quarta-feira, 24 de julho de 2019

Boa noite, caros e queridos leitores e leitoras de meu blog!

Passei um tempo sem escrever mas, ainda tenho bala na agulha para minhas escritas... Hoje quero falar sobre uma comemoração que adoro fazer: o aniversário de casamento de meus pais! É sempre um dia alegre, que mexe muito com a prole!


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E meus pais chegaram às Bodas de Ouro de forma festiva mas, comedida!
Meus pais são um casal que mantiveram a relação de uma forma bem harmoniosa, quase nunca os vi brigando e, apesar de terem suas divergências, souberam levar o casamento com muita sabedoria, respeito e amor. Brinco dizendo que eu não casei por que meu referencial de marido era muito alto, já que meu pai tem muitas qualidades e eu queria, pelo menos, alguém com 50 das qualidades dele...
Desde alguns anos, estávamos na expectativa de comemorarmos as bodas de ouro, que é uma data tão representativa e até incomum nos dias atuais, em que as relações são terminadas por motivos bobos, sem consistência. Fazer 50 anos juntos, soa até meio esquisito, reconheço! Comemoramos todos os anos essa data festiva, nunca ela passa em branco!
Meu pai não curte festas, nem comemorações, almoços ou jantares em restaurantes mas, adora estar em família e, foi nessa máxima que a gente se pegou para fazer a comemoração dessa data, sem causar desconforto para ele. Ele é bem avesso à grandes festas, principalmente se for requintada! Chega até a parecer ser uma pessoa anti-social mas, nem de longe ele é...
Minha mãe já é bem festiva, adora sair com os filhos e netos, gosta de movimento, de ir lá na frente da igreja para renovar votos e outras coisas que meu pai não é muito fã... Mas, eles souberam conduzir essas divergências com tranquilidade! Ela sempre faz uma média para conseguir coisas que todo mundo acha que não conseguiria com ele e, quase sempre ela consegue!
Meus irmãos gostam de festas e comemorações, puxamos à mamãe nesse quesito, com certeza! Minha irmã caçula, que aprendeu por conta própria a fazer cordéis, obviamente, fez um comemorativo para a data e, fez a proposta de recitarmos o mesmo para eles. Nem todos compraram a ideia mas aí, a solução foi dividir as 8 estrofes entre 2 filhas e 2 netas, para ter representatividade das duas gerações.
Os caçulas queriam gravar a música “Meu abrigo” do grupo Melim e assim o fizeram, com direito a performance de Biel (o caçula dos netos), que arrancou muitas risadas de todos que assistiram ao vídeo e na própria gravação, uma figura engraçada e bem falante! A primeira tentativa do vídeo aconteceu às 2 da manhã aqui em casa, na noite de pijama das meninas e não ficou legal, só engraçado!
A gravação do cordel foi um parto, com direito a muitas repetições e risadas com nossos deslizes! O meu sobrinho que faz todas as edições de nossas surpresas, não pode fazer a filmagem e aí, ficou por conta de minha irmã e de mim, super desajeitada, nessas tarefas... A gente não conseguiu decorar e eu não queria gravar de óculos pelo reflexo e não conseguia ler de longe, precisei de fila!
No fim de semana anterior ao evento, as meninas já tinham feito um material no photogrid mas, que terminou não dando certo para ser projetado no data show no dia da festa, ficou só no celular mesmo! Houve pesquisa de fotos, tentativa de surpresa e muitas resenhas até o dia da festa. Os meninos e a gente curtiu bastante o movimento da semana!
Fomos na missa e eles colocaram os nomes dele para serem mencionados na ação de graças. A missa foi bem breve, o padre chamou-os lá na frente e fez uma bênção discreta com eles, bem como papai gostaria que fosse!
E a “festinha” foi bem nossa, com poucos convidados e nada de muitas novidades... Encomendamos o bolo de noiva, fizemos salgadinhos de queijo, brigadeiros, tortinhas de leite condensado, creme de frango e, ainda teve coxinhas e pastéis. No quesito comida, deu tudo muito certo! Já a qualidade final do material produzido não ficou das melhores mas, deu para captar a veracidade das palavras do cordel, a alegria e espontaneidade dos pequenos para comemorar essa data!
Enfim, a comemoração, que inicialmente tinha sido pensada de forma muito maior, com direito a festa com muitos convidados, terminou sendo uma coisa bem íntima mas, do jeito que gostaríamos que fosse: com todos juntos e misturados e muita alegria e fotos!

Flávia Guerra (24/07/19)

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Boa noite!

Fim de semestre sempre mexe com o humor dos professores. Recebo e-mails meio imorais de alguns alunos, reivindicações pouco consistentes e, por aí vai... Escrever sobre esse tema, não acaba o problema mas, ajuda a administrá-lo!


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Para que filhos, se eu tenho alunos?

Maternidade nunca foi algo que mexesse muito comigo, acho que meu instinto materno veio meio morto e com o avançar da idade, o que era uma possibilidade de não acontecer, virou uma verdade e, tudo certo. Acredito que nem toda mulher nasceu para ser mãe!
Mas, Deus me deu 6 sobrinhos e muitas amigas e amigos com filhos para eu conviver e saber que a tarefa de ser mãe é a mais desafiadora que uma mulher pode ter. Sei que os filhos promovem sensações maravilhosas mas, também muitas preocupações...
Já havia dado aula particular antes de entrar na universidade e vivenciei um pouco a relação de ser professora, só que de forma menos comprometida, sem correção de provas, sem orientação de TCC, sem sistema para alimentar, só as aulas, alguns dias na semana.
Isso foi meu estágio para, posteriormente, realmente assumir minha vida de professora, primeiro de curso técnico, depois em universidade, onde estou até os dias atuais, totalizando 18 anos de docência em ensino superior no próximo semestre.
Vivo avaliando a postura dos alunos e de como o interesse por tudo que levamos para sala de aula para deles está diminuindo com o passar dos tempos... A gente dá aula para 35 alunos e tem certeza que uns 5, no máximo 10, realmente estão prestando atenção ao que se fala, é bem frustrante...
Nunca fui uma aluna CDF mas, eu gostava de prestar atenção nas aulas, acho que o que o professor tem de experiência vale mais do que os livros nos oferecem. Tive muito professores que não trabalhavam na área que lecionavam e isso era ruim, todas as aulas eram baseadas nas referências teóricas!
Tenho 3 tipos de alunos bem característicos em sala: os muito ativos, questionadores e participativos, que são em quem eu me agarro para seguir na vida de professora, os completamente apáticos, que entram mudos e saem calados, os famosos ”nem fedem, nem cheiram” e aqueles muito ruins, que sempre tem posturas pouco significativas e agregadoras.
Na verdade, existem muitos tipos de alunos mas, para simplificar a minha vida, fiz logo 3 grupões, esses já são suficientes para falar sobre o que quero dizer... Vejo como os adolescentes são todos iguais mas, os adultos estão reproduzindo esse comportamento...  Como dou aula no ensino superior, lido muito mais com adultos, que andam sendo bem imaturos ou enrolões no ambiente de universidade!
Muitos alunos só fazem tudo que se pede na última hora, sempre estão atrapalhados com outras atividades que não são tão importantes e as atividades acadêmicas são as últimas a serem realizadas, o que óbvio, compromete a qualidade do que está sendo feito. Nunca vi tanta gente que não trabalha que nunca tem tempo para nada!
Eles sabem dos prazos mas, no dia da entrega estão sempre questionando se ele vai ser cumprido mesmo, vivencio isso todo semestre, principalmente na entrega de TCC, que aí são alunos concluintes e, que precisam de disciplina para finalizar o curso!
Adoram ficar calado, sem ser percebidos por nós e, muitas vezes, só chegam junto para reclamar de uma nota errada, para solicitar algo fora do prazo ou para pedir de uma ajuda na nota final, quando não passam por média... Tem aluno que é tão apático que, quando me procura, eu preciso de muito esforço para saber quem é!
Vejo isso tudo com muita tristeza, sei que é daí para pior, o comprometimento desses alunos é algo que me incomoda e preocupa! Se a nota de trabalho foi boa, o mérito é todo deles, você pode até ser "esquecido" mas, se a nota foi ruim, eles abrem logo o bocão para falar mal do professor... O discurso mais comum: mais o nosso orientador não nos deu suporte, a gente ficou solto e, por aí vai a ladainha...
Eles sabem de suas obrigações, de seus prazos mas, vivem apelando para o professor quando não conseguem, na maioria das vezes, por falta de planejamento do tempo. É difícil ter tempo para ler o assunto de tantas disciplinas com tantas redes sociais para administrar, né gente? Eles andam meio sem saber como administrar a imensidão de possibilidades da net!
Espero sempre que as coisas melhorem mas, nesse ponto, confesso, que ando bem pessimista e desmotivada! Que esses alunos sejam mais comprometidos, já que, não posso usar de autoridade de mãe, só de professora com eles! E ontem, vendo o depoimento de algumas colegas de trabalho, vejo que o problema começa cedo, ainda no ensino médio, aí as mães podem usar de sua autoridade e seus diferentes "métodos" para tentar solucionar esse problema...
Flávia Guerra (21/06/19)

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Bom dia, gente querida!

Andei sumida do blog, mas, vim aqui deixar um texto novo, que surgiu logo em seguida de ter assistido o filme que bombou na Netflix! Eu sabia que seria um tapa sem luva na cara ver situações extremas de pobreza mas, acho que importante ver filmes assim para a gente redimensionar os nossos problemas! Eu fiz uma avaliação dos meus, com toda certeza!


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E eu sempre me emociono ao ver filmes baseados em histórias reais...

Depois de ter ouvido muitos comentários positivos nas redes sociais, estava bem curiosa para assistir um filme da Netflix que causou mais movimentação até hoje, pelo menos, por mim, que não assisto com frequência, pois não tenho em casa. Claro, que fico por dentro das séries que conquistam os clientes do Netflix mas, não sou muito de ver programas que precisam de sequência, fico impaciente, prefiro os filmes...

Sabia que era um filme baseado num história real e que iria me fazer chorar mas, impossível não querer saber o enredo do uma produção intitulada “O menino que descobriu o vento”, que fala sobre tantos temas importantes, incluindo o poder da educação e da sua capacidade de transformação, que é impossível não pensar nesse momento que nosso país está passando de desestímulo à educação!

Já estava com ele salvo na minha pastinha de filmes mas, ainda não tinha parado para ver e, tinha planejado não passar desse fim de semana, e assim o fiz. Ver filmes que falam de pobreza, fome, questões sócias pesadas é sempre uma tapa na cara. A gente sempre fala de problemas mas, quando vemos situações extremas, vemos como nossos problemas são, muitas vezes, pequenos...

Amei a interpretação dos atores e, fiquei tocada como a relação de lealdade é tão presente em vários personagens, incluindo a do menino William com seu cachorro, apesar de não ter bicho de estimação tem muitos anos, admiro essa relação! Revi muitos conceitos em relação à vários aspectos da vida, será impossível não me ver pensando nas atitudes corajosas vivenciadas no filme!

Como nutricionista e comilona de plantão, ver cenas de briga por alimento me choca e muito! A cena em que o pai da família, diante de uma escassez de comidas fora da qualquer controle,  precisa decidir qual refeição vão fazer num dia, já que só poderá ser uma é que matar o coração de qualquer criatura! Acredito que seja uma situação surreal para qualquer um de nós!

Vejo todo mundo dizendo que tem problemas e, sei que todos temos mesmo, é impossível viver sem eles, ou quando a gente se faz de doido, eles passam a ser sublimados e convivemos melhor com eles mas, não ter comida para sobreviver é um problema muito duro e que pode fazer a vida ser ameaçada. Essa situação é muito forte no filme!

A relação de respeito do menino pelo pai me faz pensar como uma grande das crianças de hoje em dia são pouco respeitosas com seus responsáveis. É impressionante ver ele não fazer o que sabia que tinha que ser feito, até ter a aprovação de seu pai. Não imagino muitas crianças tendo tanta obediência assim, passavam por cima e pronto!

Enfim, o filme deveria ser vistos por todo mundo, de preferência em família, para ser discutido tantos aspectos positivos como a relação de obediência, resiliência, extrema pobreza, lealdade, poder e amor. Saber que foi baseado numa história real é chocante, revoltante e muito comovente mas, ver que o final foi positivo é o que faz o filme ser mais encantador, poderia ter tido um final muito trágico e pesado.

Ver e acreditar que a curiosidade pelo estudo pode mudar o destino de uma família, uma comunidade, ou de repente algo muito maior, é a grande estrela dessa produção, além de tantos outros aspectos, claro! Fica a dica para um filme que não tem paisagens deslumbrantes, galãs e nem divas mas, tem uma magnifica reflexão sobre muitas coisas importantes.

Flávia Guerra (03/06/19)

 

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Bom dia meus diletos leitores e leitoras!


Eu ando sempre com vontade de dançar, é quase um vício! Já que não ando saindo na minha cidade nos fins de semana, danço, pelo menos, na academia... Para quem gosta de músicas animadas, a zumba é tudo de bom! Adoro e, sinto falta sempre que passo tempo sem ir! Eu adoraria dançar todo fim de semana mas, sei que isso é missão impossível, aí, me viro com o que posso...


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E, enfim, voltei a ter prazer em dançar, pelo menos, uma vez na semana!

Já me lamentei bastante por ter que trabalhar nas sextas a noite por que é na hora da aula de zumba da professora que eu adoro! Fico para morrer pois, quando estou assinando o ponto, ela sempre faz uma transmissão ao vivo da aula. Impossível não ficar com inveja de quem lá está!
Eu amo dançar e, nas aulas de zumba encontro tudo que eu quero: uma professora divertida e super carismática, músicas extremamente ritmadas e muita sensualidade, sem beirar a vulgaridade! 
Já estive na outra unidade da academia nas quartas às 6 da manhã, num bairro próximo, só para fazer a aula de zumba com o professor de fit dance que nunca me empolgou muito, pela sua pouca interação com os alunos...
Creio que já comentei que tive uma crise existencial com as músicas de fit dance e, não faço mais as aulas. Vou uma vez ou outra num aulão mas, prefiro axé ou zumba mesmo para dançar. Eu até já sei muitas coreografias mas, não me animam muito...
Tem alguns meses que passou a ter aula de zumba com o professor não muito carismático que eu ia na aula às 6 da manhã, sendo que nas terças às 8:30 da manhã na minha unidade e, depois de 2 aulas que eu também gosto.
E aí, agora eu tenho ido para a aula de relaxamento e alongamento às 7 da manhã e depois ainda faço a minha série e a aula de zumba. É meio inconveniente pelo horário mas, como não trabalho de manhã, dá para fazer.
A seleção das músicas é bem legal, a turma que vai não é muito numerosa e o professor deu uma melhorada no humor e a aula ficou mais leve e animada do que às que fui no ano passado... Ele não chega perto da energia da professora da sexta mas, a seleção da aula já anda valendo ir na aula!
Muita gente pensa que eu falo brincando mas, eu sempre digo que eu fico de mal humor quando passo muitos meses sem dançar! É uma coisa que mexe com meu estado de espírito, me leva para um andar mais alto! Os que gostam de dançar, sei que me entendem...
Já andei pesquisado algumas músicas na internet, já aprendi todas as coreografias e, pretendo não faltar muito para conseguir prover um de meus momentos de prazer, que é capaz de ser causado pela dança!
Além disso, sempre torço para voltar a ter a noite da sexta livre e, ser novamente aluna de zumba da professora que eu adoro, que faz o a noite sempre começar muito animada, divertida e prazerosa! Isso é uma delícia que não tem preço! Só sabe, quem faz a aula...

Flávia Guerra (05/05/19)

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Bom dia, meus diletos leitores e leitoras!

Momento pós viagem, sempre rende alusivo ao mesmo, claro! Eu adoro descrever o que vivenciei nas minhas viagens, dividir minhas experiências com as pessoas! Quem gostar de saber sobre, este é o canal que eu criei para atingir essa finalidade! Espero que seja gostoso de ler para todos... Abaixo, a foto de uma das formações do parque.


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E, para quem gosta de contemplar a natureza, o Piauí é
um destino bem legal para ir...

Não posso dizer que conheci Teresina pois, cheguei de madrugada lá e, no dia seguinte segui para a praia mas, dei uma volta por algumas avenidas, cruzei a ponte estaiada e vi os shoppings, da janela do carro...
Confesso que nem pesquisei a distância da capital até a região do Delta do Parnaíba e, quando pegamos a estrada é que soube como é longe! A vantagem é que é uma reta só, é uma viagem bem tranquila!
Consegui fazer em 4 dias uma gama de programas diferentes que foi bem legal mas, que talvez não empolgue algumas pessoas. Como curti outros programas de praia, de rio, não me preocupei muito com o que encontraria por lá, pois, sabia que curtiria.
Na praia de Barra Grande curti dias numa pousada bem estruturada e com serviço de primeira qualidade, muito bom ficar por lá! A cor do mar (não sei se por ter havido muitas chuvas 2 semanas atrás) não me atraiu muito mas, a temperatura da água, a tarde, era deliciosa!
Além da estrutura da pousada, outro ponto alto, era a vilinha de restaurantes e outros empreendimentos próximos à ela. Conseguimos comer com música ao vivo todas as noites!
Depois de dois dias em ambiente de praia, só de sandalinha e biquini, segui para conhecer o famoso Delta do Parnaíba, que estava com uma abundância em água meio fora do padrão por conta das chuvas mas, foi tranquilo o passeio, só a água que estava bem turva.
É uma excelente oportunidade para se contemplar a natureza, saber um pouco mais sobre a vida dos animais que ali habitam e, de tomar um banho de rio e de água de chuva, nas lagoas formadas na área de dunas.
Tivemos a sorte de fazer um passeio com um guia bem legal e que nos levou para conhecer uma lagoa deliciosa, super limpa e que muito me lembrou os lençóis maranhenses.
Outro ponto alto do passeio nas águas do rio foi o almoço de lá de um dos restaurantes da região. Imperdível, para quem curte, como eu, comer uma moqueca de frutos de mangue! Melhor almoço do passeio todo!
Para fechar o passeio, fui conhecer o Parque Nacional das 7 cidades, que tinha pesquisado um pouco sobre e achei que era bem interessante. Vale muito a pena, a paisagem é deslumbrante, aprendi sobre alguns assuntos bem diferentes e revivi um pouco o cenário da Chapada Diamantina!
Enfim, vivi dias de muito contato com a natureza, vi macacos, caranguejos, peixe de quatro olhos (super interessante), cotias, só não vi jacaré (mas, eu confesso que não fiz questão) e paisagens belas, que ficaram guardadas na memória e nas fotos!

Flávia Guerra (24/04/19)


segunda-feira, 15 de abril de 2019

Boa noite!

Segue texto feito de última hora mas, com muito carinho...


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E as crianças e os idosos, sempre me ensinam algo novo...

Eu não convivo diariamente com minha vó, que caminha para os 101 aninhos sem muita interação mas, sempre que vou visitá-la, aproveito para conversar  com as idosas que com ela residem e, é impossível não aprender algo novo...
São poucas as idosas que ainda são lúcidas, a grande maioria já vive no seu próprio mundinho distante e, para estas, levo meu carinho e, acho que eles gostam, são sempre receptivas... Lá, os homens são a minoria e, são menos receptivos, reconheço!
Para as lúcidas, tiro alguns minutinhos para trocar ideias e, quase sempre saio de lá com algum ensinamento, como aconteceu ontem com uma senhora que é muito falante e simpática com todos que com ela falam.
Eu conversei um pouco e ao sair comentei: Um bom restinho de domingo para a senhora! Na hora, ela retrucou: restinho não, que resto é uma coisa que não serve mais! Nunca havia pensado por essa ótica e me corrigi logo em seguida, falando que falara sem pensar no significado mas, que não o faria mais de agora em diante!
Uma outra me dava conselhos contraditórios todas as semanas, que me faziam morrer de rir e sentir saudades dela até hoje... Numa semana ela me perguntava: Você é casada? Quando eu dizia que não, ela dava o maior apoio mas, na semana seguinte, ao responder a mesma questão, ela dizia que eu devia casar, que era importante! Ela me ensinou a amar uma completa desconhecida.
Uma delas, me pergunta mil vezes o que eu sou de minha vó e onde eu moro e, com ela, aprendo a ter paciência para responder mil e uma vezes a mesma questão, perguntada todas as semanas...
É impossível não aprender com quem já viveu décadas a mais que você, pena que as nossas crianças não entendem essa sabedoria, perdem a paciência rapidinho quando precisam repetir o mesmo comando, como se ninguém tivesse o direito de não esquecer...
Já as crianças, mesmo com pouca experiências, nos fazem aprender como elas são peritas na arte de querer impor suas vontades e, só esperam um deslize seu para ter êxito! Ter controle sobre elas sem querer sem injusto, às vezes, é uma tarefa árdua!
Ando vivenciando experiências diferentes com as crianças do voluntariado que estou fazendo! Vejo como elas lidam com o preconceito, a falta de limites em casa, a carência, a aceitação do carinho de estranhos, temos panos para as magas para trabalhar nossos valores...
E assim, vou tentando absorver o melhor que posso das crianças, que estão começando a entender os conflitos e os prazeres que a vida nos oferece e, dos idosos que já passaram por muitas coisas nesse plano e, sempre podem nos ensinar algo novo, mesmo que seja muitas vezes o mesmo ensinamento...

Flávia Guerra (15/04/19)     

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Bom dia, leitores e leitoras de meu blog!

Andei sem muita inspiração para escrever mas, agora, deu uma luz que virou texto... Cá venho eu para postar minha nova escrita no começo de uma nova e promissora semana! A foto escolhida, segue com a figura do dedinho apontado que é tão comum numa discussão, não é verdade?


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Até onde você defende seu ponto de vista?

Muitas pessoas gostam de ser questionadoras, gostam de fazer uma análise de muitas coisas, mas, outras preferem nunca opinar, seguir na paz e, tudo bem para as duas posturas, faz parte!
Sempre fui mais do time dos questionadores, apesar de andar revendo essa postura, para ser mais feliz na atual conjuntura... Acho importante defender meus gostos, meu ponto de vista mas, já entendo que, afrontar certas pessoas, é algo que não vale a pena!
Na verdade, a discutir é algo que acho bem chato, principalmente com quem muda logo o tom de voz, levanta e coloca o dedo no seu nariz, que faz todos ao seu entorno perceber que há algo errado. Isso é desnecessário e desgastante, na minha opinião...
Mas, discutir em tom amigável, onde cada um coloca seu lado, é algo que venho cultivando bastante. Adoro ouvir a opinião de pessoas mais novas, como os adolescentes, que olham a vida de um prisma bem diferente do meu, dada as diferenças das gerações!
Eu sou uma pessoa que gosta muito de falar mas, venho treinando a escuta com muitos amigos e sei que sou uma boa ouvinte, basta manter o cuidado de me colocar no lugar do outro e entender quando é necessário calar e ouvir, apenas isso já ajuda! Isso é bem interessante e maduro!
Não quero ser considerada uma pessoa ranzinza, que reclama de tudo, já fui criticada por isso mas, vivo me policiando nesse quesito! No atual momento, não quero perder a habilidade de saber defender meus pensamentos, só não posso querer que todos pensem igual a mim!
Acho engraçado quando falo sobre jogos com meus sobrinhos e ele defende que não são os jogos que fazem os jovens ficar violentos, que é a desestrutura familiar e tal. Ele só não entende ainda quão danoso se tornou essa relação quase exclusiva de interação com as máquinas e não com as pessoas mas, acho válido ouvir a opinião dele!
Sigo na minha luta de defender o que penso mas, quando vejo que a coisa está perdendo a graça, lembro de um amigo que sempre perguntava diante de uma situação conflituosa: Você quer ser feliz ou ter razão? Ando preferindo ser feliz...

Flávia Guerra (08/04/19)