sábado, 23 de abril de 2016

Bom dia!!

Segue novo  texto, baseado nas leituras rápidas na net... Tudo que chama minha atenção, termina me instigando a escrever um novo. Confesso que dessas doze tarefas faladas no texto, ando com saudade de ir no cinema sozinha e, espero fazer isso em breve! Viajar sozinha é sempre uma aventura e tanto, essa é uma das tarefas mais difíceis da lista! Confesso que evito, mas, acho uma experiência massa! Em São Paulo me perdi algumas vezes e foi bem engraçado!




Alguém já pensou sobre as 12 coisas que você deve fazer sozinho
pelo menos uma vez na vida?

Acabei de ler uma matéria sobre 12 coisas que a pessoa deveria fazer sozinho pelo menos uma vez na vida, bobeiras da net e claro, fiquei inspirada a escrever sobre o tema... São elas: sair para comer, tomar uma bebida, viajar, ficar em um albergue, ver um filme, ir a um show ao vivo, ir ao shopping, ir à praia, fazer exercício, ir a uma festa, visitar um museus e cozinhar uma refeição em casa.
Já me pequei questionando muito sobre essas atividades e até já muitas delas sozinhas, sem o menor problema, nem trauma mas, algumas, ainda me sinto travada, vou tentar fazer esse ano, quem sabe...
O mais complicado, para mim, é o viajar sozinha mesmo já tendo feito isso algumas vezes pelos problemas de sempre: não tenho companhia na época que eu posso ir, ao quando tenho companhia, a pessoa está sem dinheiro, ou quero ir para um lugar frio e a pessoa quer calor, enfim, são muitos os entraves para articular uma viagem com alguém.
Já fui para a Chapada Diamantina sozinha mas, fiz amizade com um monte de gente, logo de cara, foi uma das minhas melhores viagens, sem sombra de dúvidas, adoraria repetir algo parecido.
Depois, foi a vez de conhecer Gramado, mas, como tenha feito pacote pela agência, quase todos os dias encontrava as mesmas pessoas e fiz amizade com um casal que dura até hoje, o saldo foi bem positivo!
A última viagem sozinha foi para São Paulo e nessa, fiz algumas dessas coisas listadas. Fui num shopping sozinha, passei uma tarde numa livraria lendo livros, fui em muitos museus e comi sozinha muitas vezes.
Sair para um show sozinha, nunca tive coragem mas, me arrependo muito de não ter ido no de Pedro Camargo Mariano no ano passado! Mas, já fui numa festa onde eu só conheci a pessoa que me convidou e foi até legal.
Praia sozinha, munida de um sonzinho e um livro é um programa que sempre que dá vontade, faço! Não tenho feito muito ultimamente mas, nunca tive problemas com esse tipo de programa, acho-o bem bacana.
Já fiquei em hotel sozinha mas, confesso que nunca fiquei num albergue, o que garante mais interação, como toda certeza! Nem num hostel, que é um conceito de interação garantida!
No geral, eu tenho disposição para fazer quase todos os 12 programas propostos pela matéria, só não gosto de beber sozinha e quase nunca cozinho para mim, sou preguiçosa confessa!
Ir no cinema sozinha é um programa que aprendi a fazer no Rio, faz um tempo, e repito de vez em quando, nunca achei nada de ruim nisso. Até por que, ninguém vai para um cinema para conversar, né?
Exercitar-me sozinha também não nunca foi problema, até por que musculação é um exercício solitário... Só não curtir correr sozinha, achei monótono e parei de fazer faz tempo, até por questões de limitação corporal (um dor no pé que nunca me largou tem quase 1 ano)...
E outros tantos programas devem e podem ser feitos sozinhos mas, eu fui criada em família grande e tenho a “síndrome de caranguejo” incorporada na minha pele! Porém, ando aprendendo sim, a curtir a minha própria companhia sem fazer dramas, aceitando a realidade dos fatos...

Flávia Guerra (22/04/16)  

terça-feira, 19 de abril de 2016

Boa noite, caros leitores e leitoras de meu blog!

Até os acontecimentos de meu trabalho de inspetora viram textos, é muito vontade de escrever... Não consigo contar a mesma história para todos os meus amigos, claro, é humanamente impossível! E, para dividir algumas situações engraçadas,  escrevo pois, quem tiver tempo de ler um pouco, vai se divertir com meus relatos...



E as inspeções continuam rendendo histórias para contar aos meus amigos...

Ser inspetora é uma atividade que faz com que eu tenha contato com os mais diferentes tipos de pessoas, desde profissionais de nível superior até pessoas com o mínimo de formação. A resposta de ambos, trazem diferentes reações à nossa abordagem, é um eterno elemento surpresa!
Essa diversidade, claro, rende as mais diferentes recepções nas inspeções, desde umas muito calorosas e educadas, a outras nada educadas e com posturas muito equivocadas. Essas últimas, sempre super indesejáveis e que rezo diariamente para não ser muito comum!
Na semana passada tive alguma experiência muito estranha, como há tempo não tinha, encontrar gente meio “metido a doido” na nossa abordagem. Isso andava até tranquilo, nunca mais tinha vivido... E, vou dizer que apesar de 12 anos nesse função, ainda consigo me surpreender com essa situação!
E aí, fui eu e minha dupla para fazer uma busca numa casa de festa que já estive como convidada e nunca teve licença da vigilância pela segunda vez, já que na primeira tentativa não tive sucesso de encontrar alguém para me atender e fornecer as informações necessárias.
Quase que não tínhamos sucesso de novo, mas insistimos e aí um “funcionário” veio nos atender com a seguinte acolhida: “Jesus voltou e ele vai nos salvar”. E logo depois soltou: você está chateada com isso?
Eu tentei trata-lo com naturalidade mas, fui uma inspeção bem difícil pois achou que ele realmente queria nos constranger e acabar com nossa atividade. Ficou sendo inoportuno nos comentários, fez considerações sobre questões jurídicas totalmente infundadas, foi surreal!
Disse, quando eu perguntei o que ele era da empresa, que não era nada de lá, mesmo estando com o fardamento da empresa mas, tudo bem! Depois veio dizer que já que a gente tinha partido para a ignorância (sem a gente ter feito nada de anormal, nem tão pouco ter sido ignorante!), a gente poderia também resolver o problema de esgoto escorrendo a céu aberto na frente do estabelecimento dele!
Expliquei que não era de nossa competência, era uma questão da COMPESA, mas ele se fazia de surdo e continuava falando bobagens, querendo dar o recado de que ali não era um lugar para receber nossa visita, que ele iria fazer de tudo para dificultar nosso trabalho.
Voltei estarrecida como as pessoas podem ser tão malucas a ponto de querer complicar o trabalho de fiscalização, bancar o sabe tudo e ainda mentir sobre termos sido ignorantes!
Não volto lá sem um homem (de preferência um que peite ele) para me acompanhar pois, me senti intimidada com a postura dele. Sempre torço que as pessoas possam receber a fiscalização sem criar tantos problemas, o que não é nada difícil pois, a gente chega com tanta educação, explicando tudo bem direitinho.
Para que fazer aquele teatro todo que ele fez? Para que tentar intimidar e querer culpar a vigilância deles estarem com pouca clientela? Para que fazer de conta que não entende o que estamos explicando? Juro que não consigo entender a mente humana desse tipo de pessoa...

Flávia Guerra (19/04/16)

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Bom dia meus prezados leitores e leitoras!

A minha necessidade de ouvir músicas sempre me inspira. Não tem como não pensar na mudança nas letras e na falta de qualidade de muitas composições na atualidade... Mas, apesar disso, as músicas antigas ainda salvam a pátria!




E são as músicas antigas que fazem a seleção ser boa...
A qualidade musical caiu bastante nas últimas décadas, sem falar nos hits de cada carnaval, um mais ridículo que outro e a letra é uma coisa a nem ser comentada, é tudo sem o menor sentido!
No domingo passado fui num restaurante, com pegada de bar lá em Boa Viagem e adorei a proposta. A comida é gostosa, a decoração é impecável e tudo é regado ao som de um DJ que tem uma variedade de músicas que faz você viajar no tempo, muito bom!
Teve de tudo um pouco, desde Sarajane e Banda Mel, até Lia Sofia (que muita gente nem deve conhecer!) e Tiê (neta da atriz que deu o primeiro beijo na TV). O leque vai de cantores super antigos até os mais recém lançados no mercado.  
Sempre que a programação da TV está ruim, nem me dou ao trabalho de ver nada, ponho meus DVDs e CDs e o meu mundo está completo. Ontem e hoje estou aqui curtindo um DVD só de clipes de George Michael e como é bom ouvir hits de tantos tempos atrás, não me canso!
Nas formaturas de meus ex-alunos e nos casamentos que vou, toca de tudo mas, quando toca os hits dos anos 80 anos, a galera sempre dá um levante. Impossível não dançar animadamente ao som de "I will survive" e afins.
As eternas canções de Cazuza, que continuam tão atuais, principalmente as de tom de crítica à política e as românticas.  A tão devotada Legião Urbana, que retomou uma turnê agora com seus inúmeros e atemporais sucessos...
Como não se render aos hits de Palaramas do Sucesso e de Kid Abelhas. Cantarolar “Depois de você, os outros são os outros e só” é de um frescor, que parece que foi escrita no ano passado!
E aí, eu concluo (e não é um sentimento só meu, tenho certeza!), que ainda há muitas composições atuais boas mas, as antigas, ganham sem dúvidas no meu gosto, que é até bem eclético.
Ainda não consigo engolir muitas criações como as bandas de brega, esse forró agoniado de muitas bandas e o funk ostentação mas, respeito que todos devem ter sua fatia no mercado, eu só vou mordê-las! Mas, tem quem morda e mata e morra por esses novos “talentos musicais”! E viva à democracia musical!
Flávia Guerra (10/04/16)

quinta-feira, 31 de março de 2016

Boa tarde pessoas que se interessam pelos meus pequenos textos!

Como adoro uma comemoração, e não fiz festa (na verdade nunca fiz nessa data!), faço texto novo alusivo ao evento que é o meu aniversário de casa nova... Em relação ao evento, posto uma foto da única visita que minha vozinha fez ao meu cafofo, juntamente com minha mãe, que vire e mexe vem me visitar!




E chegou o aniversário de quatro anos de minha morada 
Que o tempo passa rápido, isso está cada vez mais visível, parece que o tudo anda numa velocidade que nem nos damos conta, ando até assustada com algumas coisas, parece que nem absorvemos ainda algo que já faz um tempo, tá tudo meio acelerado demais, não sei se só eu percebo isso mas, enfim...
Hoje, comemoro meus quatro anos de morada sozinha, não posso deixar passar o dia 29 de março em branco, adoro falar sobre datas significativas na minha vida e, esta é, sem dúvidas, uma delas! Se eu fechar os olhos, vejo minha "despedida" de meus pais e como aquilo me deixou apreensiva...
Algumas coisas mudaram nesse período, como a minha necessidade de convidar todo mundo para vir me visitar, agora quem que quiser vir, é só se escalar, não sinto mais essa angústia, ainda bem! A necessidade de deixar a casa sempre com cara de casa de boneca também!
Tive momentos inesquecíveis e espero ter muito mais ao longo dos próximos anos, tomei decisões importantes, tive alguns momentos de tristeza, muitos momentos de alegria, uma única comemoração de aniversário aqui nele e algumas noites de dormida com meus pequenos sobrinhos, isso tem tempo que não acontece, apesar de ser sempre confuso!
Sozinha, desenvolvi a capacidade de aprender ainda mais a conviver comigo mesma, vi meu carrossel de emoções ser mais ou menos domesticado e, sem sombra de dúvidas, aprendei a amar ler! Tenho tido muitas e muitas horas de relação de amor com minha cama, meu sofá e minha rede fazendo a leitura de meus livros e dos livros que pego emprestado. Esse hábito nunca foi tão latente na minha vida!
Ainda sonho com alguns momentos inéditos como um jantar feito por amigos que sabem cozinhar, uma noite divertida de jogos, outras farrinhas intimistas e outros desejos secretos, que não posso revelar, né? Morar só permite ter segredos muito mais interessantes!
E assim, começo o dia de meus parabéns de casa nova pensando que ainda estou com problemas na pia de meu banheiro, precisando agendar a recolocação de pedra de cerâmica quebrada por causa de um vazamento na minha vizinha de baixo, já que ter casa, implica em ter problemas domésticos também...
Mas, mesmo ainda pedindo ajuda de meu pai com algumas atividades, ter minha própria casa me fez ter responsabilidades e possibilidades que nunca tive morando com os meus pais, isso é fato! Às vezes, dá vontade de não ter tantas coisas para fazer mas, sempre passa...
Aí, continuo na minha experiência gostosa e bem interessante que é ter momentos em que tudo precisa ser decidido por mim, que era coisa que fiz pouco na casa de meus pais e era muito cômodo, não vou negar!
E, para comemorar, tenho essa manhã chuvosa que me deixa doida de vontade de ler um novo livro mas, não posso pois o trabalho me consome o juízo e o tempo, estou entrando em semana de provas!
Que muitos outros anos sejam comemorados no meu “cafofo”, que novos desafios e novas possibilidades sejam sempre o meu impulso para um novo dia na minha casinha pequenina mas, muito desejada. Ter casa é uma realização que me faz ser mais independente, isso é fato.
Flávia Guerra (29/03/16)    





segunda-feira, 28 de março de 2016

Bom dia!!!

E o feriadão acabou e a vida segue na correria de sempre... E, depois de um feriado de leituras, segue meu texto de semana passada ainda não postado para o início de um nova semana! Que novas paixões possam sempre surgir nas nossas vidas e que os novos sabores façam parte de nossa vida!






E a paixão pelo sushi agora é fato consumado...

Eu nunca tive nenhuma atração por sushi, apesar de amar crustáceos de uma forma geral e curtir muito caranguejo, sururu e outras delícias. Sempre achei o aspecto dos sushis muito atrativo mas, tenho minhas ressalvas por ser um produto muito manipulado e por nóia de inspetora mesmo!
A primeira provada não me atraiu nem de longe para ser uma consumidora mas, era preciso provar de novo para ter certeza de que não gostava daquele produto tão adorado por muitas amigas minhas. Não podia continuar afirmando que não gosto de algo que só comi uma única vez.
E aí, surgiu um restaurante aqui perto de casa, que me fez rever todos os meus conceitos e ando admitindo que estou apaixonada por sushi, já entendo um pouco dos nomes e já tenho os meus preferidos. Lógico que as frequentes idas tem relação com o fato de ser geograficamente favorável para mim!
Descobri no sábado passado que fui numa semana com uma amiga (a que me levou lá pela primeira vez), aí quinze dias fui com outra, que é declaradamente viciada e quinze dias depois com outra que também gosta, foi engraçado fazer essa análise e até comentou com o dono de lá.
Agora chegando a semana santa, onde o consumo de crustáceos é grande, eu vou me esbaldar! Tenho uma memória afetiva pelo feijão de côco que minha tia faz, apesar de não comê-lo já fazer um tempo, adoro peixe de côco, bolinho de bacalhau e todas as delícias relacionadas à essa época.
Tinha programado outra ida ao sushi hoje mas, já foi desprogramado por questões de trabalho mas, iria sem problemas, mesmo tendo ido lá no último sábado e ter comido bastante, inclusive. Tem uma entrada para o combinado de 20 peças é uma delícia!
Venho desejando comer sushi de forma muito mais frequente e até já fui outro dia comer sozinha lá, depois de minhas aulas, estava com saudades. Assim, é impossível não admitir que o sushi é a minha mais nova paixão e o restaurante ainda vai lucrar muito com minhas idas e com minha propaganda aos amigos!
Apesar da paixão, não como eu qualquer lugar, não recomendo rodízio de sushi e nem restaurante como churrascarias que tem como ponto forte carnes e não esse tipo de culinária. Prefiro esperar um pouco mais para ter o meu feito na hora e ter uma certa segurança, afinal, não tive nenhuma diarreia desde que comecei a comer lá, isso é fato!

Flávia Guerra (23/03/16)

domingo, 20 de março de 2016


Boa noite meus leitores e leitoras de meu blog!

Sei que todos já pensaram sobre o assunto mas, escrever, acho que só eu me dou ao trabalho!!! Afinal, isso é coisa para quem gosta de escrever... Divergir faz parte da vida mas, isso tem que ser ponderado, senão, as pessoas vão se odiar cada vez que não pensarem do mesmo jeito, não é verdade?
Flávia Guerra





E as divergências seguem para movimentar nossas vidas...

Essas últimas semanas estamos vivendo momentos bem delicados no cenário político e acabo de ouvir uma informação que me faz sempre pensar sobre: em todos os protestos que andam acontecendo (e nos anteriores também) sempre apresentam uma divergência significativa entre os números divulgados pela polícia, pelos organizadores e institutos de pesquisa!
Os organizadores declaram que são 2000 mil pessoas e a polícia disse que não passava de 200 pessoas. Como pode ser tão discrepante uma mesma informação? Onde se esconderam essas outras 1800 pessoas? Nem nos bolsos dos outros dava, a conta não fecha!!
É muito interessante isso, só ouvi algumas poucas vezes, como agora pouco, os números serem iguais ou próximos, isso é quase uma lenda. Os organizadores sempre puxam para cima e os órgãos do governo para baixo! Claro que é uma matemática impossível de fechar...
E fora esse aspecto, temos outros que podemos discutir sobre essa duplicidade de informações sobre o mesmo assunto. Em brigas de namorados ou casais como um todo. Uma parte sempre vai dizer que a culpa foi de um e o outro vai dizer que a culpa foi do outro, difícil chegar num denominador comum, na maioria das vezes.
E as histórias que ouvimos de nossos amigos, que ora falam de dados numa magnitude e noutra situação, dependendo do público, podem aumentar significativamente, isso é comum!
E assim vamos seguindo com essa dualidade de informações, sem saber qual a exatidão de tudo que dizemos ou ouvimos... Muitas vezes, a forma de tentar retratar nossa vontade de mudar fica claro, quem nunca disse a frase: Eu pedi umas 300 vezes a mesma coisa e você não fez!
Números divergem, informações divergem, as pessoas divergem, e a vida sempre vai se apresentar de forma divergente (ou diferente?) todos os dias! Qual o número de vezes que nos sentimos tristes na vida? Ouso dizer que ninguém tem números precisos e parece não ser tão importante lembrar disso...
E qual o número de vezes que ficamos felizes e queríamos que aquele momento não acabasse nunca? Difícil mensurar isso, sempre haverá divergência e imprecisão nesse número, a gente sempre quer puxar ele para cima, sem dúvidas!
Eu, como a maioria das pessoas, oscilo entre momentos de tristeza e de alegria mas, espero que as pessoas que convivem comigo sempre tenham tido um número significativo de coisas boas feitas ao meu lado muito maior, quando comparados ao número de coisas ruins.
Não tenho revisitado meus pensamentos procurando os momentos tristes e espero que eu estime um número sempre menor do que o que realmente aconteceu, igual aos números da PM ou Datafolha nas manifestações, quando comparados ao dos organizadores...

Flávia Guerra (20/03/16)

sexta-feira, 11 de março de 2016

Bom dia!!!

Estou sempre pensando que as coisas que me incomodam, me fazem parar para escrever alguma coisa... Servir bem, com precisão e gentileza é algum, cada dia mais difícil de se encontrar!! Vou sempre torcer que o segmento de serviços melhore, pois nós sempre vamos usá-los e é muito bom ser bem tratada!!!
 




E as pessoas que trabalham com público têm muito a aprender ainda...

Sempre gostei de ir a restaurantes, cafeterias, barzinhos e outros lugares para provar as comidas e encontrar meus amigos. E, um dos fatores que me faz voltar nesses lugares é, sem sombras de dúvidas, um bom atendimento!!
Tive muitas experiências negativas, que normalmente culminaram no não retorno àquele local mas, algumas vezes, até voltava, por comodidade, a música boa, mesmo com um atendimento bem ruim!!
Assim foi com um restaurante aqui perto, que ameacei várias vezes não voltar mais e, vira e mexe, eu volto. No semestre passado, fui várias vezes lá na sexta a noite, por causa da música!
Além de achar o preço meio fora do padrão, parece que as porções andam diminuindo, não posso provar, é só especulação... E, sempre me divirto com o atendimento ruim. Teve um dia que estava fazendo o pedido e o garçom saiu antes de eu terminar e brinquei dizendo para a gerente que eu precisava do zap zap dele para mandar mensagens e finalizar!!!
Eu gosto muito de ir em supermercados que eu não espero muito nos caixas, sou extremamente impaciente, não vou mentir!!! Fui num aqui perto de casa na semana passada, que tinha até engarrafamento de carrinhos, uma coisa!! Até brinquei dizendo que estava quase uma prévia do Galo da Madrugada!!
Claro que perguntei para a caixa se era uma promoção especial e ela disse que não, a noite era sempre assim e que calma era de manhã. Dado o recado, só retorno lá nesse horário mais calmo, ou vou para o outro que nunca tive problemas, mesmo mais longe de minha casa.
Fui num mercadinho essa semana que não tinha quase nada do que eu queria mas, tinha um biscoito que adoro e eu não tinha os 20 centavos que fazia parte do preço e nem a moça tinha troco. Aí ela recebeu a parte inteira e disse: traga mais tarde os 20 centavos.
Não pude voltar no dia mas, ontem, antes de trabalhar, passei e deixei a enorme quantia pensando: só pela sua mesquinhez, perdeu uma cliente!!! Achei super desnecessário essa cobrança mas, se ela julga que é necessário, eu só posso acatar e fazer a minha parte.
E num outro estabelecimento, o bom atendimento foi determinante para eu volte lá muitas vezes. No famoso sushi daqui de perto de casa, o dono é sempre de uma atenção incrível, digna de reconhecimento!
Outro dia, minha amiga foi lá comprar sushi para levar para casa e conversando, falou que tinha batido um monte de farmácias e não tinha encontrado o repelente da filhinha dela e ele, prontamente trouxe um extra que ele tinha comprado para a filha dela e deu para ela de presente!
Acho que muitos comerciantes precisam fazer um treinamento antes de abrir um negócio, tem determinadas situações que podem ser poupadas por parte dos clientes!! Caso contrário, os clientes vão procurar outro local...
Vivi muitas situações de grosseria aqui na minha cidade, em outras cidades e no Rio de Janeiro, nas últimas vezes que estive lá e até um Nova York, onde a caixa de uma famosa farmácia lá quase gritava cada vez que ficava livre: NEXT!!! Isso eu nunca esquecerei, tenho certeza!!

Flávia Guerra (10/03/16)