sábado, 5 de novembro de 2016

Boa noite prezados leitores e leitoras de meu blog!

Depois de algumas tentativas frustadas, venho postar meu novo texto, já com outro na agulha para terminar de escrever... Que vocês possam se identificar com o texto e pensar sobre suas manias, ou não, afinal somos todos bem parecidos em alguns aspectos mas, bem diferenetes em outros! E esse diversidade é que deixa a vida mais interessante, não é verdade?



Tem manias que a gente não perde nunca

Estou aqui preparando umas aulas novas e percebi que tenho um hábito já bem antigo e que nunca perdi: economizar na digitação de letras! Quando eu trabalhei na UFRPE em 2001 eu já tinha esse hábito e até irritava as outras professoras que trabalhavam comigo por isso!
Já que estou escrevendo em cima de algo que já foi escrito, não custa nada ver que letras eu posso aproveitar para não redigir de novo! Para que gastar novas letras, se elas já estão ali?
Tenho muitos hábitos que ao longo da vida fui perdendo mas, muitos eu mantive e não me incomodo com eles mas, sempre faço essa análise quando repito-os, isso é outro que mantive!
Como repito o hábito de perder a chave da casa de meus pais dentro da bolsa, ou de perder muitas coisas dentro da minha própria casa, isso acho que vai ser para toda a eternidade!
Tenho a mania de lavar tudo antes que vou usar, sempre imagino que uma baratinha passou por ali durante a noite e fico noiada! Lava as mãos muitas vezes, quando estou na cozinha (ainda bem que isso é raro)...
Faço coisas do meu tempo de adolescente que escrever na agenda como se fosse um diário, com que finalidade não sei bem mas, não consigo apenas registrar o que é importante e pronto!
Mantenho o hábito de aperta o bumbum de meus sobrinhos menores, adoro fazer isso para o desespero deles, eu tenho consciência disso! E continuo chamando todos de titia, mesmo o de 18 anos!
E o pior de todos os hábitos: levar uma mala com coisas para uma semana, quando vou passar 2 das num lugar! Ainda não aprendi a ser prática na arrumação de malas, preciso melhorar muito nesse quesito!
E outros tantos hábitos meus serão mantidos ao longo de minha vida, acho que é difícil trabalhar isso de forma mais aprofundada! Afinal de contas, reproduzir algumas coisas é se encontrar na sua forma de ser. É a minha visão, pelo menos, apesar e achar meio louco mas, faz parte!     

Flávia Guerra (05/11/16)     



quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Bom dia diletos leitores e leitoras de meu blog!

Ando meio devagar nas escritas mas, uma saída diferente, sempre me inspira... Baile de formatura é sempre muito animado e a vibração é sempre muito contagiante mas, uma boa música é sempre imprescindível para a diversão ficar completa!

  

E não se faz mais baile como antigamente...

Eu sempre amei bailes de formatura, vou para todos que posso, eles só perdem em termos numéricos na minha vida, para os casamentos, estes eu não tenho nenhum número que supere, é meu record!
Curto muito aquelas músicas dançantes, a energia boa dos formandos, a satisfação das famílias. É um momento de celebração muito legal, a minha grande frustração é não ter tido o meu próprio baile mas, eu administro isso bem, acho que superei...
A evolução desse tido de evento é notória, muitas coisas foram acrescentadas ao seu corpo, muitas, para mim, bem dispensáveis mas, a minha opinião é algo irrelevantes, eu sei!
Fui em bailes inesquecíveis, que dancei praticamente a noite toda, cantei todos os hits de tantos ícones nesse evento. O que é de práxi é tudo acabar em frevo, que é o mesmo que dizer: “é hora de ir embora!”...
Fazia um tempinho que não ia num baile e ontem fui para o de minha prima, que também foi minha aluna, cheia de vontade de dançar bem muito e curti um pouco esse evento que gosto tanto.
Mas aí, descobri que esse evento não é mais o mesmo e eu me senti uma velhinha... Definitivamente, não me identifico com essas novas modalidades musicais, principalmente esses sertanejos e essas sofrências!
A prática que cada formando entrar ao som de uma música escolhida por ele, acompanhados de seus pais ou namorados ou maridos, ou com quem mais for relevante e pagar mico na frente de todos já uma prática aceita!
Lembro de ter ido num baile uns 10 anos e isso já era uma coisa praticada mas, o problema é entender como as pessoas escolhem músicas tão ruins para se representarem, isso é surreal!
Ontem foi quase unâmine a quantidade de gente que entrou ao som de um funk, e os pais com aquela cara de paisagem para acompanhar as filhas (só tinham 2 rapazes nessa turma) nessa dancinha.
Alguns maridos se empolgaram tanto que quase tiraram o brilho da formanda e outros ensaiaram até uma mini coreografia no palquinho! Houve uma alternância muito engraçada, era um funk e uma música gospel, com prevalência de funk, para minha tristeza!
E depois das três mil quatrocentos e quinze valsas (com o pai, como o marido, com o filho, com o primo de 3º grau e, por aí vai!), uma parte das formandas fez uma apresentação com vários funks da “moda”, ficando de fora apenas a aluna que é irmã.
Enfim, suponho que a família da irmã deva ter saído chocada com as letras das músicas e as respectivas danças, pois eu que não sou cheia de pudor e fiquei meio chocada, se é que posso usar esse termo...
A verdade é que não consigo dançar o que não gosto e não dancei o tanto que eu queria, já que não tocaram aqueles clássicos, como as músicas de Nando Reis e Jota Quest, para não ser tão antigona falando de ABBA ou outros representantes de músicas dançantes de bailes.
E aí você tem certeza que ficou velha, meio (para não dizer completamente) intolerante e não consegue administrar por horas a fim a mesma batida e aquelas músicas de letras tão profundas quanto poço raso (e que quase sempre fornece água contaminada!)...

Flávia Guerra (02/11/16)

domingo, 23 de outubro de 2016

Bom dia diletos leitores e leitoras de meu blog!

As relações de família sempre me trazem um momento de ternura e, apesar de toda minha falta de tato com as pessoas, sou uma pessoa sensível! Adoro escrever sobre as pessoas importantes na minha vida. Estamos sempre precisando de carinho, nem que seja de nossa vozinha que nem sabe mais quem eu sou, isso é irrelevante para mim!




E nem sei quantas vezes respondi essa pergunta...

Minha vó materna morou conosco a vida inteira, até maio do ano passado, quando optamos por colocá-la num Lar Geriátrico, por algumas questões, incluindo a saúde de meus pais, que também já são idosos e estavam muito estressados com a situação de cuidar integralmente de um idoso.
Logicamente, essa atitude gerou uma certa “discórdia” e comentários negativos de familiares e amigos mas, isso não importa para mim, sabemos muito bem o que é cuidar de alguém querido.
Enfim, foi uma das mais difíceis que nossa família precisou tomar mas, tivemos ciência em pouco tempo que foi muito acertada e estamos em paz com essa nova realidade, partindo do princípio que ela nem sabe o que aconteceu, já que não tinha mais consciência aos seus 97 anos.
Desde então, estamos nos revezando em visitas semanais para vê-la e trocar um pouco de carinho com nossa “bonitinha”. Nem todos os dias ela está muito receptiva aos nossos carinhos mas, tem dias que ela está um amor!
Algumas vezes já fui lá e ela dormiu o tempo todo da visita, acontece! Temos algumas tarefas já estabelecidas, eu quase sempre corto as unhas dela e minha irmã mais velha corta o cabelo, meus pais resolvem questões de banco e todos fazem uma pausa semanalmente para ir lá, pelo menos, dá um cheiro! Ela nunca passa uma semana sem algumas visitas!
Já fui “cantada” pela pessoa responsável pelos idosos, de também cortar as unhas de todo mundo e até já avaliei a possibilidade. Outro dia cortei a unha de outra idosa mas, ela começou a chorar (ela sempre faz isso com qualquer pessoa!) e tive que parar sem concluir a tarefa.
Alguns dias atrás estava pensando como eu já fui perguntada sobre o fato dela me reconhecer nas visitas. Faz um tempo que ela não tem a menor ideia de quem é a filha dela, quem somos nós, enfim, isso faz parte da idade.
Nunca me questionei sobre isso, não deixo de visitá-la semanalmente, só por motivo muito significativo, é minha “obrigação” de neta ir cuidar de quem cuidou de mim pela vida toda!
Outro dia, alguém perguntou de novo: ela te reconhece? Eu respondi: ela não sabe quem eu sou mas, eu sei exatamente quem ela é e qual a importância dela na minha vida e na minha família.
Ser reconhecida é o que menos importa para mim, o que realmente conta é que posso ir lá e receber um beijinho, ganhar uma alisadinha no rosto e umas risadas dela, quando ele está de bom humor!         

Flávia Guerra (20/10/16)

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Boa noite meu povo!


Apesar de estar com pouco tempo para escrever meus textos, ainda faço um esforço para não deixar de alimentar meu blog! O pior é que a cabeça ainda está cheia de ideias mas, preciso estudar... O bom é que agora estou empolgada com os estudos e, as coisas começam a ficar mais claras na minha cabeça já tão cheia de informações!


E os comentários são algo que não deu para não perceber...

Continuo na minha saga de estudos por vídeo aulas e agora eu estou praticamente viciada nisso, as pessoas mais próximas de mim já viram na prática isso... Tenho um monte de coisas para aprender ainda e, estou muito disposta a fazer isso!
Como não conheço muito os professores desse meio, criei meus critérios para assistir ao que procuro. Nem sempre escolho, de cara, o melhor canal para seguir mas, é um desafio de erros e acertos!
Meu primeiro critério é: não pode ser alguém que tenha poucas visualizações, que para mim, significa pouco prestígio! Depois, só escuto quem tem um timbre de voz que eu me identifique e não pode falar muito manso, que eu durmo!
Encontrei alguns vídeos com milhares de visualizações e, comecei a olhar os  comentários em cada um deles. Comecei a ler para buscar informações sobre o professor e depois, para fazer uma análise meio doida, eu sei e vou tratar de explicar minha loucura!
Acho engraçado essa necessidade das pessoas de comentar sobre algo e de como alguns comentários são tão sem fundamento e dispensáveis, para não dizer imbecis!
Como tem nesses comentários, algumas perguntas interessantes, eu sempre tenho lido. Mas, o que chama a atenção não são as perguntas, nem os elogios sobre as aulas mas, os que não agregam nada!
Tem uns do tipo: cuidado com o que fala, pois pode parecer preconceituoso, outro falando que o professor é bom mas, desenha muitas flechas nos esquemas que ele monta ou outros tão bobos que, não entendo como podem ser postados publicamente!
Gente, você criticar que o professor fez piada e prendeu tua atenção com ela numa aula que tinha tudo para ser sacal, já que se trata de lei, é, no mínimo, um comentário de uma pessoa que não entendeu o quão inteligente é essa ferramenta e esse poder que o professor tem sobre seus alunos!  
Muitos são referentes não ao conteúdo da aula mas, sobre os exemplos engraçados dados nas aulas. Eu mesma vou comentar sobre a análise comparativa do casamento com o período probatório no serviço público do professor Dalmo Azevedo! É simplesmente hilário, não me canso de falar disso com meus amigos!
Na minha cabeça, é tudo tão claro! Se eu não gostei do jeito escrachado do professor, da velocidade das informações que ele fala, da disposição das informações no quadro ou outra coisa parecida, eu simplesmente não acompanho e volto a procurar outro que eu me identifique!

Flávia Guerra (18/10/16)

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Boa noite, prezados leitores e leitoras de meu blog!

E a minha sedução pelo trabalho de um professor, me inspirou a escrever...Muito bom encontrar alguém que quer dividir conhecimento de graça na net!





Quem sabe transmitir, é muito bom professor!

Não sei se sou uma boa professora, apesar de está em sala por quase 15 anos e já ter recebido alguns elogios de ex-alunos, sempre acho que posso melhorar mais um pouco e faço essa auto-avaliação sempre, sou muito crítica comigo mesma!
Não gosto de muita formalidade e sou meio fora do padrão nas minhas aulas, tenho consciência disso e não acredito que eu vá mudar depois de tanto tempo, gosto da relação que estabeleço com meus alunos!
Às vezes, acho que perco um pouco a medida, já falei coisas meio loucas e gerei mal estar nas colegas em apresentações de banca mas, nada que me mate de vergonha, nem mate os alunos, que ficam é rindo das doidices!
Estava lendo sobre alguns assuntos que nunca li e achei a leitura tão chata que quase dormi em cima do material e fui para a segunda opção citada por minha irmã que são as vídeos aulas, recurso que nunca havia buscado antes para a minha área de atuação.
Encontrei uma com um professor que falava mansinho mas, que gostei da didática e achei a primeira experiência muito legal. Meio que por acaso, cheguei em outro professor falando do mesmo assunto e foi identificação de imediato: me vi dando aula da mesma forma que ele!
Como ele fala de um jeito parecido com o meu, os exemplos, o exagero, a forma de colocar o ponto de vista dele, é minha alma gêmea na docência o tal do Dalmo Azevedo! Tive a curiosidade de ler os comentários sobre ele e todos eram elogiosos, 100% falava da boa didática dele!
Achei tão bom que vi quatro vídeos seguidos de aulas e já aprendi várias coisas sobre um assunto que nunca havia lido nada a respeito, muito mérito do professor! Gostei da impostação de voz dele e da forma descontraída que ele fala, já fiquei sua fã desde agora!
Que isso me inspire ainda mais para melhorar minhas aulas e que eu possa ter tanta propriedade para falar sobre os assuntos que ministro aulas, que os alunos tenham tanta clareza como eu tive com as explicações dele!
Realmente, o dom de transmitir conhecimentos não é para todo mundo e, tenho pena dos alunos de algumas universidades públicas que são obrigados a ter aulas com doutores que só entraram ali muitas vezes pelo título mas, não possuem o dom de transmitir nada!

Flávia Guerra (11/10/16)  

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Bom dia leitores e leitoras de meu blog!

Idas ao teatro sempre são bons programas, principalmente quando somos surpreendidos positivamente... Abaixo segue foto do elenco da peça Doidas e Santas, que assisti nesse fim de semana, com os atores já bastante conhecidos na mídia e a Josie Antello, que para mim,  foi a grata surpresa do espetáculo!




E os coadjuvantes vão virando protagonistas nas peças...

Adoro cultura, curto quase tudo nas artes. Gosto muito cinema mas, tenho ido pouco e o teatro sempre me seduziu, pela possibilidade do improviso, o que não é permitido pela telona.
No ano passado fui só por duas vezes ao tetro mas, foram ambas, peças muito boas, com propostas bem diferentes e interessantes. Numa deles, o nome de peso era o magnífico Marco Nanini, que além de talentoso, ainda é pernambucano para meu orgulho!
A outra peça que vi foi “Selfie”, onde o atrativo de peso era o nome do Matheus Solano mas, o que mais chamou atenção foi o desempenho de Miguel Thire que, faz nada menos que, onze personagens diferentes!
Mateus é um show de ator mas, o Miguel simplesmente arrasou mudando de vestimenta e dando conta muito bem de cada um dos personagens que incorporou, com destaque para a namorada, foi hilário!
Nesse ano minha cota de tetro está mais longo pois já fui em três em julho lá no Festival de Inverso de Garanhuns, todas muito boas mas, com destaque para o do grupo de lá e o monólogo de um cara de São Paulo.  
Fora as peças, ainda fui tem 15 dias atrás para “Chacrinha, o musical”, que é uma proposta diferente e que eu também gosto. O ponto alto deste foi a caracterização de Stepan Nercessian, ficou muito parecido!
Só achei que deixaram o espetáculo longo demais, quase três horas! Apesar de ter visto Hair uns quatro anos atrás e ter sido bem longo também! De musicais, não curti o de Claudia Raia, foi muito fraquinho para o tanto de propaganda que a mesma fez!
E ontem, fui para conceituada peça “Santas e Doidas” com texto baseado na obra de Martha Medeiros e tendo Cissa Guimarães como protagonista, que é uma atriz que curto o trabalho faz tempo...
E não é que tive a mesma sensação que o coadjuvante roubou a cena novamente, como em Selfie? A atriz Josie Antello faz três personagens diferentes na peça e arrasa em todas as performances!
A personagem que ela representa a mãe de Cissa é simplesmente fantástica, a atriz faz trejeitos cômicos e dá um show de interpretação, mostra que pode ser cômica com muita maestria! E, pouco tempo depois, ela aparece como filha e os seus trejeitos são bem parecidos com uma adolescente!
Eu confesso que não conhecia essa atriz, e vim aqui pesquisar no google sobre ela, já que achei o trabalho muito bom! Ela já fez algumas novelas e filmes mas, nunca me chamou a atenção!
Cissa mencionou que a família dela estava assistindo e cheguei a achar que a mesma era pernambucana mas, não é, ela é carioca e, deve ter família aqui. E ela ainda disse eu havia ficado tímida com isso! Até parece!
Que novos nomes ganhem notoriedade junto aos já conhecidos de nossa lista, talento realmente é algo massa de ser mostrado e divulgado, como no caso dela, um nome para mim desconhecido mas, que merece meus aplausos!

Flávia Guerra (09/10/16)

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Bom dia leitores e leitoras de meu blog!

Segue mais uma escrita sobre uma de minhas paixões: a leitura! Que meu hábito nunca se esgote e que venho muito mais livros na minha cabeceira! Essas semanas ando meio sem tempo por conta de meus trabalhos mas, espero em breve voltar às leituras de forma mais intensa...




E a leitura continua me encantando...

Leitura é realmente um hábito que contagia, ando simplesmente encantada com a possibilidade de ficar viajando nas histórias criadas por pessoas que me fazem querer ser igual a elas, tamanha a criatividade delas!
Eu ando com minha cabeceira com muitos livros ainda para começar e conclui nessa semana mais um de uma das autoras que mais li na minha vida: Mariam Keyes! Com este, conclui a leitura do sexto livro dela!
Depois de Melancia, Sushi, Férias, É agora ou nunca, Chá de Sumiço e Casório, em breve, claro que pretendo comprar algum novo dela, já que tenho total identificação com a forma que ela escreve!
Também gostei de Jojo Moyes e já devorei Como eu era antes de você e Depois de você em tempo recorde! Já comprei o terceiro livro da autora, mas ainda não comecei a leitura...
Tenho muito gosto por autores/autores que escrevem com riqueza de detalhes e sempre fazem com que eu idealize a cena escrita em ação, isso é simplesmente fantástico!
Ainda vou me encantar com outros novos autores, ei disso, e espero que minha biblioteca particular cresça sempre, além de sempre dar livros com segundas intenções de pegar emprestado depois, não vou mentir!
Curto muito também os títulos de Martha Medeiros e acabei de comprar dois para dá de presente! Entrar em livraria em promoção virou um momento de estresse, quero levar tudo que julgo interessante!
O exercício de ler, me deixou com a cabeça ainda mais fértil, muito bom, ter mais vocabulário, ter muitas informações e até histórias para contar! Ando sempre contando trechos divertidos dos livros que leio para os amigos que não tem o meu hábito!
Ler é algo que me envolve de uma forma que nunca pensei, já troquei saídas em noites de sábado por horas de leitura em casa! Só tenho que ter cuidado para ficar isolada do mundo mas, sei dosar bem isso...
Ainda não estou engajada em nenhuma atividade de leitura voluntárias mas, é uma das minhas metas! Ler me traz prazer e me instiga a cabeça, isso não tem preço!
Que venham novos livros, novas crônicas, novos romances e outros temas que possam me motivar! Que a leitura não deixe de ser um prazer diário e, que minha vista ainda aguente ler bem muitas letrinhas (apesar da dependência do óculos já ser grande!)...

Flávia Guerra (02/010/16)