quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Bom dia!!!

Eu ando na velocidade da luz na prática de escrever e tudo anda me motivando... Escrever cartas parece meio fora de moda mas, confesso que eu curto muito ainda!!!




Como eu gostava de receber cartas...

Vendo agora o noticiário local lembrei-me de uma coisa que vivi há anos atrás quando morei em Aracaju: ficar feliz pelo ato de receber cartas pelos correios, um hábito quase extinto hoje em dia.
O jornal mostrou que, inspirados no filme Central do Brasil, os escoteiros fazem há quatorze anos um projeto de escrever cartões de natal para pessoas que passam pelo Terminal Integrado de Passageiros (TIP) e eu amei a ideia, quase tive vontade de fazer o mesmo!!!
Eu sempre gostei de demonstrar meu carinho por meus familiares e meus amigos e adoro receber essas demonstrações. Isso fica bem claro pois, guardo uma infinidade de cartões e recadinhos que acho simpáticos e nunca consegui jogar fora.
Há alguns anos atrás, eu tinha a mania de enviar cartões virtuais, escolhia cuidadosamente um cartão para vários amigos e ainda ficava na expectativa de receber um de volta, confesso!!!
Depois, eu fui perdendo a motivação e deixei esse hábito de lado e passei a mandar um e-mail com uma mensagem coletiva no natal e outras datas que gosto de celebrar. Já já, acho que nem isso (mentirinha!!!)...
Eu amava receber cartas, era maravilhosa a sensação de abrir a porta e ver uma correspondência para mim, curtia por dias aquele momento... Hoje em dia, as únicas coisas que eu encontro colocada por baixo da porta são contas e algumas multas de trânsito (esse ano foi pau!!!)...
Reconheço que eu curto coisas prosaicas e pequenas mas, que trazem um recado tão singelo como o de ser lembrada por alguém por meio de um cartão natalino.
Ontem, por coincidência, quando cheguei tinha embaixo de minha porta o cartão de natal da construtora, só para não dizer que não recebo mais nada de ninguém, né?
As pessoas nem sabem direito o endereço do outro, não lembro de ter escrito para ninguém depois de ter vindo morar na minha casa mas de repente, não se assustem se eu pedir o endereço de vocês e chegar alguma coisa pelos correios, como nos velhos tempos!!!!


Flávia Guerra (11/12/14) 

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