terça-feira, 17 de julho de 2012

Queridos leitores,

Acredito que bons sentimentos devem ser difundidos e, cá eu o faço. Escrevi um textinho sobre ser querida e vim postá-lo para que sirva de reflexão, é sempre bom... Uma semana de muita paz e muitas realizações!!!

  


Sentir-se querida, realmente não tem preço...

Eu costumo ligar para meus amigos sem motivo, por qualquer coisa que os lembre, sempre que tenho alguma novidade ou quero saber as novidades deles e, especialmente, no dia do aniversário de cada um.

Acho importante ouvirmos a voz de nossos amigos mas, quando não consigo falar, deixo uma mensagem ou, na atual conjuntura e, para quem está na rede, deixo um recado no face, que é a mania do momento.

Vira e mexe, esqueço o dia do aniversário de alguém, principalmente quem não tem face, confesso. Tenho uma ex-sogra (diga-se de passagem que tem mais de 15 anos que namorei o filho dela) que me liga e me leva presente todos os anos no meu aniversário e faço o mesmo com ela.

Engraçado que por uns 3 anos seguidos esqueci dela no dia do aniversário e ligo, 2 ou 3 dias depois, nunca esqueço de todo. Esse ano, para não quebrar a tradição, esqueci do dia dela que foi ontem, mas, hoje já lembrei e liguei na mesma hora para não ficar tão distante do dia.  

Sabemos quem tem carinho pela a gente mas, na maioria das pessoas esse sentimento é meio velado, quase nunca externamos o que sentimos, acho que por vergonha, ou medo de se expor, não sei bem ao certo...

Engraçado que ao falar com ela e parabenizá-la, ela agradeceu o carinho e disse: você pode vir aqui quando quiser na minha casa, é sempre bem vinda e mora no meu coração! Achei isso tão confortante pois, é tão pouco dito por grande parte de nossos amigos, que até esquecemos que somos especiais para algumas pessoas...

Acredito que podemos viver sem ouvir esses comentários mas, confesso que fique mais feliz em ouvir dizer que sou querida, coisa que infelizmente não ouvimos muito e vamos acreditando que ninguém mais é importante para ninguém, o que não é verdade, graças a Deus!!!

Flávia Guerra (08/07/12)
 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Diletos (as) leitores (as):

Semana nova, pede textinho novo, não é verdade??? Ando escrevendo coisas relacionadas ao meu dia a dia, que não é lá essas coisas de tão interessante mas, me agrada muito... Espero que gostem do que estou a falar e continuem nas leituras! Beijos e excelente semana!


O que eu realmente preciso? Posso falar?

Quando decidi ir morar sozinha, todo mundo ficava falando que eu devia fazer um chá de casa nova, que eu podia fazer tipo uma lista de casamento para ser circulada entre meus amigos e amigas e eu até cheguei a pesquisar na net como seria um modelo de um chá desses mas, desisti e resolvi montar quase tudo com meus próprios recursos.

Claro que ganhei presentes de meus pais, irmãos, tias, amigas e amigos e até de meus alunos, e tenho um que é queridíssimo que é o meu burrinho, as crianças que me visitam adoram mexer no pobre!!!

Mesmo sabendo que já estou com a casa bem estruturada, por uma questão de etiqueta, as pessoas que vão visitar minha casa nova perguntam o que eu estou precisando e, sempre respondo que não preciso de mais nada, que é uma forma bem educada de não pedir presentes, não é verdade?

Até preferi comprar minhas próprias coisas, pois assim, a casa tem realmente minha cara, não sei se todos sabem exatamente do que eu gosto, não sou muito fácil com relação a produtos que vão durar por muito tempo, sempre fui do time de compra roupas e sapatos ou coisas que tem um prazo de validade relativamente curto...

Ainda na semana passada recebi um presente de minha amiga de tempo da faculdade, super estiloso, eu adorei. No outro dia, fui questionada por uma prima sobre o que eu preciso e fiquei na dúvida do que sugerir.

Até tem algumas coisas que ainda preciso mas, quando ela perguntou o que eu precisa, na hora eu pensei: de um namorado novo!!! Na verdade, o namorado novo não vai ser parte permanente do apê mas pode visitá-lo com uma frequência que me faça me sentir acompanhada, né?

Flávia Guerra (08/07/12)

sábado, 30 de junho de 2012

Prezados leitores!

Passado o momento de pouca inspiração, volto a tona com meus novos textinhos. De novo, o assunto é criança - mais especificamente, meu sobrinho, que sempre me surpreende com perguntas inusitadas. Não me canso de rir com tudo de vem das crianças, eles são tão espontâneos que dá até medo...




Como nossas crianças reproduzem o que nós fazíamos...

Engraçado que vejo que meus sobrinhos reproduzem muito do que fazíamos na infância, apesar de estarmos vivendo num momento bem diferente, no fundo, toda criança tem uma essência investigadora que não muda...

Havia prometido levar meu sobrinho para ir dormir comigo desde que me mudei e só na noite de São João, é que ele foi dormir comigo, dividindo a cama e, claro, fazendo mil perguntas até dormir de verdade.

Como eles fazem as perguntas que a gente fazia quando era criança, apesar deles nunca terem conhecimento dessa prática. Claro que as crianças de hoje em dia são muito mais perspicazes que nós, nossa inocência era imensa e tínhamos muito menos estímulos!!!

Mesmo com tantas diferenças, vi meu sobrinho fazer exatamente a mesma indagação ao ir tomar banho após a meia noite em minha casa. Ele tinha brincado horrores e estava podre, incluindo os cabelos, claro!

Apesar dos cabelos dele estar podre de fedendo a fumaça, o bom senso pedia que ele não lavasse os cabelos naquele horário e ir dormir com eles molhados, o que podia fazê-lo adoecer sem necessidade. Engraçado que ele ao entrar no banheiro foi logo perguntando: lavo o cabelo?

Essa pergunta, eu e meus irmãos fizemos inúmeras vezes quando éramos pequenos e não tínhamos discernimento para decidir se era uma boa hora ou não de fazer aquilo, que coisa engraçada...

Flávia Guerra (30/06/12)   

terça-feira, 26 de junho de 2012


Olá prezados leitores,

Ando sem muita inspiração para escrever novos textos mas, ainda assim consegui escrever um textinho para alimentar meu blog. Espero ter deixado vocês na expectativa de uma novidade e que eu possa criar muitos novos textos já que escrever me faz ser uma pessoa melhor! Um excelente resto de semana para todos. E sejam forte, faz bem, apesar de às vezes, ser muito difícil...




Ser forte é sempre algo que nem sempre sabemos que somos...

Acho que todos nós temos medo ou nos julgamos fracos diante de algumas situações e, como isso é ruim, nos deixa meio para baixo, em apuros, desprotegidos...

Não acredito que eu seja uma pessoa com poucos medos, alguns já foram superados com muita maestria, outros ainda não mas, a vida é longa e posso ir administrando isso até ser bem velhinha...

Quanto a ser forte, não me achava assim, porém ando passando alguns momentos que estão me mostrando como eu sou forte e como posso administrar as minhas atitudes.

Isso é bom pois, quando fazemos algo sem pensar muito, somos impulsiva, quando pensamos demais, somos indecisas e quando pensamos só o suficiente para termos certeza de que aquilo é a melhor coisa a fazer isso é coerência e, é bem difícil tê-la...

Ando sendo coerente e isso tem me feito ser uma pessoa mais forte, isso é um fato que anda me deixando muito feliz, apesar de saber que nem sempre ser forte nos deixa mais segura...

Nunca estive tão certa de que tomar decisões é difícil mas, decidi não empurrar com a barriga coisas que me fazem mal, é preciso coragem para enxergar coisas boas e coisas ruins e tirar as últimas de nossas vidas...

Espero que minha força cresça a cada dia e que eu possa estimular outras pessoas a serem fortes também, já que dizem que o que é bom é para ser reproduzido...

Flávia Guerra (21/06/12)    

terça-feira, 22 de maio de 2012

Bom dia, meus leitores!!!

Ando escrevendo textos muito intimistas, daí não ter puplicado ultimamente nenhum deles... Resolvi escrever um mais amplo sobre o que esperar de um namorado e vim cá publicar para os senhores! Espero que gostem e que não estejam nesse procura, desejo que já tenham encontrado alguém que faz isso tudo e muito mais por voces!!!

Beijos e uma excelente semana!!!






Eu quero um homem que faça eu me sentir plena, nada mais...

A ideia de encontrar um homem perfeito está complemente fora de cogitação, nunca acreditei muito nela e cada vez que vamos conhecendo as pessoas vamos vendo que elas sempre vão ter defeitos ou alguma coisa que possam nos desagradar, é da vida...

Quando eu penso na figura de um namorado, penso o que quero dele: um companheiro, que me ache muito mais interessante do que gostosa, me ache fresquinha mas, pé no chão ao mesmo tempo, surpreendente, mesmo que algumas vezes seja temperamental, divertida e dramática (normal para nós mulheres!), enfim, que ele possa ver muitos adjetivos em mim, e que desperte isso em mim também.

Não quero nada além da conta, só quero que ele lembre de mim quando falar sobre algum assunto específico, ou pense em comprar algo quando ver que combine com minha casa, ou compre algo para mim sem ter motivo, que me abrace enquanto eu estiver preparando uma comidinha para a gente, que me convide para ir ao cinema de vez em quando, que vá comigo ou ao meu encontro nas festinhas de família, que saia para dançar de vez em quando, que me acompanhe em algumas ocasiões que considero importante, que me pegue no trabalho de tempos em tempos, enfim, a lista é grande mas, completamente dentro dos padrões da normalidade...

Enfim, quero ter alguém que me chame pelo diminutivo sem que eu também comentado que essa é a forma que eu mais gosto de ser chamada e que curta a minha família e, em especial, meus sobrinhos que são a minha paixão maior, declarada aos quatro cantos!!

Quero ter um homem que saiba me entender, que me abrace de um jeito que eu me sinta a pessoa mais acolhida do mundo, que quando dance comigo me faça sentir uma sensação muito gostosa, que me escute e que goste que eu o escute e que goste também de dar muitas bicotas (uma mania que tenha desde muito tempo), andar de mãos dadas, dar muitas risadas de minha besteiradas e “viagens” e queira ser muito feliz ao meu lado.

Gosto de ter um namorado que faça eu me sentir uma pessoa especial, que transmita a sensação que fui escolhida entre tantas como a mais interessante para ser namorada e que, apesar de todos os meus defeitos, posso ser uma companheira bacana e exerço com certa maestria a minha função de mulher, já que a de filha, irmã, tia, amiga, profissional, e outras tantas. eu sei que exerço com alguma habilidade... 

 Flávia Guerra (22/05/12)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Prezados leitores de meu blog!!!

Este textinho é bem interessante para quem tem apreço pelo dom de  fazer as pessoas rirem. Apesar de algumas vezes ser meio rude (eu tenho noção de minhas chatices!!!), normalmente sou uma pessoa que procura ver a vida com uma certa leveza, faz parte da vida. Que eu continue tendo momentos de inspirações e possa ter a contribuição de meus familiares nesse processo criativo! Beijos e uma excelente semana para todos.




Está no sangue da família fazer graça, tenho certeza disso...

Eu sempre tive como marca registrada ser agitada, falar muito, ser braba, entre outras coisas, como ser um pouco engraçadinha, gostar de piadinhas em qualquer momento, é uma coisa que flui sem eu nem pensar...

Faço tão naturalmente graça que, quando vi, já foi, mesmo que a hora nem seja a mais adequada, é uma coisa que sempre fiz e, tenho um grande espelho que é meu pai, que faz graça com a mesma naturalidade.

Como estou morando na minha própria casa, ando convivendo menos com papai e, consequentemente, tenho visto pouco as graças que ele faz no dia a dia. Por esses dias tive a oportunidade de vê-lo em ação e lembrei desse dom de família e tive a inspiração de escrever um novo textinho.

Deixei algumas roupas na casa de minha mãe para usar quando eu vou passar o dia por lá e algumas estão sem ser usadas tem um tempinho. Usei um shortinho curtinho que comprei uns dois anos atrás para o carnaval e assim que apareci na sala com o short, ele soltou a pérola: tem certeza que esse short é teu? Se tu se baixar duas vezes vais rasgar o fundo dele...

Outra coisa que ele fala sempre é que se compramos alguma coisa muito barato, ele logo diz: vai se acabar na segunda lavada ou vai rasgar em pouco uso, é impressionante como nada que é barato para ele tem valor, o que nem sempre é verdadeiro mas, ele vê desse jeito...

Quando uso alguma blusa mais ousada ou um biquine menor, ele vai logo fazendo um comentário e eu sempre tenho uma desculpa para dá. Alego sempre que é por que o antigo era muito isso, ou é marca que faz isso, e ele tenta entender e até diz coisas engraçadas mas, nunca vai se acostumar com a ousadia de minha geração, que é muito diferente da dele!!!    

Alem de meu pai, tenho meu irmão também com esse dom e sempre que pode, faz uma gracinha, é uma coisa que faz parte da família, é um dom que quero carregar para o resto de minha vida pois, adoro fazer as pessoas rirem, de preferência com um humor inteligente.

Flávia Guerra (07/05/12)