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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Falando um pouco sobre os nomes...

Bom dia à todos!!!

Segue textinho novo falando de nomes. Eu, particularmente, tenho uma relação tranquila com o meu, mas tem gente que sofre um pouco e, por isso, escrevi sobre o tema. Beijos.



O que falam quando você diz seu nome?

Acabei de ver a foto de minha amiga Tâmara e fiquei cá a pensar: o que dizer de nomes que são também nomes de frutas, rosas, ou nomes de produtos que lembrem seus nomes e que sirvam de motivos de piléria?
Nesse semestre deu aula numa turma que tinha uma aluna chamada Dalvanira e na hora que li o nome dela, lógico que me veio em mente a música do comercial: “Dalvanira é ela, tire sua roupa da janela...”, lembram dele?? Todos na turma fizeram questão de cantalorar o jingle ao chamá-la no dia da prova, pois aluno não perdoa ninguém... E até eu já foi vítima dessas músicas, no tempo de Fausto Falcet com a sua “Kátia Flávia”, alguém ainda lembra disso?? Eu nunca esqueci, apesar de fazer muito tempo...
Conheço uma Romênia, que não um lugar, uma Márcia que não é tintura de cabelo, uma Mila que não é margarina, uma Jane que não é macaca, uma Charlene que não é da família dinossauro, uma Gentileza que não é um adjetivo,  e por aí vai...  
Ser chamada de Rosa, Margarida, até que é legal, não deve ser chato mas, tem gente que perde o limite e faz sempre piadas sem graça com alguns nomes, não vejo muita graça em mexer com algo tão importante!
Enfim, vendo uma foto de minha amiga Tâmara segurando tâmaras é que veio a relação das frutas, rosas, lugares e outras coisas com nomes próprios que nem nos damos conta mas, que as vezes deve atrapalhar a vida dessas pessoas, só espero que de forma tranqüila, nada de danoso!!!

Flávia Guerra (02/01/12)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Quem nunca soltou uma pérola sem saber o que significa?

Bom dia!!!

Tive um breve momento de inspiração entre minhas atividades laborais e não perdi tempo de escrever um textinho novo! Beijos e ótima quinta para todos!



O uso de expressões comuns e sem muito fundamento

Sempre usamos expressões que outras pessoas usam e nem sequer, tentamos saber de onde eles vieram, não é uma verdade?? Quem nunca fez isso, que levante a mão ou atire a primeira pedra!!!
Quando a coisa está completamente fora de controle está o samba do criolo doido (por que não pode ser o samba do galego insano??), a visão do inferno (alguém já foi lá para saber como é?), o bicho está pegando (quem pelo amor de Deus??), é a hora da porca torcer o rabo e tantas outras expressões que usamos sem pestenajar no nosso di a dia.
Minha vó sempre usa a expressão: aquele menino é atravessado que nem cu de calango. E eu me pergunto: será que ela já viu o cu de algum calango?? E o que realmente significa esse orifício ser atravessado? Realmente é uma das expressões que cresci ouvindo e nunca entendi o por quê!!!
Ao fazermos algo que não tem mais remendo, o velho “agora é tarde, Inês é morta” sempre surge, quem tem boca vai à Roma, e por aí vai, não sou muito boa em piadas nem ditos populares, melhor para por aqui!!!
Um cara baixinho é o pintor de roda pé, o anão de jardim, o tamborete de zona, que eu usei uma vez como expressão e logo depois fui perguntada pelo meu pai: já foi numa? Desde esse dia nunca mais usei essa expressão, prefiro as anteriores citadas, é mais apropriado.

Flávia Guerra (15/11/11)