quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Boa tarde, queridos leitores e leitoras de meu blog!

Feriadão é sempre bom e, com uma viagem para descansar um pouco, melhor ainda. O problema é ficar doente no final mas, faz parte...Segue abaixo um foto de meu passeio com meus pais nessa cidade que tanto curto ir passear!




E depois de tantas coisas legais, eu adoeci!

Tivemos um feriadão nesse último fim de semana e fiz quase tudo que tinha programado para esse descanso! Se eu não tivesse adoecido no penúltimo dia desse período, teria sido perfeito!
Já estava me programando para ir para Gravatá, na intenção de descansar e pintar um novo quadro, claro! Apesar de saber que não posso ter o meu professor disponível sempre que eu quero...
Fui no sábado a tarde para Gravatá, fomos jantar numa padaria, que por acaso é de minha ex-aluna e que fez a maior festa quando me encontrou e depois, passamos na casa de uma amiga de minha amiga, conversamos um bocado e rimos bastante...
No domingo, além de nós, meus pais foram para passar o dia conosco, coisa que já estava sendo desejado faz um tempo e só deu para se concretizar nesse fim de semana. Fomos dá uma volta e comprar algumas frutinhas na feira, depois fomos almoçar no restaurante que sempre vamos comer quando estamos por lá e por fim, fomos bater perna no Polo Moveleiro.
Voltamos para casa, ainda rolou uma rodada de chá e muitas conversas antes deles seguirem para Recife, e nós ficarmos ainda na conversa e noite de vinho e queijo...
Na segunda, consegui fazer meu quadro, apesar do plano inicial ter sido mudado, ainda deu para sair de lá com uma nova obra, só falta colocar a moldura e por na parede.
E aí, na segunda a noite, algo que eu comi me fez mal e tive uma dor de barriga com muitas cólicas e daí, meu feriado ficou bixado! Voltei para casa cheia de cólicas e, para completar, quando cheguei no prédio, estava faltando energia na área comum e tive que subir até o 5 andar de escadas no maior escuro e cheia de bolsas!
Aí ontem, o dia começou com falta de energia em minha casa e passei o tempo todo alternando entre a minha cama, a minha rede e o meu sofá, tomando remédios e sem um pingo de fome! 
Foi uma pena pois, eu tinha tantos planos para ontem, incluindo ir visitar minha vó, terminar algumas coisas de trabalho e desarrumar minha bolsa e, como estava indisposta, só fiz ficar quieta!
Ainda hoje estou bem ruizinha mas, já comecei a ter um pouco de fome, coisa que quando me abala trato-a como um sintoma muito greve, pois para eu perder o apetite é preciso está muito ruim!
Mas, eu não posso reclamar, que no feriado, eu pude descansar, conversar, pintar, curtir um climinha diferente e ainda comprei umas joaninhas para enfeitar minha casa, que está sem novidades tem um tempo e estava precisando!


Flávia Guerra (16/11/16)

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Boa noite diletos leitores e leitoras de meu blog!

Essa semana parece que vai ser bem produtiva de textos novos... E coisas engraçadas é que deixam inspirada mesmo, adoro rir de bobeiras de nosso dia a dia!   E falar de música é um assunto que amo muito! E vamos combinar que ouvir música, dançar ou mesmo trabalhar com fundo musical é sempre muito prazeroso.  E, para os desavisados como minha amiga, eis a tal da Marília Mendonça.




Eu não curto mas, conheço essa nova geração...

Não sou fã de sertanejo, e curto cada vez menos os nomes que andam surgindo na música brasileira. Sou ainda admiradora de Marisa Monte, Pedro Camargo Mariano, Luciana Melo, Geraldo Azevedo e tantos outros bons representantes de nossa música.
Como tenho muita facilidade de aprender música, isso vale até para as que não gosto, infelizmente! Já fui num show de Gabriel Diniz (de graça, claro) em Gravatá e não aguentei mais que 4 músicas! Não dá para mim mesmo!
Outros novos nomes como Pablo, Marília Mendonça, Simone e Simaria, Wesley Safadão, andam no gosto e na boca do povo. Não consumo esse produto, apesar de ouvir na rua e saber quem são.
Semana passada fizemos uma “mesa redonda” no trabalho falando dos bregas e sertanejos da vida e foi bem engraçado. As opiniões se dividiram, como quase sempre acontece mas, foi salutar!
Hoje vi um post engraçado no face que gerou uma situação mais engraçada ainda no zap. No post dizia: “Nos contos de Marília Mendonça, onde a narradora quer ver o infiel morar?” E as opções de respostas eram: a) no asilo, b) no motel, c) na rua e d) Passárgada.  
Começando que não se usa mais o termo asilo e sim, Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) e as demais opções destoavam do Passárgada gritantemente, achei que todos entenderiam a piada, que foi similar a um anteriormente feita com a “pensadora” Valesca Popozuda em tempos atrás.
Mas, eis que no grupo, havia uma amiga mais desligada que eu (no quesito musical, me senti uma doutora!) e que não entendeu a piada e começou a fazer questionamentos sobre as respostas e sobre quem era a tal Marília Mendonça, que conhecia Eça de Queiroz, Pablo Neruda, etc.
Ela só deu conta que era brincadeira depois mas, não antes de fazer a consideração: Como posso cobrar meu filho se eu não sei os livros que são cobrados hoje? Que conto é esse de Marília?
Concluo que isso foi quase um episódio da escolinha de professor Raimundo e todas tivemos um momento de graça, proporcionado pelas pérolas do face e a não explicação verbal estabelecida no zap e que foi muito divertido!
No próximo Enem, outros “pensadores” e outros “contos” provavelmente serão alvo dessa brincadeira e até lá, a gente vai atualizando as amigas para elas não levarem ponto de corte em “atualidades” na vida...

Flávia Guerra (08/11/16)  

sábado, 5 de novembro de 2016

Boa noite prezados leitores e leitoras de meu blog!

Depois de algumas tentativas frustadas, venho postar meu novo texto, já com outro na agulha para terminar de escrever... Que vocês possam se identificar com o texto e pensar sobre suas manias, ou não, afinal somos todos bem parecidos em alguns aspectos mas, bem diferenetes em outros! E esse diversidade é que deixa a vida mais interessante, não é verdade?



Tem manias que a gente não perde nunca

Estou aqui preparando umas aulas novas e percebi que tenho um hábito já bem antigo e que nunca perdi: economizar na digitação de letras! Quando eu trabalhei na UFRPE em 2001 eu já tinha esse hábito e até irritava as outras professoras que trabalhavam comigo por isso!
Já que estou escrevendo em cima de algo que já foi escrito, não custa nada ver que letras eu posso aproveitar para não redigir de novo! Para que gastar novas letras, se elas já estão ali?
Tenho muitos hábitos que ao longo da vida fui perdendo mas, muitos eu mantive e não me incomodo com eles mas, sempre faço essa análise quando repito-os, isso é outro que mantive!
Como repito o hábito de perder a chave da casa de meus pais dentro da bolsa, ou de perder muitas coisas dentro da minha própria casa, isso acho que vai ser para toda a eternidade!
Tenho a mania de lavar tudo antes que vou usar, sempre imagino que uma baratinha passou por ali durante a noite e fico noiada! Lava as mãos muitas vezes, quando estou na cozinha (ainda bem que isso é raro)...
Faço coisas do meu tempo de adolescente que escrever na agenda como se fosse um diário, com que finalidade não sei bem mas, não consigo apenas registrar o que é importante e pronto!
Mantenho o hábito de aperta o bumbum de meus sobrinhos menores, adoro fazer isso para o desespero deles, eu tenho consciência disso! E continuo chamando todos de titia, mesmo o de 18 anos!
E o pior de todos os hábitos: levar uma mala com coisas para uma semana, quando vou passar 2 das num lugar! Ainda não aprendi a ser prática na arrumação de malas, preciso melhorar muito nesse quesito!
E outros tantos hábitos meus serão mantidos ao longo de minha vida, acho que é difícil trabalhar isso de forma mais aprofundada! Afinal de contas, reproduzir algumas coisas é se encontrar na sua forma de ser. É a minha visão, pelo menos, apesar e achar meio louco mas, faz parte!     

Flávia Guerra (05/11/16)     



quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Bom dia diletos leitores e leitoras de meu blog!

Ando meio devagar nas escritas mas, uma saída diferente, sempre me inspira... Baile de formatura é sempre muito animado e a vibração é sempre muito contagiante mas, uma boa música é sempre imprescindível para a diversão ficar completa!

  

E não se faz mais baile como antigamente...

Eu sempre amei bailes de formatura, vou para todos que posso, eles só perdem em termos numéricos na minha vida, para os casamentos, estes eu não tenho nenhum número que supere, é meu record!
Curto muito aquelas músicas dançantes, a energia boa dos formandos, a satisfação das famílias. É um momento de celebração muito legal, a minha grande frustração é não ter tido o meu próprio baile mas, eu administro isso bem, acho que superei...
A evolução desse tido de evento é notória, muitas coisas foram acrescentadas ao seu corpo, muitas, para mim, bem dispensáveis mas, a minha opinião é algo irrelevantes, eu sei!
Fui em bailes inesquecíveis, que dancei praticamente a noite toda, cantei todos os hits de tantos ícones nesse evento. O que é de práxi é tudo acabar em frevo, que é o mesmo que dizer: “é hora de ir embora!”...
Fazia um tempinho que não ia num baile e ontem fui para o de minha prima, que também foi minha aluna, cheia de vontade de dançar bem muito e curti um pouco esse evento que gosto tanto.
Mas aí, descobri que esse evento não é mais o mesmo e eu me senti uma velhinha... Definitivamente, não me identifico com essas novas modalidades musicais, principalmente esses sertanejos e essas sofrências!
A prática que cada formando entrar ao som de uma música escolhida por ele, acompanhados de seus pais ou namorados ou maridos, ou com quem mais for relevante e pagar mico na frente de todos já uma prática aceita!
Lembro de ter ido num baile uns 10 anos e isso já era uma coisa praticada mas, o problema é entender como as pessoas escolhem músicas tão ruins para se representarem, isso é surreal!
Ontem foi quase unâmine a quantidade de gente que entrou ao som de um funk, e os pais com aquela cara de paisagem para acompanhar as filhas (só tinham 2 rapazes nessa turma) nessa dancinha.
Alguns maridos se empolgaram tanto que quase tiraram o brilho da formanda e outros ensaiaram até uma mini coreografia no palquinho! Houve uma alternância muito engraçada, era um funk e uma música gospel, com prevalência de funk, para minha tristeza!
E depois das três mil quatrocentos e quinze valsas (com o pai, como o marido, com o filho, com o primo de 3º grau e, por aí vai!), uma parte das formandas fez uma apresentação com vários funks da “moda”, ficando de fora apenas a aluna que é irmã.
Enfim, suponho que a família da irmã deva ter saído chocada com as letras das músicas e as respectivas danças, pois eu que não sou cheia de pudor e fiquei meio chocada, se é que posso usar esse termo...
A verdade é que não consigo dançar o que não gosto e não dancei o tanto que eu queria, já que não tocaram aqueles clássicos, como as músicas de Nando Reis e Jota Quest, para não ser tão antigona falando de ABBA ou outros representantes de músicas dançantes de bailes.
E aí você tem certeza que ficou velha, meio (para não dizer completamente) intolerante e não consegue administrar por horas a fim a mesma batida e aquelas músicas de letras tão profundas quanto poço raso (e que quase sempre fornece água contaminada!)...

Flávia Guerra (02/11/16)

domingo, 23 de outubro de 2016

Bom dia diletos leitores e leitoras de meu blog!

As relações de família sempre me trazem um momento de ternura e, apesar de toda minha falta de tato com as pessoas, sou uma pessoa sensível! Adoro escrever sobre as pessoas importantes na minha vida. Estamos sempre precisando de carinho, nem que seja de nossa vozinha que nem sabe mais quem eu sou, isso é irrelevante para mim!




E nem sei quantas vezes respondi essa pergunta...

Minha vó materna morou conosco a vida inteira, até maio do ano passado, quando optamos por colocá-la num Lar Geriátrico, por algumas questões, incluindo a saúde de meus pais, que também já são idosos e estavam muito estressados com a situação de cuidar integralmente de um idoso.
Logicamente, essa atitude gerou uma certa “discórdia” e comentários negativos de familiares e amigos mas, isso não importa para mim, sabemos muito bem o que é cuidar de alguém querido.
Enfim, foi uma das mais difíceis que nossa família precisou tomar mas, tivemos ciência em pouco tempo que foi muito acertada e estamos em paz com essa nova realidade, partindo do princípio que ela nem sabe o que aconteceu, já que não tinha mais consciência aos seus 97 anos.
Desde então, estamos nos revezando em visitas semanais para vê-la e trocar um pouco de carinho com nossa “bonitinha”. Nem todos os dias ela está muito receptiva aos nossos carinhos mas, tem dias que ela está um amor!
Algumas vezes já fui lá e ela dormiu o tempo todo da visita, acontece! Temos algumas tarefas já estabelecidas, eu quase sempre corto as unhas dela e minha irmã mais velha corta o cabelo, meus pais resolvem questões de banco e todos fazem uma pausa semanalmente para ir lá, pelo menos, dá um cheiro! Ela nunca passa uma semana sem algumas visitas!
Já fui “cantada” pela pessoa responsável pelos idosos, de também cortar as unhas de todo mundo e até já avaliei a possibilidade. Outro dia cortei a unha de outra idosa mas, ela começou a chorar (ela sempre faz isso com qualquer pessoa!) e tive que parar sem concluir a tarefa.
Alguns dias atrás estava pensando como eu já fui perguntada sobre o fato dela me reconhecer nas visitas. Faz um tempo que ela não tem a menor ideia de quem é a filha dela, quem somos nós, enfim, isso faz parte da idade.
Nunca me questionei sobre isso, não deixo de visitá-la semanalmente, só por motivo muito significativo, é minha “obrigação” de neta ir cuidar de quem cuidou de mim pela vida toda!
Outro dia, alguém perguntou de novo: ela te reconhece? Eu respondi: ela não sabe quem eu sou mas, eu sei exatamente quem ela é e qual a importância dela na minha vida e na minha família.
Ser reconhecida é o que menos importa para mim, o que realmente conta é que posso ir lá e receber um beijinho, ganhar uma alisadinha no rosto e umas risadas dela, quando ele está de bom humor!         

Flávia Guerra (20/10/16)

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Boa noite meu povo!


Apesar de estar com pouco tempo para escrever meus textos, ainda faço um esforço para não deixar de alimentar meu blog! O pior é que a cabeça ainda está cheia de ideias mas, preciso estudar... O bom é que agora estou empolgada com os estudos e, as coisas começam a ficar mais claras na minha cabeça já tão cheia de informações!


E os comentários são algo que não deu para não perceber...

Continuo na minha saga de estudos por vídeo aulas e agora eu estou praticamente viciada nisso, as pessoas mais próximas de mim já viram na prática isso... Tenho um monte de coisas para aprender ainda e, estou muito disposta a fazer isso!
Como não conheço muito os professores desse meio, criei meus critérios para assistir ao que procuro. Nem sempre escolho, de cara, o melhor canal para seguir mas, é um desafio de erros e acertos!
Meu primeiro critério é: não pode ser alguém que tenha poucas visualizações, que para mim, significa pouco prestígio! Depois, só escuto quem tem um timbre de voz que eu me identifique e não pode falar muito manso, que eu durmo!
Encontrei alguns vídeos com milhares de visualizações e, comecei a olhar os  comentários em cada um deles. Comecei a ler para buscar informações sobre o professor e depois, para fazer uma análise meio doida, eu sei e vou tratar de explicar minha loucura!
Acho engraçado essa necessidade das pessoas de comentar sobre algo e de como alguns comentários são tão sem fundamento e dispensáveis, para não dizer imbecis!
Como tem nesses comentários, algumas perguntas interessantes, eu sempre tenho lido. Mas, o que chama a atenção não são as perguntas, nem os elogios sobre as aulas mas, os que não agregam nada!
Tem uns do tipo: cuidado com o que fala, pois pode parecer preconceituoso, outro falando que o professor é bom mas, desenha muitas flechas nos esquemas que ele monta ou outros tão bobos que, não entendo como podem ser postados publicamente!
Gente, você criticar que o professor fez piada e prendeu tua atenção com ela numa aula que tinha tudo para ser sacal, já que se trata de lei, é, no mínimo, um comentário de uma pessoa que não entendeu o quão inteligente é essa ferramenta e esse poder que o professor tem sobre seus alunos!  
Muitos são referentes não ao conteúdo da aula mas, sobre os exemplos engraçados dados nas aulas. Eu mesma vou comentar sobre a análise comparativa do casamento com o período probatório no serviço público do professor Dalmo Azevedo! É simplesmente hilário, não me canso de falar disso com meus amigos!
Na minha cabeça, é tudo tão claro! Se eu não gostei do jeito escrachado do professor, da velocidade das informações que ele fala, da disposição das informações no quadro ou outra coisa parecida, eu simplesmente não acompanho e volto a procurar outro que eu me identifique!

Flávia Guerra (18/10/16)

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Boa noite, prezados leitores e leitoras de meu blog!

E a minha sedução pelo trabalho de um professor, me inspirou a escrever...Muito bom encontrar alguém que quer dividir conhecimento de graça na net!





Quem sabe transmitir, é muito bom professor!

Não sei se sou uma boa professora, apesar de está em sala por quase 15 anos e já ter recebido alguns elogios de ex-alunos, sempre acho que posso melhorar mais um pouco e faço essa auto-avaliação sempre, sou muito crítica comigo mesma!
Não gosto de muita formalidade e sou meio fora do padrão nas minhas aulas, tenho consciência disso e não acredito que eu vá mudar depois de tanto tempo, gosto da relação que estabeleço com meus alunos!
Às vezes, acho que perco um pouco a medida, já falei coisas meio loucas e gerei mal estar nas colegas em apresentações de banca mas, nada que me mate de vergonha, nem mate os alunos, que ficam é rindo das doidices!
Estava lendo sobre alguns assuntos que nunca li e achei a leitura tão chata que quase dormi em cima do material e fui para a segunda opção citada por minha irmã que são as vídeos aulas, recurso que nunca havia buscado antes para a minha área de atuação.
Encontrei uma com um professor que falava mansinho mas, que gostei da didática e achei a primeira experiência muito legal. Meio que por acaso, cheguei em outro professor falando do mesmo assunto e foi identificação de imediato: me vi dando aula da mesma forma que ele!
Como ele fala de um jeito parecido com o meu, os exemplos, o exagero, a forma de colocar o ponto de vista dele, é minha alma gêmea na docência o tal do Dalmo Azevedo! Tive a curiosidade de ler os comentários sobre ele e todos eram elogiosos, 100% falava da boa didática dele!
Achei tão bom que vi quatro vídeos seguidos de aulas e já aprendi várias coisas sobre um assunto que nunca havia lido nada a respeito, muito mérito do professor! Gostei da impostação de voz dele e da forma descontraída que ele fala, já fiquei sua fã desde agora!
Que isso me inspire ainda mais para melhorar minhas aulas e que eu possa ter tanta propriedade para falar sobre os assuntos que ministro aulas, que os alunos tenham tanta clareza como eu tive com as explicações dele!
Realmente, o dom de transmitir conhecimentos não é para todo mundo e, tenho pena dos alunos de algumas universidades públicas que são obrigados a ter aulas com doutores que só entraram ali muitas vezes pelo título mas, não possuem o dom de transmitir nada!

Flávia Guerra (11/10/16)