quinta-feira, 31 de março de 2016

Boa tarde pessoas que se interessam pelos meus pequenos textos!

Como adoro uma comemoração, e não fiz festa (na verdade nunca fiz nessa data!), faço texto novo alusivo ao evento que é o meu aniversário de casa nova... Em relação ao evento, posto uma foto da única visita que minha vozinha fez ao meu cafofo, juntamente com minha mãe, que vire e mexe vem me visitar!




E chegou o aniversário de quatro anos de minha morada 
Que o tempo passa rápido, isso está cada vez mais visível, parece que o tudo anda numa velocidade que nem nos damos conta, ando até assustada com algumas coisas, parece que nem absorvemos ainda algo que já faz um tempo, tá tudo meio acelerado demais, não sei se só eu percebo isso mas, enfim...
Hoje, comemoro meus quatro anos de morada sozinha, não posso deixar passar o dia 29 de março em branco, adoro falar sobre datas significativas na minha vida e, esta é, sem dúvidas, uma delas! Se eu fechar os olhos, vejo minha "despedida" de meus pais e como aquilo me deixou apreensiva...
Algumas coisas mudaram nesse período, como a minha necessidade de convidar todo mundo para vir me visitar, agora quem que quiser vir, é só se escalar, não sinto mais essa angústia, ainda bem! A necessidade de deixar a casa sempre com cara de casa de boneca também!
Tive momentos inesquecíveis e espero ter muito mais ao longo dos próximos anos, tomei decisões importantes, tive alguns momentos de tristeza, muitos momentos de alegria, uma única comemoração de aniversário aqui nele e algumas noites de dormida com meus pequenos sobrinhos, isso tem tempo que não acontece, apesar de ser sempre confuso!
Sozinha, desenvolvi a capacidade de aprender ainda mais a conviver comigo mesma, vi meu carrossel de emoções ser mais ou menos domesticado e, sem sombra de dúvidas, aprendei a amar ler! Tenho tido muitas e muitas horas de relação de amor com minha cama, meu sofá e minha rede fazendo a leitura de meus livros e dos livros que pego emprestado. Esse hábito nunca foi tão latente na minha vida!
Ainda sonho com alguns momentos inéditos como um jantar feito por amigos que sabem cozinhar, uma noite divertida de jogos, outras farrinhas intimistas e outros desejos secretos, que não posso revelar, né? Morar só permite ter segredos muito mais interessantes!
E assim, começo o dia de meus parabéns de casa nova pensando que ainda estou com problemas na pia de meu banheiro, precisando agendar a recolocação de pedra de cerâmica quebrada por causa de um vazamento na minha vizinha de baixo, já que ter casa, implica em ter problemas domésticos também...
Mas, mesmo ainda pedindo ajuda de meu pai com algumas atividades, ter minha própria casa me fez ter responsabilidades e possibilidades que nunca tive morando com os meus pais, isso é fato! Às vezes, dá vontade de não ter tantas coisas para fazer mas, sempre passa...
Aí, continuo na minha experiência gostosa e bem interessante que é ter momentos em que tudo precisa ser decidido por mim, que era coisa que fiz pouco na casa de meus pais e era muito cômodo, não vou negar!
E, para comemorar, tenho essa manhã chuvosa que me deixa doida de vontade de ler um novo livro mas, não posso pois o trabalho me consome o juízo e o tempo, estou entrando em semana de provas!
Que muitos outros anos sejam comemorados no meu “cafofo”, que novos desafios e novas possibilidades sejam sempre o meu impulso para um novo dia na minha casinha pequenina mas, muito desejada. Ter casa é uma realização que me faz ser mais independente, isso é fato.
Flávia Guerra (29/03/16)    





segunda-feira, 28 de março de 2016

Bom dia!!!

E o feriadão acabou e a vida segue na correria de sempre... E, depois de um feriado de leituras, segue meu texto de semana passada ainda não postado para o início de um nova semana! Que novas paixões possam sempre surgir nas nossas vidas e que os novos sabores façam parte de nossa vida!






E a paixão pelo sushi agora é fato consumado...

Eu nunca tive nenhuma atração por sushi, apesar de amar crustáceos de uma forma geral e curtir muito caranguejo, sururu e outras delícias. Sempre achei o aspecto dos sushis muito atrativo mas, tenho minhas ressalvas por ser um produto muito manipulado e por nóia de inspetora mesmo!
A primeira provada não me atraiu nem de longe para ser uma consumidora mas, era preciso provar de novo para ter certeza de que não gostava daquele produto tão adorado por muitas amigas minhas. Não podia continuar afirmando que não gosto de algo que só comi uma única vez.
E aí, surgiu um restaurante aqui perto de casa, que me fez rever todos os meus conceitos e ando admitindo que estou apaixonada por sushi, já entendo um pouco dos nomes e já tenho os meus preferidos. Lógico que as frequentes idas tem relação com o fato de ser geograficamente favorável para mim!
Descobri no sábado passado que fui numa semana com uma amiga (a que me levou lá pela primeira vez), aí quinze dias fui com outra, que é declaradamente viciada e quinze dias depois com outra que também gosta, foi engraçado fazer essa análise e até comentou com o dono de lá.
Agora chegando a semana santa, onde o consumo de crustáceos é grande, eu vou me esbaldar! Tenho uma memória afetiva pelo feijão de côco que minha tia faz, apesar de não comê-lo já fazer um tempo, adoro peixe de côco, bolinho de bacalhau e todas as delícias relacionadas à essa época.
Tinha programado outra ida ao sushi hoje mas, já foi desprogramado por questões de trabalho mas, iria sem problemas, mesmo tendo ido lá no último sábado e ter comido bastante, inclusive. Tem uma entrada para o combinado de 20 peças é uma delícia!
Venho desejando comer sushi de forma muito mais frequente e até já fui outro dia comer sozinha lá, depois de minhas aulas, estava com saudades. Assim, é impossível não admitir que o sushi é a minha mais nova paixão e o restaurante ainda vai lucrar muito com minhas idas e com minha propaganda aos amigos!
Apesar da paixão, não como eu qualquer lugar, não recomendo rodízio de sushi e nem restaurante como churrascarias que tem como ponto forte carnes e não esse tipo de culinária. Prefiro esperar um pouco mais para ter o meu feito na hora e ter uma certa segurança, afinal, não tive nenhuma diarreia desde que comecei a comer lá, isso é fato!

Flávia Guerra (23/03/16)

domingo, 20 de março de 2016


Boa noite meus leitores e leitoras de meu blog!

Sei que todos já pensaram sobre o assunto mas, escrever, acho que só eu me dou ao trabalho!!! Afinal, isso é coisa para quem gosta de escrever... Divergir faz parte da vida mas, isso tem que ser ponderado, senão, as pessoas vão se odiar cada vez que não pensarem do mesmo jeito, não é verdade?
Flávia Guerra





E as divergências seguem para movimentar nossas vidas...

Essas últimas semanas estamos vivendo momentos bem delicados no cenário político e acabo de ouvir uma informação que me faz sempre pensar sobre: em todos os protestos que andam acontecendo (e nos anteriores também) sempre apresentam uma divergência significativa entre os números divulgados pela polícia, pelos organizadores e institutos de pesquisa!
Os organizadores declaram que são 2000 mil pessoas e a polícia disse que não passava de 200 pessoas. Como pode ser tão discrepante uma mesma informação? Onde se esconderam essas outras 1800 pessoas? Nem nos bolsos dos outros dava, a conta não fecha!!
É muito interessante isso, só ouvi algumas poucas vezes, como agora pouco, os números serem iguais ou próximos, isso é quase uma lenda. Os organizadores sempre puxam para cima e os órgãos do governo para baixo! Claro que é uma matemática impossível de fechar...
E fora esse aspecto, temos outros que podemos discutir sobre essa duplicidade de informações sobre o mesmo assunto. Em brigas de namorados ou casais como um todo. Uma parte sempre vai dizer que a culpa foi de um e o outro vai dizer que a culpa foi do outro, difícil chegar num denominador comum, na maioria das vezes.
E as histórias que ouvimos de nossos amigos, que ora falam de dados numa magnitude e noutra situação, dependendo do público, podem aumentar significativamente, isso é comum!
E assim vamos seguindo com essa dualidade de informações, sem saber qual a exatidão de tudo que dizemos ou ouvimos... Muitas vezes, a forma de tentar retratar nossa vontade de mudar fica claro, quem nunca disse a frase: Eu pedi umas 300 vezes a mesma coisa e você não fez!
Números divergem, informações divergem, as pessoas divergem, e a vida sempre vai se apresentar de forma divergente (ou diferente?) todos os dias! Qual o número de vezes que nos sentimos tristes na vida? Ouso dizer que ninguém tem números precisos e parece não ser tão importante lembrar disso...
E qual o número de vezes que ficamos felizes e queríamos que aquele momento não acabasse nunca? Difícil mensurar isso, sempre haverá divergência e imprecisão nesse número, a gente sempre quer puxar ele para cima, sem dúvidas!
Eu, como a maioria das pessoas, oscilo entre momentos de tristeza e de alegria mas, espero que as pessoas que convivem comigo sempre tenham tido um número significativo de coisas boas feitas ao meu lado muito maior, quando comparados ao número de coisas ruins.
Não tenho revisitado meus pensamentos procurando os momentos tristes e espero que eu estime um número sempre menor do que o que realmente aconteceu, igual aos números da PM ou Datafolha nas manifestações, quando comparados ao dos organizadores...

Flávia Guerra (20/03/16)

sexta-feira, 11 de março de 2016

Bom dia!!!

Estou sempre pensando que as coisas que me incomodam, me fazem parar para escrever alguma coisa... Servir bem, com precisão e gentileza é algum, cada dia mais difícil de se encontrar!! Vou sempre torcer que o segmento de serviços melhore, pois nós sempre vamos usá-los e é muito bom ser bem tratada!!!
 




E as pessoas que trabalham com público têm muito a aprender ainda...

Sempre gostei de ir a restaurantes, cafeterias, barzinhos e outros lugares para provar as comidas e encontrar meus amigos. E, um dos fatores que me faz voltar nesses lugares é, sem sombras de dúvidas, um bom atendimento!!
Tive muitas experiências negativas, que normalmente culminaram no não retorno àquele local mas, algumas vezes, até voltava, por comodidade, a música boa, mesmo com um atendimento bem ruim!!
Assim foi com um restaurante aqui perto, que ameacei várias vezes não voltar mais e, vira e mexe, eu volto. No semestre passado, fui várias vezes lá na sexta a noite, por causa da música!
Além de achar o preço meio fora do padrão, parece que as porções andam diminuindo, não posso provar, é só especulação... E, sempre me divirto com o atendimento ruim. Teve um dia que estava fazendo o pedido e o garçom saiu antes de eu terminar e brinquei dizendo para a gerente que eu precisava do zap zap dele para mandar mensagens e finalizar!!!
Eu gosto muito de ir em supermercados que eu não espero muito nos caixas, sou extremamente impaciente, não vou mentir!!! Fui num aqui perto de casa na semana passada, que tinha até engarrafamento de carrinhos, uma coisa!! Até brinquei dizendo que estava quase uma prévia do Galo da Madrugada!!
Claro que perguntei para a caixa se era uma promoção especial e ela disse que não, a noite era sempre assim e que calma era de manhã. Dado o recado, só retorno lá nesse horário mais calmo, ou vou para o outro que nunca tive problemas, mesmo mais longe de minha casa.
Fui num mercadinho essa semana que não tinha quase nada do que eu queria mas, tinha um biscoito que adoro e eu não tinha os 20 centavos que fazia parte do preço e nem a moça tinha troco. Aí ela recebeu a parte inteira e disse: traga mais tarde os 20 centavos.
Não pude voltar no dia mas, ontem, antes de trabalhar, passei e deixei a enorme quantia pensando: só pela sua mesquinhez, perdeu uma cliente!!! Achei super desnecessário essa cobrança mas, se ela julga que é necessário, eu só posso acatar e fazer a minha parte.
E num outro estabelecimento, o bom atendimento foi determinante para eu volte lá muitas vezes. No famoso sushi daqui de perto de casa, o dono é sempre de uma atenção incrível, digna de reconhecimento!
Outro dia, minha amiga foi lá comprar sushi para levar para casa e conversando, falou que tinha batido um monte de farmácias e não tinha encontrado o repelente da filhinha dela e ele, prontamente trouxe um extra que ele tinha comprado para a filha dela e deu para ela de presente!
Acho que muitos comerciantes precisam fazer um treinamento antes de abrir um negócio, tem determinadas situações que podem ser poupadas por parte dos clientes!! Caso contrário, os clientes vão procurar outro local...
Vivi muitas situações de grosseria aqui na minha cidade, em outras cidades e no Rio de Janeiro, nas últimas vezes que estive lá e até um Nova York, onde a caixa de uma famosa farmácia lá quase gritava cada vez que ficava livre: NEXT!!! Isso eu nunca esquecerei, tenho certeza!!

Flávia Guerra (10/03/16)

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Bom dia prezados leitores e leitoras!!!

As coisas e os atos simples da vida sempre me deixam com boas lembranças...Não tenho muitas fotos com minha primeira bike mas, o mais importante é o que lembramos dela, não é verdade? Minhas recordações de infância são maravilhosas... 




E hoje, em especial, bateu saudades da magrela...

Em julho desse ano vai fazer uns quatro anos que comprei uma bicicleta mais organizada (entenda-se: de marchas!!) para mim, pois já tive outras mais “pebinhas” e não dava muita atenção e nem poderia usufruir delas em ciclofaixa, como hoje na minha cidade.
Como tivemos o projeto da ciclofaixa aqui no meu bairro, comecei a andar de bike aos domingos de manhã cedo com minhas irmãs e meus sobrinhos e depois fiz um grupinho de amigas para executar tal tarefa... Era sagrado quase todo domingo, ou andava no entorno da lagoa ou íamos ao Recife Antigo, para esticar o percurso e lá ver o movimento e fazer um lanchinho, que era quase sempre acaí ou sorvete...
Outro dia estava falando que minhas irmãs e meus sobrinhos meio que pararam de ir e só eu tinha continuado no propósito das pedaladas aos domingos, já que durante a semana só uso a bike para ir na academia. E aí hoje, acordei pensando em como meu hábito foi ficando escasso e nem me lembro a última vez que andei de bike num domingo de manhã e nem fui no Recife Antigo ainda esse ano.
Eu tenho ciência de que hoje não dava, acabo de passar dias meio acamada com uma gripe chatinha mas, ando pensando como o meu propósito de não deixar de andar nos dias de ciclofaixa foi ficando pelo caminho, apesar de sempre querer retomá-lo.
E fiquei pensando também como em dois anos tantas coisas aconteceram com as minhas amigas de aventura... Uma foi morar em outro município, a outra divide residência em dois municípios, uma ainda pode me acompanhar mas, temos tido esse momento de lazer bem esporadicamente...
Espero, que em breve, eu consiga aumentar o uso de minha magrela, pois a sensação de andar de bike sempre me seduziu. Adoro aquela brisa no rosto, a sensação de manter o equilíbrio enquanto pedalo, entre outros tantos benefícios da pedalada me fazem ter essa reflexão...
Além do tudo, andar de bike, remete a um dos períodos mais felizes de minha vida: a minha infância. Ainda tenho na minha mente a cena de meu pai me soltando para eu andar sozinha e a minha queda logo em seguida quando vi, pela sombra, que ele não estava mais me segurando!!
Engraçado como algumas aprendizagens são realmente para a vida eterna, essa, com certeza, foi para mim! Andar de bike, por exemplo, me ensinou a ter liberdade mas, como moderação, sei que se eu andar muito rápido posso perder o controle da direção!
Por fim, aprender a andar bike me ajudou a ter equilíbrio, coisa que tenho às vezes demais e às vezes de menos mas, trabalho sempre nele, para não tombar diante das adversidades da vida...

Flávia Guerra (28/02/16)
       

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Boa noite, queridos leitores e leitoras!!!!

E mais uma reflexão vira texto... O pior é saber que a nossa realidade é cada dia mais ser tomado pela tecnologia!! E os tablets vão substituindo as brincadeiras bobas de criança...



E as pessoas vão trocando o convívio pela tecnologia

Todos os dias a gente vai observando como a tecnologia impactou nas nossas vidas de uma forma tão decisiva que não sei que um dia vou conseguir entender e fazer isso não ser tão triste!!Sempre que converso com meus pais, vejo o quanto a inclusão de tablets e celulares na vida de meus sobrinhos estão deixando-os distantes de todos nós, isso é fato!
Há pouco anos atrás, eles se divertiam brincando de mexer na areia e com sobreposição de pegadores de roupas no quintal da casa de meus pais e adoravam sentar no banquinho e ouvir as conversas fantasiosas de meu pai, que sempre foi conhecido como o encantador de crianças!
Eu adorava ficar conversando besteiras com eles, fazia umas brincadeiras bestas só para tê-los por perto mas, ultimamente tenho ficado muito irritada com o tempo que eles gastam na frente de jogos e, para não ser a tia chata, estou sem procurar fazer alguns momentos, mesmo sentindo falta deles e achando que isso não é legal no fortalecimento de laços...
Não consigo entender como é que as crianças estão fascinados por aqueles jogos com musiquinhas insuportáveis e ficam com os olhos sendo desgastados pela luminosidade tão naturalmente...
Eu ando num período de gastar muitas horas no computador, por causa do trabalho e, sinceramente, não acho isso legal, vivo com os olhos lacrimejando. E dou graças a Deus de não ter gasto tanto minha vista na infância, vim ter celular e computador muito tardiamente na minha vida...
Até curto meu telefone, principalmente, quando estou sozinha em casa, para matar o tempo e me conectar com as pessoas que não posso ver sempre, eu admito que mudei minha relação com ele depois de podar acessar tudo dele, não vou mentir!
O pior de tudo é admitir que muitas vezes as pessoas estão juntas num mesmo ambiente e nem se percebem, cada um interage com seus aparelhos, falam com quem não está perto mas, são incapazes de olhar no olho da pessoa que está ao lado dele, isso é muito surreal!
Enfim, não tenho forças e nem a ilusão de que isso pode mudar um dia mas, tenho o direito de me assustar sobre o tema e lamentar que a tecnologia seja tão poderosa que vence o desejo das pessoas se notarem e se curtirem, como o fizeram num tempo não tão distante! É a (duvidosa) EVOLUÇÃO!

Flávia Guerra (25/02/16)  
    

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Boa tarde queridos leitores e leitoras de meu blog!!!

E coisas do cotidiano são muito fascinantes para mim... Qualquer motivo vira texto! E avaliar nossa postura diante de alguns fatos é algo que gosto muito de fazer... E esse tema já gerou outros tantos na minha cabeça!! Sempre faço reflexões sobre relacionamentos, relações, conhecer gente nova, sentir-se bem com pessoas, enfim, a vida como um todo!!





Pense numa frase que causa uma enxurrada de perguntas!!!

Eu estava pensando aqui como as mulheres são curiosas, muito mais que a maioria dos homens, apesar de alguns serem bem curiosos também... Mas, a curiosidade sobre fatos e dados cresce, vertiginosamente, quando o assunto é vida amorosa, para ambos os sexos, eu acredito!
Se formos para a rua, a possibilidade de conhecer novas pessoas aumenta consideravelmente, claro! Mas, conhecer pessoas dá muito trabalho, e quase sempre eu me esquivei de conhecer muita gente. Se eu sair para dançar, isso fica ainda mais fácil, só danço e não puxo muita conversa...
Claro que sempre gosto de conhecer alguém novo mas, agora que estou com disciplina nova e ando gastando horas no computador organizando aulas, o tempo anda bem escasso e estou meio sem interesse em “gastar” tempo fornecendo mil informações à novas pessoas!
Engraçado que nesses dias eu pensei que tenho dito pouco e com muito cuidado a frase: É QUE EU CONHECI ALGUÉM!!! Rapaz, depois de proferir esse mínima frase a enxurrada de perguntas que se segue é infinita!!!
As amigas mulheres, que não estavam como você no dia em que você conheceu a figura, vão te encher de perguntas, tipo: Ele é bonito? É alto? É cheiroso? Tem filhos (essa pergunta para os homens de minha idade é super esperada)? Sabe dançar?
Algumas perguntas podem até ser suprimidas, dependendo do lugar onde a gente se conheceu, como dançar, pois quem eu conheci num forró, já deixo claro que sabe dançar e isso já conta mil pontinhos para pessoas como eu que adora, entre tantas coisas, de remexer o esqueleto...
Algumas impressões não podemos ter no primeiro, nem mesmo no segundo encontro e algumas perguntas são muito sem graça de perguntar, engraçado isso! Alguns homens que conheci fazem, às vezes, tantas perguntas que brinco dizendo que me sinto numa pesquisa de Censo do IBGE!
E meu instinto de curiosidade muitas vezes é diminuído quando me sinto a vontade de conversar com a pessoa e foco, não necessariamente em dados sobre ela mas, sobre outros assuntos como viagem, habilidades, enfim, acho que estou mudando um pouco com a idade, essa é a minha explicação mais plausível para o fato!
Mas, apesar de tudo, do tempo escasso, da pouca paciência, de não querer mais quebrar a cara em relações desgastantes, reconheço o poder que a expressão: EU CONHECI ALGUÉM tem na minha vida e, de quebra, na vida de meus amigos e amigas e de meus sobrinhos (em especial Bruno, que vive me perguntando agora se eu estou apaixonada por alguém no momento!!), que sempre estão esperando por isso, sei bem disso!!!

Flávia Guerra (22/02/16)