sábado, 30 de junho de 2012

Prezados leitores!

Passado o momento de pouca inspiração, volto a tona com meus novos textinhos. De novo, o assunto é criança - mais especificamente, meu sobrinho, que sempre me surpreende com perguntas inusitadas. Não me canso de rir com tudo de vem das crianças, eles são tão espontâneos que dá até medo...




Como nossas crianças reproduzem o que nós fazíamos...

Engraçado que vejo que meus sobrinhos reproduzem muito do que fazíamos na infância, apesar de estarmos vivendo num momento bem diferente, no fundo, toda criança tem uma essência investigadora que não muda...

Havia prometido levar meu sobrinho para ir dormir comigo desde que me mudei e só na noite de São João, é que ele foi dormir comigo, dividindo a cama e, claro, fazendo mil perguntas até dormir de verdade.

Como eles fazem as perguntas que a gente fazia quando era criança, apesar deles nunca terem conhecimento dessa prática. Claro que as crianças de hoje em dia são muito mais perspicazes que nós, nossa inocência era imensa e tínhamos muito menos estímulos!!!

Mesmo com tantas diferenças, vi meu sobrinho fazer exatamente a mesma indagação ao ir tomar banho após a meia noite em minha casa. Ele tinha brincado horrores e estava podre, incluindo os cabelos, claro!

Apesar dos cabelos dele estar podre de fedendo a fumaça, o bom senso pedia que ele não lavasse os cabelos naquele horário e ir dormir com eles molhados, o que podia fazê-lo adoecer sem necessidade. Engraçado que ele ao entrar no banheiro foi logo perguntando: lavo o cabelo?

Essa pergunta, eu e meus irmãos fizemos inúmeras vezes quando éramos pequenos e não tínhamos discernimento para decidir se era uma boa hora ou não de fazer aquilo, que coisa engraçada...

Flávia Guerra (30/06/12)   

terça-feira, 26 de junho de 2012


Olá prezados leitores,

Ando sem muita inspiração para escrever novos textos mas, ainda assim consegui escrever um textinho para alimentar meu blog. Espero ter deixado vocês na expectativa de uma novidade e que eu possa criar muitos novos textos já que escrever me faz ser uma pessoa melhor! Um excelente resto de semana para todos. E sejam forte, faz bem, apesar de às vezes, ser muito difícil...




Ser forte é sempre algo que nem sempre sabemos que somos...

Acho que todos nós temos medo ou nos julgamos fracos diante de algumas situações e, como isso é ruim, nos deixa meio para baixo, em apuros, desprotegidos...

Não acredito que eu seja uma pessoa com poucos medos, alguns já foram superados com muita maestria, outros ainda não mas, a vida é longa e posso ir administrando isso até ser bem velhinha...

Quanto a ser forte, não me achava assim, porém ando passando alguns momentos que estão me mostrando como eu sou forte e como posso administrar as minhas atitudes.

Isso é bom pois, quando fazemos algo sem pensar muito, somos impulsiva, quando pensamos demais, somos indecisas e quando pensamos só o suficiente para termos certeza de que aquilo é a melhor coisa a fazer isso é coerência e, é bem difícil tê-la...

Ando sendo coerente e isso tem me feito ser uma pessoa mais forte, isso é um fato que anda me deixando muito feliz, apesar de saber que nem sempre ser forte nos deixa mais segura...

Nunca estive tão certa de que tomar decisões é difícil mas, decidi não empurrar com a barriga coisas que me fazem mal, é preciso coragem para enxergar coisas boas e coisas ruins e tirar as últimas de nossas vidas...

Espero que minha força cresça a cada dia e que eu possa estimular outras pessoas a serem fortes também, já que dizem que o que é bom é para ser reproduzido...

Flávia Guerra (21/06/12)    

terça-feira, 22 de maio de 2012

Bom dia, meus leitores!!!

Ando escrevendo textos muito intimistas, daí não ter puplicado ultimamente nenhum deles... Resolvi escrever um mais amplo sobre o que esperar de um namorado e vim cá publicar para os senhores! Espero que gostem e que não estejam nesse procura, desejo que já tenham encontrado alguém que faz isso tudo e muito mais por voces!!!

Beijos e uma excelente semana!!!






Eu quero um homem que faça eu me sentir plena, nada mais...

A ideia de encontrar um homem perfeito está complemente fora de cogitação, nunca acreditei muito nela e cada vez que vamos conhecendo as pessoas vamos vendo que elas sempre vão ter defeitos ou alguma coisa que possam nos desagradar, é da vida...

Quando eu penso na figura de um namorado, penso o que quero dele: um companheiro, que me ache muito mais interessante do que gostosa, me ache fresquinha mas, pé no chão ao mesmo tempo, surpreendente, mesmo que algumas vezes seja temperamental, divertida e dramática (normal para nós mulheres!), enfim, que ele possa ver muitos adjetivos em mim, e que desperte isso em mim também.

Não quero nada além da conta, só quero que ele lembre de mim quando falar sobre algum assunto específico, ou pense em comprar algo quando ver que combine com minha casa, ou compre algo para mim sem ter motivo, que me abrace enquanto eu estiver preparando uma comidinha para a gente, que me convide para ir ao cinema de vez em quando, que vá comigo ou ao meu encontro nas festinhas de família, que saia para dançar de vez em quando, que me acompanhe em algumas ocasiões que considero importante, que me pegue no trabalho de tempos em tempos, enfim, a lista é grande mas, completamente dentro dos padrões da normalidade...

Enfim, quero ter alguém que me chame pelo diminutivo sem que eu também comentado que essa é a forma que eu mais gosto de ser chamada e que curta a minha família e, em especial, meus sobrinhos que são a minha paixão maior, declarada aos quatro cantos!!

Quero ter um homem que saiba me entender, que me abrace de um jeito que eu me sinta a pessoa mais acolhida do mundo, que quando dance comigo me faça sentir uma sensação muito gostosa, que me escute e que goste que eu o escute e que goste também de dar muitas bicotas (uma mania que tenha desde muito tempo), andar de mãos dadas, dar muitas risadas de minha besteiradas e “viagens” e queira ser muito feliz ao meu lado.

Gosto de ter um namorado que faça eu me sentir uma pessoa especial, que transmita a sensação que fui escolhida entre tantas como a mais interessante para ser namorada e que, apesar de todos os meus defeitos, posso ser uma companheira bacana e exerço com certa maestria a minha função de mulher, já que a de filha, irmã, tia, amiga, profissional, e outras tantas. eu sei que exerço com alguma habilidade... 

 Flávia Guerra (22/05/12)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Prezados leitores de meu blog!!!

Este textinho é bem interessante para quem tem apreço pelo dom de  fazer as pessoas rirem. Apesar de algumas vezes ser meio rude (eu tenho noção de minhas chatices!!!), normalmente sou uma pessoa que procura ver a vida com uma certa leveza, faz parte da vida. Que eu continue tendo momentos de inspirações e possa ter a contribuição de meus familiares nesse processo criativo! Beijos e uma excelente semana para todos.




Está no sangue da família fazer graça, tenho certeza disso...

Eu sempre tive como marca registrada ser agitada, falar muito, ser braba, entre outras coisas, como ser um pouco engraçadinha, gostar de piadinhas em qualquer momento, é uma coisa que flui sem eu nem pensar...

Faço tão naturalmente graça que, quando vi, já foi, mesmo que a hora nem seja a mais adequada, é uma coisa que sempre fiz e, tenho um grande espelho que é meu pai, que faz graça com a mesma naturalidade.

Como estou morando na minha própria casa, ando convivendo menos com papai e, consequentemente, tenho visto pouco as graças que ele faz no dia a dia. Por esses dias tive a oportunidade de vê-lo em ação e lembrei desse dom de família e tive a inspiração de escrever um novo textinho.

Deixei algumas roupas na casa de minha mãe para usar quando eu vou passar o dia por lá e algumas estão sem ser usadas tem um tempinho. Usei um shortinho curtinho que comprei uns dois anos atrás para o carnaval e assim que apareci na sala com o short, ele soltou a pérola: tem certeza que esse short é teu? Se tu se baixar duas vezes vais rasgar o fundo dele...

Outra coisa que ele fala sempre é que se compramos alguma coisa muito barato, ele logo diz: vai se acabar na segunda lavada ou vai rasgar em pouco uso, é impressionante como nada que é barato para ele tem valor, o que nem sempre é verdadeiro mas, ele vê desse jeito...

Quando uso alguma blusa mais ousada ou um biquine menor, ele vai logo fazendo um comentário e eu sempre tenho uma desculpa para dá. Alego sempre que é por que o antigo era muito isso, ou é marca que faz isso, e ele tenta entender e até diz coisas engraçadas mas, nunca vai se acostumar com a ousadia de minha geração, que é muito diferente da dele!!!    

Alem de meu pai, tenho meu irmão também com esse dom e sempre que pode, faz uma gracinha, é uma coisa que faz parte da família, é um dom que quero carregar para o resto de minha vida pois, adoro fazer as pessoas rirem, de preferência com um humor inteligente.

Flávia Guerra (07/05/12)

domingo, 29 de abril de 2012

Meus diletos leitores!!!

Desculpem-me pela falta de novos textos, foi um momento de pouca inspiração que passei nesse mês... Segue meu novo textinho para a leitura de vocês, espero que gostem... Beijos e uma excelente semana para todos.


Se está na moda, eu estou fora!!!

Eu tenho saído pouco para dançar, dado minhas mudanças e não reclamo disso não mas, confesso que quando fico muito em casa sinto falta de observar o comportamento humano que é uma coisa que me fascina...
Quando saio para dançar, enquanto não faço isso, fico só na observação da vestimenta das pessoas, principalmente das mulheres que adoram ousar em modelitos muitas vezes surreiais!!
Observei numa outra saída a moda das mini saias com tomara e caia e colar de pérolas, agora vi que a moda é vestir vestidos super justos e muito curto, tipo acabou a polpa do bumbum, acabou o vestido, uma coisa de vulgar, quem os usa que me perdoe!
Sei que vestidos são sensuais, bastante femininos mas, acredito que não precisam ser tão pequenos, fica com um de vulgaridade que incomoda, não consigo entender o por quê dessa necessidade de mostrar quase tudo em público, deixa para um momento mais íntimo...
Tenho uma completa veneração por vestidos mas, confesso que os mais longos me fascinam muito mais que os curtos e os super curtos então, nem entram no meu guarda roupa, não faz mesmo meu estilo.
Se por acaso for essa a nova moda, estou muito fora e não vou entrar pois, não acredito que serei mais desejada se estiver quase despida, saio de vestidas mais compostos ou com minhas calças e tenho certeza que serei tão feminina quanto àquelas que vestem esses micro vestidos e não é puritanismo não, é bom senso!!!

Flávia Guerra (28/04/12)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Quem nunca pagou um bom e divertido mico???

Prezados leitores e leitoras de meu blog!!!!

Ando com a cabeça muito ocupada e ando sem tempo para escrever novos textinhos... Em breve, estarei com mil novas ideias e vou bombar com novas escritas, aguardem!!! Vim postar um textinho que gosto muito pois fala de algo que todo mundo já passou: pagar mico! Eu já paguei inúmeros e sempre me divirto lembrando de alguns históricos... Bom restinho de semana para todos e até breve!






Uns micos divertem um pouco nossos duros dias de trabalhos...



Estive esses últimos dias muito estressada (mais do que já sou, claro!!!) em função da chegada do MEC para realizar a visita de reconhecimento do curso de Gastronomia, o qual respondo como gestora há poucos meses e confesso que passei dias de um humor tão negro que, nem eu mesma estava me agüentando, que dirá meus colegas de trabalho...

Cheguei num ponto que minhas conversas tinham, indiscutivelmente, algo relacionado à esse fato e minha dupla de inspeção apelidou meu momento de TPM (Tensão Pré-MEC), que aconteceu simultaneamente a minha TPM de verdade, aí foi a bagaceira completa, depois é que analisei o por que de tanta sensibilidade e vontade de chorar.

Lógico que nesses momentos sempre acontecem coisas engraçadas para marcar o seu estresse e tenho algumas pérolas que foram marcantes. Só para situar, primeiro preciso explicar que é uma dinâmica normal a seguinte situação: um aluno te viu no corredor, sempre tem algo para te falar (preferencialmente de ruim do curso ou da instituição, ou do laboratório ou de algo que nem é para ser falado mas, para não perder o hábito, ele fala!!!). 

Partindo dessa premissa, a primeira situação engraçada é que tenho umas alunas de nutrição que sempre me encontram no corredor querem falar comigo sobre alguma coisa e num desses meus dias de estresse fui parada por elas querendo falar comigo e, claro, fui logo explicando que estava muito ocupada e coisa e tal e elas disseram que estavam ali há um tempão me esperando e eu parei para, pelo menos, saber o que queriam.

Claro que foi pagação de mico pois, as pobres estavam me esperando para me entregarem uma mensagem do dia do professor e uma lembrancinha  para mim. Acho que na hora que soube o que era, fiquei vermelha de vergonha e depois, quando vi a caixa quadradinha pensei que era um dominó (só eu mesma!!!) e fiquei imaginando o por que receber um dominó, não via muito sentido naquele presente mas, tudo certo. A caixinha, na verdade, trazia um par de canetas, bem bonitas, que essas sim, tinham total relação com meu trabalho.

Não me contive e ainda comentei em sala o que tinha ocorrido com os meus alunos de gastronomia e eles (em especial, essa turma tem muitas figurinhas!) disseram que se fosse com eles, tinham confiscada minha caixinha e me dado uma dúzia de BIC!!! Mas eles encaram como muita naturalidade minhas viajadas, eu sei disso...

No outro dia, um professor me ligou e eu havia deixado o celular na bolsa na sala e tinha dado uma saída e quando retornei para sala, nem me dei conta das pessoas que estavam na sala e retornei de imediato a ligação. De repente estava o telefone dele tocando junto de mim, pois ele estava na sala e eu não percebi e, lógico, esse telefonema sem o menor sentido, não foi o mico mas,  o king Kong do dia!!!

Em momentos de stress, ter situações inusitadas é de práxi e, comigo então, é óbvio!!! Eu acho que é até necessário para depois termos algumas recordações engraçadas de momentos tensos pois, o ser humano se supera em todas as situações, sejam elas muito prazerosas ou muito estressantes. Aprendi com tudo isso que, o importante é não se deixar abater e seguir adiante com muitas lembranças e micos na memória...   



Flávia Guerra (23/10/11)

quarta-feira, 7 de março de 2012

Tia coruja sim, com muito orgulho

Prezados leitores e leituras de meu blog, estou de volta!!! 

Eu fui cascavilhar minhas escritas e encontrei esse textinho que fala de um assunto que adoro: ser tia!!! Para quem não tem filhos, ser tia é tudo de bom . Convivo de forma intensa com os meus sobrinhos e eles trazem uma alegria para minha vida que não me imagino viver sem eles por perto.


Não basta ser tia, tem que participar...

A satisfação de dar e receber amor de meus sobrinhos é uma das coisas pelas quais eu mais prezo no momento e olhe que trupe ainda pode aumentar e precisarei me dividir para atender a todos!!!

Eu lembro em muitos momentos de minha infância da satisfação que eu tinha ao ver num desses eventos de escola, a presença de meus pais, minhas avós e claro, minhas tias!! Mesmo sendo, alguns deles, um grandessíssimo programa de índio, lá estavam todos prestigiando e minha tia fazendo uma torcida diferenciada pois, as palmas dela sempre foram bem exageradas!!!

Hoje, os festejos não diferem muito dos de meu tempo de pirralha mas, a diferença é que nem sempre, por conta de meu volume de trabalho, posso comparecer, como minha tia fazia, em todas as festas de meus amores...

Aqueles cenários, com muitas músicas que não escutamos em qualquer rádio, só tem nos CDs das escolas, as coreografias, o choro de crianças que não querem vestir a fantasia (incluindo meu sobrinho no time!!!), o calor da quadra sem climatização nenhuma, o aglomerado de mães, pais, vós e tias corujas (me incluindo nesse time!!!) se debatendo para conseguir a melhor foto de seus entes queridos, tudo muito familiar e barulhento mas, importante nas nossas vidas!!!

Sempre reclamo, digo que não quero ir, mas no fim das contas, o sorriso estampado nos rostos desses pequenos quando nos vêem participando daquele momento, não tem preço e espero ir a todos os eventos que puder e curtir e me emocionar como aconteceu hoje ao entrar naquela quadra...


Flávia Guerra (22/05/10)