quarta-feira, 7 de março de 2012

Tia coruja sim, com muito orgulho

Prezados leitores e leituras de meu blog, estou de volta!!! 

Eu fui cascavilhar minhas escritas e encontrei esse textinho que fala de um assunto que adoro: ser tia!!! Para quem não tem filhos, ser tia é tudo de bom . Convivo de forma intensa com os meus sobrinhos e eles trazem uma alegria para minha vida que não me imagino viver sem eles por perto.


Não basta ser tia, tem que participar...

A satisfação de dar e receber amor de meus sobrinhos é uma das coisas pelas quais eu mais prezo no momento e olhe que trupe ainda pode aumentar e precisarei me dividir para atender a todos!!!

Eu lembro em muitos momentos de minha infância da satisfação que eu tinha ao ver num desses eventos de escola, a presença de meus pais, minhas avós e claro, minhas tias!! Mesmo sendo, alguns deles, um grandessíssimo programa de índio, lá estavam todos prestigiando e minha tia fazendo uma torcida diferenciada pois, as palmas dela sempre foram bem exageradas!!!

Hoje, os festejos não diferem muito dos de meu tempo de pirralha mas, a diferença é que nem sempre, por conta de meu volume de trabalho, posso comparecer, como minha tia fazia, em todas as festas de meus amores...

Aqueles cenários, com muitas músicas que não escutamos em qualquer rádio, só tem nos CDs das escolas, as coreografias, o choro de crianças que não querem vestir a fantasia (incluindo meu sobrinho no time!!!), o calor da quadra sem climatização nenhuma, o aglomerado de mães, pais, vós e tias corujas (me incluindo nesse time!!!) se debatendo para conseguir a melhor foto de seus entes queridos, tudo muito familiar e barulhento mas, importante nas nossas vidas!!!

Sempre reclamo, digo que não quero ir, mas no fim das contas, o sorriso estampado nos rostos desses pequenos quando nos vêem participando daquele momento, não tem preço e espero ir a todos os eventos que puder e curtir e me emocionar como aconteceu hoje ao entrar naquela quadra...


Flávia Guerra (22/05/10)




domingo, 19 de fevereiro de 2012

Por que fazer as pessoas pensarem, se posso aliená-las???


Prezados leitores!!!

Não sei o que se passa na cabeça de cada um de vocês, por isso alerto que o que escrevo diz respeito única e exclusivamente ao que se passa na minha cabecinha, que fique bem claro!!! Como andava incomodada com o efeito do BBB na massa, escrevi um textinho sobre o tema e cá vim postá-lo. Não condeno quem gosta desse tipo de programa mas, eu realmente não consigo encontrar sentido no mesmo até hoje... Na verdade, ele tem sentido: emburrecer as pessoas mas, custo a creditar nisso!


 
Na falta do que fazer, TUDO literalmente é válido...

Eu não assisti a nenhuma das edições do BBB pois, acho um programa sem propósito algum, perdi inclusive a admiração pelo trabalho do Pedro Bial, que acreditava que era um grande profissional mas, hoje duvido muito do seu trabalho jornalístico, é só o apresentador de um programa sem futuro mas, que rende muito dinheiro e, infelizmente, tem audiência.
É missão impossível não saber das notícias desse tal programa pois, sempre que abrimos as páginas da net, temos chamadas do que está acontecendo na casa mais vigiada do Brasil (segundo Bial, claro!!) e, sem querer, fiquei sabendo de uma novo caso amoroso ou só pegação na casa.
Surgir casais nesse tipo de programa, não é uma exceção e sim uma regra, combinemos!! O engraçado é que todos tratam como se fosse uma coisa bem inesperada depois de dias confinados sem fazer nada de útil, ter gente dando uns pegas, qual é o problema? Acredito que a vida sexual é problema único e exclusivo de cada um, é realmente uma coisa que você deve ter muito secreta, não precisa ser noticiada, exceto se tiveres vocação para ser uma Bruna surfistinha ou coisa do gênero!!
Acho engraçado é que aquelas pessoas que ali estão não são comprometidas, não se importam em ter sua vida sexual ser espiada a comentada pelo país inteiro e querem diminuir a monotonia da falta do que fazer, ainda despertem surpresa por terem partido para o finalmente fazer sexo!
Gente reclamando que tem tempo ocioso é coisa rara, pois, eu como convivo com pessoas que sempre trabalham o dia inteiro ou tem dois empregos ou fazem pesquisa ou estão envolvidos com tarefas domésticas, isso é coisa para os “heróis” de Bial que ganham um prêmio completamente fora de contexto, quando comparado ao salário mínimo que faz a sobrevivência de grande parte da população por ganhar uma competição bizarra que não mede absolutamente nada.
No meu tempo livre, normalmente vou à praia caminhar, dou uma visitada aos amigos, vou num cineminha básico, num teatro, comer uma comidinha diferente, mas, se eu tivesse um encontro amoroso bem agradável, confesso que trocaria os programas anteriores citados na boa, não vou mentir.
Afinal, no tempo ocioso, quem decide o que fazer é a nossa consciência e nossa disposição, o que fazemos é de nossa responsabilidade. Reconheço que já fiz coisas das quais me arrependi mas, quem nunca fez??
Só acho que é um pouco demais ficar dando detalhes de cada “movimento pélvico”, digamos assim, dado na casa para o Brasil e querer fazer que as pessoas se envolvam com um questionamento que não faz parte do dia a dia deles, ninguém tem nada com isso.
Devemos nos preocupar com o que acontece embaixo do nosso edredom, (principalmente se não acontece nada!!) e não no edredom de pessoas que não fazem parte de nosso círculo de amizade, que não agregam nada nas nossas vidas e usar mais racionalidade na hora de escolher o que vamos fazer no nosso tempo livre: assistir um BBB ou passear com nossa família ou amigos ou, de repente, ir para debaixo de um edredom e usar de criatividade?

Flávia Guerra (17/02/12)


 

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Quem não gosta de usar uma coisa "amaciada"???

Prezados leitores,

Já estava sentindo falta de concluir um novo texto e vim fazê-lo para, logo em seguida, postar para vocês!!! Voltando às minhas escritas sobre dança e falo hoje de um problema que muitos devem passar: combinar num sapato conforto e beleza. As mulheres devem se identificar bem com isso... Bom fim de semana para todos e que em breve eu esteja escrevendo sobre minha compra de sapato novo para "acabar" nas minhas saídas dançantes!!!




A sandália "amaciada" precisa ser reposta!!!


Eu tenho sérios problemas na compra de sandálias, pois entre conforto e beleza, sempre opto por conforto e, algumas vezes, quando optei por beleza, terminei dando a sandália de presente depois de poucas vezes de uso. Quem gosta disso é quem calça igual a mim, como minhas irmãs!!

Fazia tempo que não encontrava uma sandália que agregasse beleza e conforto e, quando isso aconteceu, claro que ela virou farda nos meus pés, tanto que com pouco mais de 1 ano depois de sua compra, estou louca por outra, ela já está pedindo penico!!!

Ela era tão bonitinha mas, depois de muito uso e muitas lavagens, a cor está indo embora e a beleza já está indo pelo ralo... Que pena que o que é bom dura pouco, diz o ditado!

Na verdade, ela está tão amaciada no meu pé, que no último uso dela, eu dancei forró, maracatu, ciranda, samba e até frevo com uma naturalidade que parecia que eu estava de tênis, nem dava para acreditar que ela tinha salto, apesar de pequeno, admito!!

Outro dia alguém perguntou se ela não era desconfortável e falei que só umas duas vezes, depois de ter dançando por três seguidas ela me fez um calo mas, reconheço que o tempo foi um pouco longo...

A saga por uma sandália confortável e bonita vem me acompanhando faz tempo e acredito que está longe de acabar mas, enquanto isso, vou fazendo um artifício básico: só usa a sandália velhinha com calça comprida, já que disfarça o estado lastimável dela!!!



Flávia Guerra (06/02/12)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Quem nunca bocejou ao ver alguém bocejar???

Prezados leitores,

Andei vasculhando meu arquivo de textinhos e vim postar um novo, já que estamos num novo mês!!! Esse tema é interessante, tenho certeza que muitos vão se identificar, é batata!!! Bom restinho de semana para todos e um ótimo fim de semana!



Tem coisas que são contagiantes, não há como não repetir!!


Tem gestos que são contagiantes, que não há como negar, que fazemos o mesmo sempre que vemos alguém bocejando, rindo, chorando, se coçando ou fazendo careta, entre outras situações.

Ter crises de riso, sempre que ouvimos uma piada muito bem elaborada ou quando vemos alguém rindo de forma tão gostosa que menos sem saber o que é, entramos no clima e começamos a rir também é relativamente comum, pelo menos com pessoas próximas, como os meus familiares.

Ser contagiado pelo choro já é um pouco menos comum já que nem todos são tão emotivos e a maioria se sente mais contagiada a rir das pegadinhas sem futuro do que chorar diante de uma coisa trágica.

Confesso que não me emociono com tudo mas, é relativamente fácil me fazer chorar quando vejo um filme que o final não é tão feliz, toca ao fundo um música bem melancólica e se eu estiver fragilizada então, é batata chorar junto aos atores e os outros emotivos do entorno, é cara inchada e muito lencinhos na certa!!

Eu sempre que durmo mal, passo o resto do dia seguinte bocejando e minhas colegas de trabalho ficam reclamando pois termino contagiando todo mundo com esse ato mecânico, é quase certo, para não dizer unânime!

Sempre que alguém nos conta uma coisa que faz menção à dor, quase sempre fazemos uma careta querendo fazer idéia de como foi a dor ou querendo ser solidários à pessoa que está nos contando o fato que ela passou, duvido que ninguém nunca tenha feito isso!!!

Esses atos são reflexos, muitas vezes fazemo-os sem pensar e o engraçado que só notamos isso quando alguém nos chama a atenção para o que acabamos de fazer, não é verdade???

Espero continuar sendo contagiada por bocejos, choros, coceiras, caretas e, principalmente, por sorrisos ao longo de minha vida, pois isso, e outras coisas que fazem parte de nosso cotidiano devem ser preservadas, apesar de não pararmos muito para analisá-las como eu estou fazendo no momento.

 

Flávia Guerra (18/12/11)  

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Relembrar é viver, por isso exercito esse hábito...

Queridos leitores!!!

Escrevi um texto faz um tempinho mas, só agora consegui finalizá-lo. Apesar de falar sobre algumas coisas específicas como o bar que frequentei aqui em Recife na minha adsolescência e muitos não conhecerem, o que vale é a ideia de recordar. Sempre fui de lembrar de muitas coisas, a ponto de fechar os olhos e me imaginar naquela situação novamente, quase uma loucura... Mas, dizem que que médico e de louco todo mundo tem um pouco, a minha porção de médica é louca!!!!


Coisas que jamais esquecerei, pois minha memória é bem elástica...

Quando eu era pequena, muitas coisas marcaram minha infância, incluindo besteiras e outras bastante significativas... Lembro de fatos que ninguém da família lembra mais e quando comento, muita gente acha que é mentira que ainda lembro de um fato tão específico, mas juro que lembro e em detalhes!!!

Além de fatos, ainda desenvolvi a capacidade de lembrar das roupas que estava usando em determinadas ocasiões que nem eu mesma acredito!! Nunca esqueci do vestido jeans que usei no casamento de uma amiga de papai que trouxe de minha viagem de 15 anos ao Rio, da roupa de vesti no meu primeiro dia de aula na faculdade, da roupa que eu usava quando conhecei a namorar com meu primeiro namorado, de cada roupa engraçada que usei e tempos depois quando via a foto não acreditava que tinha usado!!!

Uma dessas coisas inesquecíveis para mim é que eu adorava o quentinho da cama e sentia dificuldade de sair dela para ir para a escola mas, não sabia que o calor vinha de meu corpo, bobinha!!! Para criar o clima quentinho eu deixei por várias vezes uma boneca de pano que tinha durante o dia para quando eu fosse deitar encontrar o calorzinho que eu tanto gostava. Qual era minha frustração, quando eu deitava e a cama estava fria, que inocência boa era aquela que eu tinha!!!

 Lembro de uma briga entre meu irmão e um coleguinha que eu me senti na obrigação de defender meu irmão e não me contive em ver aquela briga só de expectadora e meti uma raquetada nas costas do menino, coitado!!!

Minhas idas ao aeroporto com meus irmãos para ir receber meu tio que sempre vinha do Rio nos visitar e ficávamos enlouquecidos vendo as carpas, comendo pipocas e jogando pão para os peixinhos no antigo Aeroporto dos Guararapes que em nada lembra a estrutura atual...

Meus natais ouvindo Roberto Carlos e urubuzando de cima do pé de carambola minha vó matar o peru de natal e vê-lo correndo com o pescoço pendurado, a espera por presentes de tias e madrinha, o cheiro de natal vindo das árvores que sinto até hoje, natal tem muitas lembranças...

Além disso, tem as lembranças de minhas saídas nas sextas para dançar forró depois da universidade, no extinto bar do Abacaxi, minhas dormidas na casa das amigas, as calouradas, enfim, tudo que fez parte de minha infância e adolescência e nunca vou esquecer...     



Flávia Guerra (21/11/12) 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Viajar sempre nos revigora...

Prezados amigos de blog!!!

Estive fora por alguns dias por motivo de viagem e agora vim retomar minha atividades de escrita com um textinho sobre viagens, claro!!!  Uma boa semana para todos!



O prazer de viajar e o de voltar para casa se confundem...

Eu amo viajar, principalmente quando é para lugares que ainda não conheço, o desconhecido me excita, fico planejando mentalmente tudo que vou fazer naquele período, é uma delícia...
Adoro a sensação de chegar numa paisagem desconhecida, tudo ser novidade e se a língua for outra, aí a sensação é ainda mais diferente, coisa que eu ainda não tinha experimentado, até sair do Brasil pela primeira vez, apesar de ser para aqui pertinho, mas, saí!!!
A expectativa de passar alguns dias fora de sua rotina, sua cama, no meu caso agora, longe de meu celular, foi uma novidade rara e é aí quando vemos que sobrevivemos se ficarmos sem tanta tecnologia, o mundo não se acabou por isso, eu sobrevivi!!!
Nos primeiros dias ficamos na preocupação do que faremos no dia seguinte e assim por diante até o penúltimo dia pois aí bate um banzo e começamos a sentir saudades de tudo, que coisa engraçada...
Eu adorei ter conhecido a Argentina, viver dias diferentes, andar muito a pé, de ônibus, de metrô, de trem, de táxi, de catamarã e de avião é sempre bom, pois estamos nos deslocando para nos divertir e não ir trabalhar, o que faz toda a diferença...
Confesso que a mesma alegria que senti ao embarcar em Buenos Aires foi sentida quando embarquei no aeroporto dos Guararapes pois, é sempre muito gostoso voltar para casa e ter na bagagem muitas histórias para contar e fotos para reviver cada passeio...  

Flávia Guerra (17/01/12)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Falando um pouco sobre os nomes...

Bom dia à todos!!!

Segue textinho novo falando de nomes. Eu, particularmente, tenho uma relação tranquila com o meu, mas tem gente que sofre um pouco e, por isso, escrevi sobre o tema. Beijos.



O que falam quando você diz seu nome?

Acabei de ver a foto de minha amiga Tâmara e fiquei cá a pensar: o que dizer de nomes que são também nomes de frutas, rosas, ou nomes de produtos que lembrem seus nomes e que sirvam de motivos de piléria?
Nesse semestre deu aula numa turma que tinha uma aluna chamada Dalvanira e na hora que li o nome dela, lógico que me veio em mente a música do comercial: “Dalvanira é ela, tire sua roupa da janela...”, lembram dele?? Todos na turma fizeram questão de cantalorar o jingle ao chamá-la no dia da prova, pois aluno não perdoa ninguém... E até eu já foi vítima dessas músicas, no tempo de Fausto Falcet com a sua “Kátia Flávia”, alguém ainda lembra disso?? Eu nunca esqueci, apesar de fazer muito tempo...
Conheço uma Romênia, que não um lugar, uma Márcia que não é tintura de cabelo, uma Mila que não é margarina, uma Jane que não é macaca, uma Charlene que não é da família dinossauro, uma Gentileza que não é um adjetivo,  e por aí vai...  
Ser chamada de Rosa, Margarida, até que é legal, não deve ser chato mas, tem gente que perde o limite e faz sempre piadas sem graça com alguns nomes, não vejo muita graça em mexer com algo tão importante!
Enfim, vendo uma foto de minha amiga Tâmara segurando tâmaras é que veio a relação das frutas, rosas, lugares e outras coisas com nomes próprios que nem nos damos conta mas, que as vezes deve atrapalhar a vida dessas pessoas, só espero que de forma tranqüila, nada de danoso!!!

Flávia Guerra (02/01/12)