afilhados têm mas, são muitos, isso eu tenho certeza.
Sinto-me madrinha de algumas crianças, pelo carinho que tenho por elas e elas por mim mas, todas de forma fictícia, de coração, nunca fui oficialmente convidada por ninguém para ser madrinha de nenhuma criança até hoje, quer dizer até ontem.
Eu já recebi muitos convites, desde os mais interessantes aos mais inusitados e embaraçosos, alguns indecentes, alguns poucos românticos e muitos repetitivos e sem futuro...
Os únicos convites que nunca tinha recebido são: o de ser daminha de honra, que não cabe mais a essa altura dos campeonatos e o de ser madrinha de nenhuma criança, este já nem esperava mais ser até hoje.
Não sou madrinha de nenhum sobrinho mas, sou querida por todos eles de uma forma muito gostosa. Hoje, repentinamente, recebi de meu irmão o convite de ser a madrinha do mais novo membro da minha família e, eu aceitei de imediato, claro!!!
Agora fico aqui pensando, se eu já fico toda boba quando meus sobrinhos e sobrinhas me chamam de tia Flávia, imagina quando Gabriel aprender a falar e eu ensiná-lo a me chamar de Dinda?? Com certeza, eu vou chorar de boba, sei disso!!!

Flávia Guerra (30/08/13)      

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Bom dia meus diletos leitores!!!

Só para não ficar tanto tempo sem interagir, segue um textinho bem curtinho sobre algo que gosto de fazer: ouvir o som de minha campanhia. Engraçado que só depois que postei meu novo texto foi que me dei conta que hoje, faço 17 meses de casa nova e, isso tem tudo a ver com a questão da campanhia! Doidices a parte, desejo um excelente início de fim de semana para todos!!!



Ando curtindo ouvir o dim dom na minha casa...
Eu nunca gostei muito do barulho de campanhia enquanto eu morava em casa, pois, numa grande parte dos toques são de pessoas pedindo ou vendendo algo, que na maioria das vezes não queremos comprar...
Além desses situações acima citadas, ainda tem aquela que é impossível de conter que é o toque de moleques que fazem e correm só para perturbar a ordem e se achar o máximo perante os colegas, que eu nunca fiz mas, confesso que me senti tentada algumas vezes...
Lembro que foi engraçado comprar a campahia aqui para meu apartamento, fiquei testando várias na loja com meu sobrinho, que me acompanhou nas compras para tudo daqui, era meu escudeiro fiel e o grande pitaqueiro!
Acho que o fato de ter poucas visitas, fez a pobre da minha campanhia colar e não querer tocar mais. Porém meu pai esteve aqui e mudou por uma nova e ela voltou a funcionar de forma alternativa, ora ficava calada, ora só fazia o dim e horas depois o dom, ora fazia o dim e o dom normalmente.
Depois, ela voltou a funcionar de forma contínua e agora, faz o verdadeiro som que anuncia a chegada de uma visita e isso me deixa tão feliz, fico parecendo criança quando ouço a seu som!!!
Engraçado é que uma amiga que veio jantar comigo essa semana perguntou por que eu não abria logo a porta, já que eu sabia que a pessoa já estava subindo, pois o porteiro interfona antes e eu respondi: é para eu poder ouvir o dim dom de minha campanhia, claro!!!
Enquanto na casa de meus pais eu ficava estressada com aquela companhia tocando e eu tinha de sair correndo lá do quintal para saber quem era e muitas vezes era alguém bem desinteressante, aqui em casa, eu vibro cada vez eu ela toca pois, é sinal que uma nova visita chegou no meu cafofinho!!!

Flávia Guerra (28/08/13)

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Bom dia leitores queridos!!!

Ainda estou devagar nas minhas escritas mas, não abandono o vício... segue nova aventura em forma de texto. Um excelente finzinho de semana!!! A foto é o registro oficial de minha chegada ao Marco Zero no Recife Antigo.



 A empolgação foi maior que a razão...
Andar de bicicleta é uma das tarefas que gosto muito de fazer, só tenho medo de andar nesse trânsito louco de Recife, acho que é muito arriscado, aí quase nunca utilizo esse meio de transporte...
Desde que o Recife ganhou uma ciclofaixa que liga o Parque da Jaqueira até o Recife Antigo e Boa Viagem ao Recife Antigo, eu fiquei de olho mas, ainda não conseguir fazer nenhum dos dois trechos, porém ainda está nos meus planos fazê-los, claro!!!
Já tinha me aventurado a andar na ciclovia em Boa Viagem mas, foi numa bicicleta alugada e só por uma horinha de relógio, afinal, era minha primeira aventura sobre duas rodas na atualidade...
Depois que as minhas irmãs, irmão, cunhados e sobrinhos compraram bicicletas para andar todas “produzidas” pra fazer uso nos fins de semana, eu me empolguei e comprei a minha e meu capacete logo junto.
Ainda falta eu comprar o descanso e o porta squize mas, esses são o mínimo diante da bicicleta propriamente dita... Quero ainda colocar outros acessórios para “me sentir” a ciclista do momento, claro!!!!
No primeiro domingo de ciclofaixa, eu não pude ir pois, estava passeando em Garanhuns e só fiquei ouvindo as conversas de meu povo que foi da Lagoa até o Sport Clube, na Ilha do Retiro.
Até agora não sei qual a quilometragem do percurso todo mas, sei que  é longo. No domingo seguinte, fomos todos para fazer o percurso inteiro, e eu, toda empolgada nem pensei em fazer só até a metade, como fez meu cunhado e meu sobrinho.
Chegamos ao Recife Antigo, fizemos fotos, bebemos água, lanchamos e voltamos depois de uma merecida parada de meia hora. Quando cheguei em casa que os músculos esfriaram, fiquei toda quebrada...
A segunda feira foi de muita dor, fiquei com o joelho esquerdo inchado e dolorido e tive uma dor na lombar bem chatinha que não me deixava nem ficar em pé de forma correta, foi triste!!!
Tomei um relaxante muscular, coloquei spray na região em questão mas, foi um dia bem difícil... E para completar, a noite tive uma reação alérgica ao medicação, não sei bem o que foi, fechou o dia de doenças!!!
Com esse relato, concluo que a empolgação foi maior que a razão e que eu deveria ter ido até metade do percurso e já estava de bom tamanho mas, não quis e paguei as consequências...
Claro que continuarei minha vida de ciclista mas, terei mais cautela no percurso, irei fazendo o trecho aos poucos e, quando me sentir preparada, volto ao ponto final no Marco Zero.
Flávia Guerra (21/08/13)


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Prezados leitores!!!

Enfim, novo texto na área!!! Para refletirmos sobre a nossa capacidade de dizer não, palavrinha mágica que as crianças aprendem a dizer tão cedo e nós, adultos, temos tanta dificuldade em proferir...





Tem coisas que demoramos a aprender...

Engraçado como algumas coisas aprendemos com tanta facilidade, fazemos sem sentir culpa ou ressentimentos e tem outras que são difíceis de assimilarmos com tranquilidade, que só Jesus na causa...
Eu sempre fui muito direta no que quer dizer mas, depois que começamos a trabalhar vem as questões de ser mais polida, o velho “feche uma porta mas, deixe uma janela aberta”, seja “político” e coisas do gênero são ditas o tempo todo, com isso eu já me acostumei...
Já vivi alguns períodos de trabalhar em 3 lugares ao mesmo tempo mas, é  muito puxado, a qualidade de vida vai lá para baixo e prometi para mim mesma que nunca mais faria isso.
O pior é que vira e mexe, recebo um novo convite para fazer um novo trabalho e fico sempre em polvorosa com a ideia de rejeitá-lo, sempre faço mil avaliações e cheguei a conclusão que tenho dificuldades de dizer não!!!
Por duas vezes quis dizer não a um trabalho e não consegui, e aí vem a consequência: aumento significativo de meu estresse e muitas contrariedades, já sei que vou sofrer e, ainda assim,  faço isso...
Agora, ando trabalhando melhor isso e já estou obtendo resultados mas, confesso que ainda é penoso dizer não... Semana passada recebi dois novos convites de trabalho, num disse não de cara mas, noutro ainda ruminei uns 3 dias até dizer o não definitivamente. 
Ando aprendendo a dizer não para algumas pessoas, que achava que nunca conseguiria, para alguns parentes que não valem muito a pena, para alguns amigos ainda que muito “cheia de dedos” para poder ser um pouco mais feliz, eu preciso fazer isso!!!
Sei que ainda não digo não para todas as situações que precisam ser negadas mas, isso é uma questão de tempo e maturidade, ainda sofro um pouco com isso... Porém, se o assunto for receber proposta de cartão de crédito digo não redondo e de imediato,
O engraçado é ouvir da atendente: não vai nem querer ouvir a proposta senhora? Por que a senhora não quer nosso cartão? Eu respondo: por que não, pode ser? Ninguém merece essas empresas enchendo nossos ouvidos!!!

Flávia Guerra (14/08/13)   



quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Bom dia diletos leitores!!!

Estive meio atrapalhada com a voltas às atividades laborais mas, enfim, cá está meu novo textinho para quem acompanha minha saga de blogueira... Ainda não conseguir terminar muitos outros textos já iniciados mas, não vou deixar de fazê-los, é uma questão de sobrevivência de minha terapia alternativa. Um excelente restinho de semana para todos.






Ser feliz anda cada dia mais fácil para mim...

 

Ando, cada vez mais, tendo a certeza que a felicidade é encontrada em pequenos gestos, e isso tem me feito muito mais feliz, graças a Deus...

Acredito que as pessoas andam tristes, esperando que coisas mirabolantes aconteçam na vida delas para que elas se sintam felizes e, com isso, se frustam muito a cada dia.

Cada vez que consigo realizar uma tarefa, a sensação de bem estar que sinto é tão boa, que parece que ganhei um oscar, é sério, é muito bom a sensação de dever (mesmo que não seja um dever!) cumprido ...

Esse exercício deveria ser adotado por todo mundo, eu recomendo!!! Talvez eu ande viajante demais nas minhas divagações mas, eu vou continuar tentando simplificar a vida dia após dia.

Por exemplo, eu estava doida para parar no rei das coxinhas quando voltei de Arcoverde e não deu por causa de Bruce (o cachorro de minha amiga). Confesso que fiquei um pouco frustrada mas, tudo bem. Aí, na semana seguinte, fui para Gravatá e, consegui parar para comer uma deliciosa cartola de chocolate com uma amiga querida que não via há 1 ano. Nesse momento fiquei muito feliz!

Passar algumas horas com minha família fazendo coisas atípicas, como pescar, dançar na boate, jogar conversa fora num lugar aconchegante me deixam feliz, me faz sentir o sentido verdadeiro da vida.

Ontem, depois de várias tentativas frustradas, consegui levar uma pessoa para fazer uma faxina na minha casa e quando ela terminou tudo, estava radiante por ter conseguido mais uma tarefa cumprida.

Ficar conversando com um amiga que mora bem longe mas, te entende completamente, é uma coisa que anda me fazendo muito bem, assim como conseguir ir na academia algumas vezes por semana e outras tarefas cotidianas que muita gente nem para tentar realizar de forma prazerosa e clamam aos quatro cantos que não estão felizes, será mesmo que não?

 
Flávia Guerra (08/08/13)