segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Bom dia, gente de meu blog!

Tem notícias que ainda me deixam muito chocada, acho que ainda sou meio bobinha... E espero que as crianças continuem sendo crianças e, que os adultos continuem sendo exemplos para elas!





E quando eu penso que já vi de tudo, eis que surge uma pérola...

Estava eu assistindo meu novo noticiário preferido, O Café com Jornal e vejo uma notícia que só não me deixa mais chocada pois, já ando entendendo (não aceitando, claro) a “idiotilização” que a nossa sociedade vem sofrendo!
Foi postado um vídeo de uma criança russa com 4 anos, dirigindo no colo de uma tia numa importante rodovia lá e sendo filmado pelo pai. A tia alegou que isso era super normal: crianças aprenderem a dirigir no colo de parentes! Realmente é algo muito comum e louvável!
O comentário de um dos jornalistas é que isso é comum nas redes sociais voltadas apenas para crianças ricas, onde os pais postam fotos dos filhos tomando champanhe, sentados em carros de luxo e, por aí vai.
Fiquei eu aqui pensando: como poderemos esperar crianças educadas, com um pouco de senso de ética e justiça se os pais estão estimulando isso para eles? É uma notícia daquelas que não gostaria de ter ouvido, de verdade!
Sinto como é difícil lidar com essas crianças atuais, que são cheias de questionamentos, muito poder de argumentação e pouco entendimento do que é certo e errado o tempo todo e sempre me choco!
O que se passa a cabeça desses adultos que ensinam tudo errado para essas crianças? Eles começam errando com a prática de valorizar o TER e não o SER, além do que tudo pode, desde que se pague por isso...
Fica difícil acreditar que teremos um mundo melhor com esse tipo de postura, com esses valores que andam sendo pregados, com tantas outras coisas erradas... Tá puxado isso tudo para mim!
Só posso desejar que os brasileiros não se espelhem nesse tipo de conduta, apesar de saber que devemos ter gente que faça isso já mas, que nunca é muito levada a sério, dada a banalização da vida! O que é ruim sempre foi para ser rejeitado e não copiado, minha gente!
É chocante saber de uma notícia dessas e também é preocupante saber que a irresponsabilidade não é algo exclusivo dos brasileiros, que sempre foram eleitos como inconsequentes.
Isso é um problema mundial e deprimente para mim, que sempre acreditei que os adultos devem ser exemplos para as crianças e, faço isso com qualquer criança, independente do grau de proximidade, meus amigos e meus sobrinhos que o digam!

Flávia Guerra (27/11/17)

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Bom dia meus leitores e leitoras!

Andei meio sumida mas, ja fiz novos textos e cá estou para dividir com vocês! Andei sendo cutucada por uma amiga para fazer um blog falando sobre leituras, que é algo que gosto muito mas, não sei se terei tempo, já tenho muitas tarefas da Universidade para fazer... Confesso que fiquei tentada e até gostaria de fazer uma enquete... Você que lê esse texto, gosta e se identifica? Vocês indicariam para alguém ler também? Se puderem, deixem um comentário e até uma sugestao de novos temas no meu blog, vou aodrar!




E rir muito, é sempre terapêutico!

Passei mais um fim de semana na praia de Porto de Galinhas, só de dessa vez numa proposta diferente das que faço na maioria de minhas idas à este programa, que quase sempre é com minha família.
Fui com um amigo, que entrou faz poucos anos na minha vida, uma amiga que conheci tem alguns meses e a minha nova amiga, que de cara, já viu antes de ir dormir, que gostamos do mesmo estilo de leitura e outras afinidades que descobrimos ao longo do fim de semana.
A passagem por Porto foi uma das mais divertidas dos últimos tempos, pois ouvir histórias de seus amigos é sempre bom e rende muitas risadas! É um momento mais que terapêutico! Acho que ando precisando disso mais vezes, me faz me sentir mais viva!
Na sexta a noite, já nos divertimos bastante num barzinho com música ao vivo e algumas trapalhadas do garçom e depois, demos muitas risadas com a dança da galera que estava na galeria do restaurante.
No sábado, a ida para o centro também rendeu boas risadas, primeiro com o comportamento esquisito de uma vendedora numa loja de roupas e depois na sorveteria, e na pousada.
Na sorveteria, a gente riu tanto que, quem olhasse de longe, pensava que éramos um monte de bêbados mas, ninguém tinha consumido um pingo de álcool, era só “leseirada” mesmo!
Para fechar a noite, resolvemos prolongar a conversa na beira da piscina e, claro, muita risada rolou ainda, até a hora que uma hóspede abriu a janela e deu o maior fora dizendo que queria dormir e a gente estava atrapalhando!
Ela estava certíssima, pois já era meia noite quando estávamos nessa bagunça e foi total falta de senso da gente, era para termos ido para meu quarto que era bem grande. Podíamos ter dormido sem essa!
Mas, apesar do fora, a gente ainda continuou na conversa, falando em baixinho e depois, recolhemos nosso time para dormir. Precisa repor as baterias para ainda rir mais um pouco com as palhaçadas do domingo, dia que, para mim, acabou a farra!
No próximo fim de semana, volto a encontrar outros amigos e, espero que eu me divirta tanto quanto eu me diverti nesse fim de semana, pois isso me faz um bem, que só eu sei o quanto... Que os amigos divertidos e as risadas estejam sempre na minha vida!

Flávia Guerra (21/11/17)

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Bom dia, minha galerinha querida!


Segue mais uma reflexão em forma de texto para a leitura de quem se interessar sobre assuntos diversos e cotidianos! Acho que postar a foto de minhas vozinhas é a melhor forma de falar sobre longevidade, elas são a minha prova cabal disso!

 



E se a gente pudesse escolher quando morrer?

Ontem, em conversas em aniversário de criança, surgiu o assunto longevidade e um comentário me chamou a atenção e, claro, me deixou instigada para escrever um texto novo!
Falei que queria chegar aos 90 anos ainda com muita disposição e um colega afirmou: para que chegar nessa idade e não ter mais autonomia, passar o dia todo vendo TV e fazendo cocô na fralda?
Na mesma hora, respondi: mas se a gente pudesse escolher com que idade morrer, seria muito bom, pena que não podemos! E ter uma vida com essas características pode ser relativa, não é regra!
Todos os meus amigos sabem que tive uma vó que faleceu aos 95 anos e outra que acaba de fazer 99 e 3 meses, que anda sem nenhuma consciência, passa o dia sem  muita interação e está estável, na medida do possível para a idade e, nunca foi concedido para ela, escolher viver essa situação de ser quase uma centenária!
Fiquei aqui me perguntando: será que ela queria ter chegado aos 99 e, se Deus quiser, aos 100 anos de vida? Vejo tantos outros idosos com mais de 80 anos ultimamente que, acho que longevidade é um fato real, só muito solitário num lar de idosos, infelizmente!
Lembro quando ela tinha um pouco de consciência, que sempre que ia limpá-la, ela comentava: minha filha, eu estou dando muito trabalho para você. Agora, os cuidados com ela ainda são maiores e, ela já nem tem consciência disso e faz parte, é a vida!
Não temos o poder de escolher quando vamos deixar esse plano, exceto nas situações em que as pessoas planejam sua própria morte, num ato de muita polêmica, que é um suicídio... Deixar de ver graça na vida, a ponto de fazer uma pessoa não querer mais vive-la, é algo que ainda me choca!
Vejo muitos idosos que andam chegando aos 80, 90 e até 100 anos ainda fazendo atividades que talvez não fossem mais possíveis pela limitação física ou muitas doenças!
Do jeito que muita gente vive, bebendo desmedidamente, sem fazer exercício, fumando exageradamente, dormindo poucas horas por dia, fica difícil viver por muitos anos...
Eu não sou uma pessoa que posso ser considerado um exemplo, como coisas que não são tão saudáveis, não sou fã de saladas e verduras de uma forma geral, ainda me estresso com muitas coisas mas, não fumo, bebo muito pouco e faço exercício, pelo menos, 3 vezes por semana, tem um tempinho...
O que tudo isso me faz pensar sobre a morte? Que ela não tem idade, e que pode ser retardada se tomarmos alguns cuidados e que, se a morte chegar na infância ou adolescência é considerada precoce e quando chega depois dos 90, talvez pareça ter passado da hora. Será mesmo?
Não posso escolher quando vou morrer, nem penso muito nisso, quero pensar em viver muito e de forma bem tranquila e, enquanto vivo, vou interagindo com quem está ao redor, pois tem gente que só descobre que amava o outro quando ele morre... Aí, é tarde demais!
Já que a gente não escolhe quando morrer, vamos escolher viver bem, ter amigos bacanas, respeitar nossos pais, ser bons filhos, não ser tão egoísta, ter um pouco de compaixão com o próximo e ser uma pessoa que veja alegria em ter um coração pulsando dentro da gente (esteja ele apaixonado ou não, isso não é imprescindível!)... 

Flávia Guerra (16/11/17)

domingo, 12 de novembro de 2017

Bom dia!

Como passei muito dias sem postar nada, vou logo fazer a dobradinha do fim de semana. Um texto ontem e outro hoje... Na semana passada tive a perda de uma pessoa estranha à minha vida mas, que eu queria muito bem e fiquei bem triste! Mas, à minha tristeza dimuiniu quando escrevi esse texto dedicado à ela cheio de carinho!





E as relações de afeto se estabelecem, às vezes, onde menos esperamos...

Apesar de ter escrito sobre como anda complicado conviver com as pessoas, adoro conhecer gente, independente de qualquer coisa como idade, estado civil, cor, raça, só vejo a essência...
Não posso dizer que eu conheço os idosos do lar que minha vó mora faz 2 anos e meio mas, posso dizer que criei um convívio com as pessoas que lá trabalham e moram. E, com alguns, a relação se deu de forma mais próxima.
Já falei de Ismaelita em outro textinho faz um tempo, que era a promoter de lá do lar, sempre vinha nos recepcionar quando íamos nas nossas visitas, já esperava pelas perguntas dela em toda visita.
De alguns meses para cá, ela andava apresentando uma diminuição significativa de sua disposição, estava muito mais deitada do que nas cadeiras e andava conversando bem menos...
Nos últimos meses, percebemos a decaída dela e de outros idosos, o que é relativamente esperado. Não sei o que realmente aconteceu mas, o relato dos funcionários é que ela havia ficado muito sonolenta e sem nenhuma disposição tem dias.
Estive lá no domingo passado, falei com ela e fui embora, na certeza que a reveria hoje na minha visita à minha vó, o que para minha grande tristeza, não aconteceu pois, ela faleceu no começo dessa semana.
Eu costumo falar com vovó e depois ir beijando todo mundo que fica no salão, até depois ir nos quartos falar com os demais que não estão por lá. Hoje não fiz diferente e, depois de não encontrá-la nas cadeiras, parti para os quartos para nosso encontro. Quando preguntei para o funcionário por ela e ele respondeu: a senhora não sabia, ela faleceu no começo dessa semana?
Fiquei tão atordoada que não soube o que dizer e até perguntei se era brincadeira dele. Claro que ninguém brinca com uma coisa dessas, foi minha maneira de não aceitar de imediato a notícia!
Depois do choque, fui contar já me debulhando em lágrimas para minha irmã sobre o ocorrido. E, assim eu concluo como é interessante como a gente consegue estabelecer uma relação de afeto com alguém totalmente estranho a sua vida, numa situação em que ela nem tinha mais condições de saber quem eu era!
Uma senhora que eu não sabia nem direito sobre a sua origem, e que me cativou desde o primeiro dia em que a vi, com aquelas perguntas engraçadas e tiradas muito sem nexo.
O dia terminou mais triste pela noticia inesperada mas, meu coração está tranquilo pois sei que ela não sofreu, só se sentiu mal e, pouco tempo depois estava sem vida! A morte dos sonhos para qualquer um de nós!   
Acho que, de repente ela representava um pouco de minha vó paterna falecida tem quase 5 anos, por isso minha identificação tão de imediato! Enfim, o lar não tem mais a “promoter” e, o céu, tem mais uma estrelinha!

Flávia Guerra (05/11/17)




sábado, 11 de novembro de 2017

Bom dia, gente!

Ando meio devagar nas postagens aqui mas, vamos so texto novo! Envelhecer é fato mas, amaducerer não é para todos, tem quem que fica podre e não amadurece...



A maturidade tem suas vantagens...

Ficar mais velho é ruim em alguns aspectos mas, em outros, até que não... Vamos hoje focar nos aspectos positivos, já que os negativos, devem ser trabalhados para não ser tão drásticos!
Eu sempre fiquei pé atrás antes para me afastar de pessoas negativas, de gente interesseira e para dizer alguns nãos! Tive que me conter muito, para não falar coisas entaladas sobre algumas pessoas...
Vejo que isso hoje em dia, é muito fácil, nem me angustio! Quando alguém me pede algo como dieta, por exemplo, antes, eu ainda pensava em ajudar de qualquer jeito, mesmo não sendo minha área de atuação e algumas pessoas sabem disso!
Hoje já tenho quase uma resposta padrão: procure o ambulatório de nutrição da Universo, que é de graça e você ainda ajuda a aumentar o número de pacientes que os alunos precisam para treinar um pouco mais!
Quando alguém me chama para fazer um programa de índio, eu simplesmente tenho sempre outra programação na agulha para não ir, nem me estresso em dizer uma desculpa, a pessoa não precisa saber disso.
Já quis tentar defender o tempo todo que funcionário público não é abelha (vive voando ou fazendo cera!) mas, como alguns são assim mesmo, para minha vergonha, eu faço o meu e fico de consciência tranquila!
Parei de responder cheia de argumentos que não me sinto sozinha, por que não casei e não tive filhos. Faço quase tudo o que eu quero, na hora que eu quero e preciso andar até com uma figa, pois sei que isso desperta a inveja de gente mal resolvida (tive uma demonstração disso ontem!).
Comecei a entender melhor, que as pessoas vivem a vida em situações diferentes, podem ter uma visão de felicidade totalmente distorcida da minha e que o que é prioridade máxima na minha vida, pode parecer uma tolice para a vida de outra pessoa, como viajar, por exemplo!
Não fico mais divulgando tudo que acontece na cidade para todos os meus amigos como se fosse uma obrigação minha já, que as pessoas não se ligam no que acontece! Quem quiser saber, pode procurar sozinha!
Ando meio caseira e agora, aciono apenas algumas pessoas para me acompanhar em programas que acho que elas gostariam de fazer comigo e tem dado muito certo, nunca mais fiz programas furados!
Para quem acha amadurecer ruim, eu digo, ruim é ficar a vida inteira querendo ser o que as pessoas querem, não se abrir para novas possibilidades, não ter momentos de auto-análise e admitir que precisamos nos reinventar todo santo dia!

Flávia Guerra (09/10/17)