quarta-feira, 29 de junho de 2016

Bom dia meus diletos leitores e leitoras de meu blog!

Enfim, aproveitei bastante o São João de minha região no interior, que é onde as coisas fervem... Para quem não é do Nordeste, fica difícil imaginar a energia que rola aqui nessa época! O rostinho da gente já mostra como estávamos felizes... E vai ter mais forró ainda nos próximos finais de semana, pois afinal, forró para mim é no ano todo, não só no São João! 



E o São João sem programação foi bom de montão!

Todo ano eu fico meio angustiada com a chegada de junho pois, sempre quero fazer alguma programação legal para o São João, que é uma das melhores festas do ano para mim, forrozeira de alma!
Como conheci algumas amigas e um amigo que tem casa em Gravatá e terminou que, nos últimos 3 anos, passei essa festa por lá, alternando em dois anos uns dias na casa de uma amiga e outros em Recife e, neste ano, tendo ficado lá a festa toda para aproveitar mais.
Quem tem amigo não se atrapalha nas festas, sempre rola convites, e aí eu nem tenho me estressado com isso, na hora que você já se conformou que não vai fazer nada, a pessoa te convida!
Mesmo não tendo acertado um bom horário para sair de Recife e tendo pego um engarrafamento surreal de mais de 4 horas para chegar (e ainda mais dirigindo sozinha), isso foi sublimado pelos bons momentos vividos lá naquele mesmo dia e nos seguintes.
Como não tenho muita dificuldade de me enturmar, vou para a casa de quase todo mundo e fico de boa, transito entre todos os grupos de diferentes idades, isso para mim é bem tranquilo.
Ir para a casa de minha amiga que já conheço os filhos e que tenho certa afinidade, que foi estendida ao genro e a nora de minha amiga foi massa, rolou muita conversa boa e muitas risadas nesse feriado.
Aproveitei muito o feriado, fui em 3 festas de condomínio, dei uma passada no mercado de Gravatá e ainda conheci um barzinho novo lá no polo moveleiro que é muito legal, pretendo voltar em outra época, com certeza!
Toda vez que faço esses programas em família, mesmo que não seja a minha, vejo como é bom estar entre pessoas do bem e que te querem bem! Foi um São João de muitas recordações boas...
E numa das festas, que fui curtir a família de minha outra amiga, ainda encontrei um pessoa conhecida, o que foi completamente inusitado! Isso prova sempre que para encontrar pessoas, basta sair de casa!  
Fugi das comidas juninas, só comi um bolo de milho mas, enfiei o pé na jaca em outras coisas como escondidinho de charque, arrumadinho, churrasco e muitas outras coisas gostosas!
Agora, não temos mais nenhum feriadão mas, já ando no clima das férias que começam, em um de meus trabalhos, na próxima semana e sei que vão ser muito boas, pois sempre me preparo para me divertir!
E que venham outros encontros, reencontros, conversas e muitas risadas com pessoas que nos cercam e nos fazem ver a vida mais colorida pois, em comunhão, o amor ainda se manifesta muito maior!

Flávia Guerra (28/06/16)

    

domingo, 26 de junho de 2016

Boa tarde meus diletos leitores e leitoras de meu blog!

Tenho duas ideias na cabeça para novos textos mas, a final do programa Super Star me fez escrever outro antes dos das minhas ideias...  Feliz por ter uma final de competição com ânimo, carisma, respeito e muita força do meu Nordeste arretado de bom!





 
E o forró tomou conta do Brasil na TV

Eu não costumo assistir o Programa Super Star da Globo mas, o fato de ter uma banda que toca forró e ia sendo desclassificada logo no primeiro programa por um erro da jurada, já me deixou de olho nele.
Não era de parar o que estava fazendo para assistir mas, comecei a curtir um pouco o programa e depois a me indignar com os comentários imbecis que foram postados com relação à banda, pelo fato deles serem nordestinos e de um interior, o que é surreal para minha cabeça!
Vi que muitas bandas apostaram em músicas autorais, só não vi no domingo que eles cantaram uma deles no programa, mas vi a de hoje e acho que isso é um sinal muito positivo para nossa música!
Fiquei bem fã do trabalho de "Outro eu" e "Plutão já foi planeta", que na minha opinião, deveria ter sido a campeã nessa edição, apesar de amar forró, mas isso é simplesmente minha opinião, que é pequena quando avaliada solitariamente e nem foi contabilizada pois, eu não votei em ninguém!
Mas, o programa é para contar com a opinião do coletivo, e aí, nosso povo nordestino deu show! Diante de comentários preconceituosos, a força que o grupo obteve foi tão significativo que ele simplesmente ganhou o programa e agora vai dá novas perspectivas para eles!
Não vou entender nunca como isso ainda acontece nos dias de hoje mas, Deus é tão sábio que colocou duas bandas nordestinas na final, então, quem ganhasse já estaria representando bem nossa região!
E aí, o primeiro lugar fica sendo o de Pernambuco e o segundo lugar de Natal, com bandas que esbanjam carisma e talento! Eles agora vão colher o sucesso do trabalho que já faziam com qualidade em escala pequena para ter o reconhecimento nacional que tanto almejaram!
Não suporto desrespeito e preconceito, acho que, se não gosta, respeita pelo menos, isso é ser inteligente e polido! Eu não entrei na net para falar mal de nenhuma banda do sul ou sudeste, por que eu tenho que tolerar isso deles com meu povo nordestino?   
Fiquei muito feliz por ver o ritmo imortalizado por “Seu Luiz” ganhar um programa em rede nacional, e saber que aquelas pessoas lutaram pelo ideal deles e ainda mostraram grandiosidade e agradecerem para Sandy que votou contra em suas apresentações, chegaram no topo!
Isso é para mostrar que, mesmo se eles não tivessem talento nenhum, o que não é caso, o carisma e a tomada de dor do povo que mora na mesma região que nós ou em outras regiões e não cultuam preconceitos, sabem fazer valer seu voto e os consagraram campeões!
Vida longa e muito sucesso ao Fulô de Mandacaru, ao Plutão já foi planeta e todos os demais participantes dessa edição do programa! A música brasileira sempre agradece novos talentos e novas composições, somos nós quem ganhamos! 

Flávia Guerra (26/06/16)  

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Bom dia leitores e leitoras de meu blog!

Cultura nunca é demais, eu sou suspeita para falar disso, adoro programas culturais! Comecei com o filme Um amor à altura (foto), fui para um show e, fechei com outro filme... Que venham outros fins de semana assim, cheios de conteúdo! Que venha o São João de forró e descanso e, depois, volto aos meus programas culturais com toda força!




Um fim de semana com cultura é sempre animador...

Andava fazendo poucos programas culturais e isso, muito claramente, andava me incomodando, adoro ser uma eterna “agenda cultural” para todos, vivo catando o que tem de bom na minha cidade...
Esse ano fui poucas vezes no cinema e nesse fim de semana resolvi tirar o atraso nesse quesito e fui logo duas vezes, e acho que encarava até mais um filme, diante das ofertas!
Está acontecendo até o dia 22/06 o festival Varilux de cinema francês e estava louca para ir ver algum dos filmes da programação e conhecer o cinema do Museu, que ainda não tinha tido a oportunidade de ter conhecido.
Enfim, fui no cinema novo, a acústica é ótima, o ar condicionado é satisfatório, tudo novinho e o recanto em que o cinema está instalado é bem agradável, pena que peguei um trânsito brabo e nem deu para aproveitar um pouco antes, fica para a próxima!
Como gosto muito de filme francês, sabia que aquele que havia escolhido ia ser bom! Não me decepcionei, me diverti e fiz algumas reflexões sobre a vida com o enredo, isso é que é filme bom! A leveza do enredo, os efeitos especiais para criar o personagem e aquele francês no ouvido é sempre bom, mesmo não entendendo quase nada da língua, acho-a super charmosa!
E, depois do cineminha, estava na expectativa de assistir um bom show de forró, andei pesquisando a semana toda e descobri na sexta que o grupo Fim de Feira, que eu amo de paixão, ia tocar no sábado na cidade.
Desfiz todas as possibilidades de ir em outro evento diante desse show, que eu iria de todo jeito, até sozinha! Mas, uma amiga decidiu me acompanhar e fui para o show curtir de montão! Não me perdoaria se tivesse perdido esse show, que, como eu esperava, foi muito bom!
E ontem, para fechar o fim de semana cultural, voltei para as telonas, dessa vez para sair de cara vermelha de tanto chorar, como já imaginava! Fui ver “Como eu era antes de você” e saí com a gostosa sensação de ver o livro em movimento e com mais vontade ainda de ler “Depois de você” a continuação do livro que já está à venda e estou de olho faz um tempo...
E, estes fins de semana culturais me deixam sempre a sensação de como é bom poder usufruir da vida, fazer reflexões, encontrar amigos para curtir coisas boas e ainda fazer novos amigos, como fiz no noite do show!
Encontrei uma menina, que assim como eu, adora o Fim de Feira e foi só para curtir o show e ficou próxima da gente conversando e fiz um novo contato. Já estou planejando encontrá-la depois do São João, já que ela é também uma forrozeira...
E assim, fechei meu fim de semana, com o saldo de dois bons filmes para minha galeria de indicações e ainda mais vontade de curtir novos shows da Fim de Feira, que já sei que vai lançar um novo DVD em julho, pois puxei conversa com o produtor deles na saída, claro!

Flávia Guerra (20/06/16)
       

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Bom dia para todos!

Saudades de minha vó paterna, me fez escrever um textinho para ela... Escrever é sempre muito bom para aliviar muitos sentimentos, disso eu nunca duvidei! E eis aí minhas queridinhas... A de azul é a homenageada no texto e a sorridente, é a beijoqueira que em breve, ganha um texto especial pelos 98 anos de existência! As duas grandes referências de minha vida para todo sempre!




E essa semana bateu uma saudade dela...

Nessa última quinta feira (09/06) a minha voinha Cem faria 99 anos se estive viva e eu confesso que fiquei com uma forte lembrança dela e de todas as suas manias e comentários engraçados.
Eu não sou tão carismática como ela era mas, tenho algumas características dela, sem sombra de dúvida! O gosto por escrita tenho certeza que herdei dela, só demorei um pouco a descobrir isso...
Lembro que todo mundo gostava da letrinha muidinha dela, me incluindo nesse grupo... Eu também tenho uma letrinha bonita (eu adorava caligrafia!), só não tão pequenina como a dela mas, adoro escrever bem redondinho!
Ela não gostava de dá muito beijo e sempre dava beijinhos na ponta dos dedos e jogava depois no ar e dizia: sintam-se beijados! E, ao contrário dela, minha outra vó adora beijinhos e vivia enchendo-a deles, o que sempre gerava um comentário engraçado.
Ela tinha tiradas hilárias, como um dia que disse que ia ficando mais velha e ia diminuindo e ficando com silhueta de ovo! Brincava dizendo que só crescia a barriga e ficava com esse contorno sensual bem “ovo”!
Impossível não lembrar dela matando peru para a ceia de natal e a gente olhando de lá de cima do pé de carambola e morrendo de pena do bicho, que seguia com o pescoço pendurado resistindo por causa de nossa “corrente” pela vida do bicho...
Até hoje quando sinto um cheiro de macarrão ou de galinha cozida que parece com o cheiro do que ela fazia me bate uma lembrança dela cozinhando para a gente quando crianças, é muito marcante!
As frases que ela dizia, destilava sinceridade, como no dia que ela me olhou e disse: Flávia está ficando velha mas, estais ficando bonita que tá danado! E tantas outras frases hilárias que nunca esqueci!
A sua vaidade era expressa no uso de seu conjunto de brinco e colar de pérolas em toda data festiva sua marca registrada sem sombra de dúvidas. E o uso de batom na boquinha pequena também era sempre mantido...
As tiradas de dente de leite, de bicho de pé e outras tarefas, eram especialidade dela. Os bordados também marcaram nossa infância e o de tantas pessoas que usaram de peças feitas por ela!
No fundo, a figura de vovó na minha mente será eterna, impossível não falar de suas manias, como a de dizer que ambiente com ar condicionado tinha cheiro de “catota” que eu nunca soube de onde ela tirou!
E o bom é saber que ela se foi e nos observa de outro plano, vendo a gente crescer e ter referenciais como a dela, isso não tem preço! E só para concluir, eu penso todo dia no ela me disse: eu estou ficando velha sim, mas estou me sentindo bonita que só, visse vó?

Flávia Guerra (11/06/16)


    

domingo, 5 de junho de 2016

Boa tarde meus leitores e leitoras!

E já estou contando os dias para o semestre acabar e as férias estão batendo na porta! E isso me deixa com vontade de escrever, claro!



  
E o bichinho da vontade de viajar já está me rondando de novo!

Eu descobri que sofro de TOV (Transtorno obsessivo por viajar!), segundo um post do face e sei de um monte de gente que também sofre disso, nem precisei marcar as pessoas que eu sabia que iam se identificar...
Como tenho férias oficiais em janeiro da universidade e tenho recesso em julho, sempre quero programar duas viagens por ano, o que nem sempre é possível mas, tento ao máximo!
É sempre complexo planejar as férias quando se trabalha em dois lugares, e um sendo cheio de limitações por ser sala de aula mas, tenho conseguido me manter firme e forte nas viagens anuais.
Em alguns anos fiz viagens menores, que pude ir de carro mesmo para o destino mas, ando preferindo ir para os que precisam de avião, já que quero manter o propósito de conhecer lugares desconhecidos...
Como o dólar e o euro continuam caros com relação à nossa moeda, ando protelando alguns roteiros, mas não desisti de conhecer algumas cidades que sempre sonhei em conhecer, apenas adiei o sonho...
Mas, depois de quase 5 meses de minha última viagem, eu confesso que ando sonhando com o meu recesso de julho, a TOV anda me corroendo por dentro, já estou entrando no clima sem nem poder ainda...
Mudei de destino já umas 4 vezes mas, acho que agora estou firme no meu roteiro, preciso só terminar minha pesquisa e começar a imaginar a delícia de sair de minha rotina e curtir outros ares!
E se for um lugar frio, o melhor é pensar que posso bater perna o dia todo e ainda voltar para o hotel com uma sensação de frescor, impossível de se sentir num lugar muito quente!
Sempre fico pensando nas possibilidades de aventuras, os possíveis (e até necessários) micos, o sabor das comidas diferentes, nas paisagens desconhecidas, nos momentos únicos que vão ficar na minha memória...
O desafio de fazer uma mala pequena, não exagerar nas roupas, pensar nas fotos e no retorno, ficar cheia de histórias para contar é tudo que mais quero fazer nesse momento...
E ontem, depois de saber que minha amiga fechou o nosso pacote para o próximo destino, passei o resto do dia em estado de graça, sonhando com minhas “mini férias” de julho, que chega em breve, ainda bem!!

Flávia Guerra (02/06/16)
      

terça-feira, 31 de maio de 2016

Bom dia!

Estou super estressada com a proximidade das provas e um pouco de calmaria não me faria nada mal, ia ser muito bem vindo...




E eu ainda não consigo me imaginar fazendo meditação...
Sempre fui um tanto quanto agitada, acelerada e muito falante, acho que desde que me entendo por gente, sou assumidamente serelepe (palavra que acho que tem um significado muito meigo!).
Quando fui substituta na UFRPE, tentei fazer algo que nunca tinha feito antes que é ioga para ver se desacelerava um pouco mas, não deu muito resultado e saí muito mais rápido do que imaginava!
Foi uma tentativa que quando eu contei para um amigo que sabe de meu jeito, lançou a pérola: ou tu endoida o professor ou tu desiste! Não é tua praia fazer coisas relax! Dito e feito, eu desisti!
Meu alvoroço depende muito de meu ritmo na universidade, quando fico com muitas cadeiras ou pego disciplina nova, fico extremamente atacada do juízo, nem eu mesma me aguento!
Ando tentando diminuir minha carga horária, o que só consegui no semestre passado e nesse, um pouco... Faço planos de manter a docência cada vez mais como algo complementar, ando bem saturada de sala de aula.
Quando minha alergia me ataca, sei que estou no meu limite e preciso desacelerar... Sei que era bom fazer algo para ficar mais calma, uma meditação, uma ioga, um reike mas, de verdade, penso em voltar para a dança de salão, fazer aula de jump, só coisas com muita movimentação!
Andei até me identificando com a aula de balé fit, e até pensei em fazer balé para trabalhar meu equilíbrio e minha postura mas, acho que não é minha praia, deixa eu quieta e sem sapatilhas...  
Acreditei piamente que depois dos 40 eu seria uma pessoa mais zen, que não estaria tão acelerada mas, ainda não rolou, continuo ligada na tomada, só com menos disposição para baladas, já fico bem quebrada quando chego de madrugada em casa... 
Não sei como desacelerar sem ter paciência para fazer atividades que relaxam... Será que vou ser, um dia (espero que não muito longe), uma pessoa mais tranquila, que não dá ataque? Espero que sim, para a alegria de meus colegas de trabalho, meus amigos e, principalmente, minha família!
Na verdade, nem eu mesma me vejo uma pessoa tranquila, que não xinga ninguém no trânsito, que não se abala com comentários bobos, que ver coisas super erradas e faz de conta que não está acontecendo mas, quem sabe?
Talvez, quem sabe, quando eu conseguir não me cobrar tanto e a aposentadoria estiver mais perto de minha realidade, eu veja a vida de um outro ângulo, de um novo prisma e fique uma pessoa mais tranquila ou, pelo menos, que não xinga tanto o povo lerdo... 
  
Flávia Guerra (25/05/16)


quinta-feira, 26 de maio de 2016

Bom dia diletos leitores e leitoras de meu blog!

O tratamento que nos é dado, muitas vezes, trazem consequências que nem podemos imaginar... Cabe uma reflexão de como os serviços andam sendo prestados de forma equivocada e as pessoas não estão prestando atenção na propaganda negativa que isso pode gerar! Sinceramente, fica difícil não falar mal em algumas situações dos serviços prestados! Tá quase como esse post abaixo...



E eu continuo me admirando da grosseira humana...

Eu acho que muitas vezes não sou muito delicada, tenho noção de minha grosseria mas, quando vejo alguém mais grossinha que eu, aí começo a repensar no meu comportamento...
Fui na sexta passada fazer as unhas num salão pertinho de meu trabalho, já que a minha manicure não podia me atender e eu não queria voltar para amanhã para essa atividade, quero dá foco em outras tarefas.
E, para completar, meu alicate está meio ceguinho, segunda ela, estava “puxando” e ela me fez dois bifinhos básicos deixaram meus dedos bem doloridos... Foi coisa de gente que não mede o peso da mãozinha!
Ela fazia um pé, e quando terminava ela batia no meu pé, para eu tirar o pé do colo dela, uma coisa de gentil! Quando acabou, sai com uma única certeza de lá: nunca mais ela vai me ver como cliente!
Mas, infelizmente, está longe de acabar esse tipo de situação... No sábado passei por outra, em outro ambiente, realmente faz parte a falta de tato na prestação de serviço, tema que foi tema de outro texto. Acho que é crônico!
Fui num bar que nunca tinha ido mas, que também nunca mais volto! A indicação era de que a música era excelente, o que é verdade mas, ter música boa e ser destratada pelo gerente, não dá mesmo!
Pedimos um prato de arrumadinho com carne de sol, que estava até gostosinho e, depois um outro com carne de charque desfiada com um purê de jerimum, que tinha até fama de ser afrodisíaco!
Até aí tudo bem mas, como a charque veio muito salgada, fizemos a reclamação para a garçonete, que de imediato chamou o gerente. Ele veio na mesa e destilou grosseria.
Disse que aquele prato não estava salgado, que ele já tinha saído para outras dez mesas e nós éramos os únicos que tínhamos reclamado, que carne de charque é salgada mesmo e pronto, ia retirar o prato e gente não pagava e que ele tinha mais o que fazer e saiu dando coice!
E antes, a garçonete ainda tinha alegado que não poderia servir bebida em copo de vidro no lado de fora pois a Vigilância Sanitária proibiu isso! Como assim? Eles não querem fazer o uso de determinadas coisas e ainda usam a vigilância como desculpas! Logo para mim foi feito esse comentário!
Eu continuo achando surreal essas situações, as pessoas não pensam no poder da propaganda negativa de seu comportamento para seu negócio? Realmente é difícil administrar grosseria quando estamos apenas querendo alertar sobre algo ruim. Mas, como quem avisa amigo é e, minha amiga saiu dizendo ao pessoal do bar que nunca mais voltaria lá. Eu também!

Flávia Guerra (24/05/16)