sexta-feira, 16 de maio de 2014

Bom dia leitores de meu blog!!!

A semana foi bem pesada mas, ainda assim, encontrei uma inspiração para escrever... Na verdade, é o desabafo sobre uma angústia que sempre tive sobre as minhas pernas, que felizmente estou me curando do trauma!!! A maturidade traz coisas boas, até do ponto de vista físico, que pode ser até inesperado, não é?? Como uso o nome de Sabrina Sato n texto, acho que o elemento ilustrativo tinha que ser o dela, que tem um par de pernas invejável, não posso negar!!!



Enfim, aconteceu o que eu tanto desejei...

Sempre estive dentro de um padrão de magreza, o que na infância e adolescência era bem difícil de administrar, pois os apelidos iam de Olívia Palito até o indefectível “vara de bater pecado” que minha vó tanto usava quando se referia a minha altura excessiva para o meu peso. 
Confesso que tenho problemas com relação ao excesso de peso, nunca gostei de me imaginar “gordinha” e também não me sinto atraída por pessoas com mais (digo, muito mais) tecido adiposo que eu!!!
Quando fazia avaliação física há muitos anos atrás, o resultado sempre apontava para musculação e como eu não curto muito “puxar ferro”, corria para outras atividades como hidroginástica ou aeróbica.
Mas, como há uma grande flexibilidade de horário na prática da musculação, ando preferindo essa modalidade nos dias que tenho pouco tempo para malhar, apesar de resistência na modalidade um tanto quanto “sacal”.
Ganhar massa muscular para mim é um grande desafio e nunca quis usar suplementos para tentar acelerar esse processo, não sou atleta e, com minhas convicções de nutricionista, me vejo na obrigação de seguir o que acho mais saudável na manutenção de meu corpo.
Sei que nunca serei uma “gostosona”, corpão tipo Sabrina Sato mas, nos últimos meses me dei conta de uma coisa boa que nunca tinha percebido: minhas coxas enfim encostam uma na outra!!!
O “buraco” que ficava entre as minhas coxas não me deixavam muito confortável e desejei muito que isso acabasse e, depois de alguns anos de malhação, não é que elas se juntaram???
Agora ando me olhando no espelho para confirmar esse novo feito e ando me achando a “coxuda” do momento, apesar de saber que ainda sou meio magricela e muitos nem perceberam isso...
No momento, só quero curtir essa meta atingida, bem como ter chegado aos 60 kg (outro sonho de consumo de adolescência) um pouco depois dos 4.0 e não está me sentindo uma “baranga”!!!
Tudo isso me faz avaliar que ainda posso melhorar com um pouco de disciplina e dizer que vale a pena o sacrifício de todos os dias acordar antes das 6 da matina para ir de bike para minha “puxação de ferro”...


Flávia Guerra (15/05/14)

sábado, 10 de maio de 2014

Prezados leitores!!!

Estive bem ocupada com atividades laborais e só agora tive tempo de exercitar minha escrita casual... Na verdade, esse tema não estava em pauta mas, gostei tanto da história ouvida, que não resisti em fazê-la virar texto!!! Bom fim de semana para todos!!!





Fiquei imaginando se fosse comigo...

Ouvi o relato de uma professora que trabalha comigo e fiquei com vontade de escrever sobre um fato interessante que me fez repensar algumas coisas, como praticidade e tomada de decisões rápidas...
Eu sempre avaliei mil coisas para comprar minhas roupas, considero com que acessórios elas vão combinar, se precisa usar sandálias ou dá para usar com sapatos fechados, enfim, coisas de quem tem limitação com a suadeira nos pés e não pode usar o que quer e, sim o que dá!!
Então, vamos ao fato que me levou à escrita... A minha colega sempre usa calça comprida ou vestidos longos, nunca tinha visto-a com vestido curto no ambiente de trabalho.
Num dias desses, ela estava com um vestido curto de malha, que não era muito p jeito dela e eu e outra colega comentamos sobre o assunto. Nesse momento ela foi explicar o que aconteceu.
Ela havia saído de casa com uma calça preta  e um blusa de malha que não era muito comprida e no meio do caminho, a calça se rasgou e ela não percebeu e caminhou um longo percurso com várias pessoas olhando-a de forma esquisita, que ela não entendia por quê...
Ela achou estranho mas, não percebeu o que tinha acontecido. Foi preciso um senhor desconhecido que viu o fato e chamou-a para avisar que ela estava literalmente “de fundo de fora” e ainda teve a dignidade de aconselha a mesma a colocar a blusa por fora para minimizar o constrangimento que viu que ela tinha passado.
Aí ela foi ao Hiper para comprar uma calça nova para substituir a rasgada. Lá chegando, ela constatou que o preço das caças estava muito alto e, ela resolveu comprar um vestidinho de malha curtindo só de forma emergencial.
Eu fiquei na mesma hora pensando se isso acontecesse comigo, a rezenha que não seria. Acho que ia pensar se o vestido combinava com o sapato que eu estava, se eu estava de pernas depiladas, se ia combinar com meio mundo de coisa, enfim, acho que ia optar por uma calça mesmo, apesar de não achar barato ou outra coisa que não o vestinho...
Sei que muitas vezes, precisamos tomar decisões rápidas, sermos racionais e acredito que eu ainda deixo muito a desejar nesse aspecto, preciso fazer treinamento com essa colega para ver se melhoro nesse ponto!!!

Flávia Guerra (10/05/14)

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Olá queridos leitores!!!

Eu andei meio sumida pois, estava aproveitando o feriadão para conhecer Belo Horizonte. O passeio foi fantástico e voltei com gostinho de quero mais, com toda certeza... Escrevo o primeiro texto relacionado ao passeio mas, outros vão surgir em breve!!

Bom restinho de semana para todos!!!

 

Descobri que tenho um pouco de sensibilidade artística!!!

Eu sempre curti arte, em especial música, e faço de tudo para ser cercada dela na minha vida cotidiana e confesso que estou extremamente incomodada pelo fato de ainda não ter ido conhecer o Paço do Frevo e o Espaço Sertão, ambos no Recife Antigo.
Gosto de estar antenada nos espaços culturais de minha cidade, curto ir em cinemas alternativos, gosto de visitar museus, mesmo que eu já os conheça para ver as novas exposições, de fazer viagens que unam coisas com vários propósitos, sendo o deles, o de voltar mais abastecida de conhecimento.
Ainda faço passeios sem nenhum cunho cultural, como ir passar um dia na beira de uma piscina com a minha família ou praia com amigos, curto  momentos de consumismo (ver uma feira para mulheres é sempre desesperador!!!) e, sempre que dá, procuro fazer passeios com um pouco de arte, conhecer lugares que tragam reflexão e beleza.
Eu não sou nem de longe conhecedora de muita coisa na área mas, fiquei bem satisfeita com o resultado de minha última viagem, densamente carregada de cultura e descobri que tenho um pouco de alma de artista, se é assim que posso chamar esse sentimento.
Vi umas exposições na Argentina que me deixaram bem impressionadas, alguns museus belos, que valiam a pena mesmo sem arte dentro... Em Sampa, curti muito o Museu da Língua Estrangeira e no Rio também vi coisas bem bacanas e interessantes.
Mas, agora, na ida à Belo Horizonte, conclui que apesar de não conhecer de artes, consigo ter sensibilidade para apreciar uma obra de arte. Curti os muito museus que visitei e em alguns, demoraria muito mais tempo dado a quantidade de informações que lá havia.
No nosso último passeio, fomos num museu com vários quadros e olhando um desses sem procurar o nome do artista, eu reconheci quem era o artista e aí me senti muito feliz. Assim que isso aconteceu, percebi que não sei pintar, bordar, fazer escultura mas, no fundo concluí que tem tenho uma sensibilidade artística e sei reconhecer a beleza das artes...


Flávia Guerra (23/04/14)   

sábado, 12 de abril de 2014

Prezados leitores!!!

Bom dia para todos, antes de mais nada, claro!!! Eu ando animada com a possibilidade de conhecer novos amigos e isso, me deixou inspirada e escrevi um novo texto sobre o assunto... Espero que todos estejam sempre nesse processo de se permitir conhecer novas pessoas pois, é muito bom conhecer novas histórias e dividir sua vida com pessoas do bem!! Não sei vocês mas, eu adoro!!!



Adoro conhecer pessoas novas e manter as "velhas" na minha vida...

Conhecer gente nova é uma das coisas que mais gosto de fazer, pessoas são sempre cheias de histórias que fazem a gente rever nossa vida, nossos conceitos, nossa forma de ver muitas coisas...

Não invejo a vida de ninguém, agradeço a minha todos os dias e acredito que só a gente sabe o que fez para ter o temos, de forma coerente e de consciência tranquila, na velocidade certa, enfim, indo no ritmo que impusemos para as nossas vidas...

Tudo que temos, tudo que vivemos, que pessoas que estão no nosso entorno, as quem merece estar bem longe, as quem poderia estar e não estão, enfim, é o que faz o movimento da vida e ela ser mais ou menos atrativa.

Sou uma pessoa que quase não nega convites para diferentes eventos mas, ando bem mais seletiva pois, já fui em muitas furadas e não tenho mais idade para isso. Eventos novos, com a possibilidade de conhecer novos amigos são os que mais tem me atraído, confesso...

Há quinze dias atrás fui a mais um casamento na minha vasta lista nesse tipo de evento e tive o prazer de dividir a mesa com o pastor que ia celebrar a cerimônia. Ele contou inúmeras cerimônias que ele que realizou e como eu me diverti com as histórias dele.

No ano passado reencontrei uma amiga de turma de faculdade e ela me apresentou uma amiga, que apresentou outra a amiga e assim ando a cada dia aumentando minha rede de contatos e isso tem me feito um bem danado.

Adoro conhecer gente entusiasmada pela vida, que curte as coisas simples, que gosta de se encontrar para fazer diferentes tipos de programas, que é inclusiva nos programas que faz, que convida para ir na casa dela e vem na sua casa quando você convida, sem complicações...

Adoro conhecer pessoas que sabem contar histórias engraçadas, que sempre vejam coisas boas, mesmo em situações adversas, que me faça pensar na vida de forma mais leve e que me faça querer tê-la por perto, ou distante mas, que sempre que dá, telefona ou responde as mensagens do face ou do celular ou um e-mail, que sabe se fazer uma presença constante...

Flávia Guerra (12/04/14)

sábado, 29 de março de 2014

Boa tarde, prezados leitores!!!

Eu adoro datas para comemorar e hoje comemoro 2 anos de minha casa nova!!! Sei que é simbólico mas, eu curto ter tido uma data para dá início a uma nova etapa na minha vida. Claro que isso virou uma nova reflexão e texto novo. A minha residência virou meu castelo, com  toda certeza nela, eu sou muito forte e muito feliz!!!




Como saber que uma pessoa mora sozinha? Eu tenho alguns sinais...
Apesar de ainda ir muito na casa de minha mãe, almoçar lá todos os dias da semana, eu sabia que um dia ia bater a vontade de ter minha casa e assim o fiz há dois anos atrás, para a alegria de alguns e surpresa para outros...
Sei que não é uma opção muito fácil, aumenta a quantidade de preocupações, de tarefas domésticas, de contas a pagar mas, era necessário e, acho até que passei da hora mas, saí na hora que tive total condições de me manter dentro do padrão que escolhi para minha vida.
Não é tão fácil e nem é um padrão, sei disso, mas, já identifiquei ao longo desses 2 anos alguns sinais clássicos de gente que mora sozinha, a minha casa tem características desse tipo de moradia e cá estou eu para dividir minhas divagações sobre esse tema.
Sempre os pratos gastos só são os primeiros, alguns utensílios nunca foram usados pois, ainda não se sabe bem a real utilidade, muita coisa ainda tem cara de bem novo, de que nunca foi realmente usado...
Os utensílios de inox refletem bem essa situação pois as primeiras taças ficam opacas e as do fim da pilha, reluzentes, esse sinal é batata!!! Já estou adotando a prática de colocar as velhas em baixo e as novas em cima para todas terem aspecto de usadas...
Como as portas de banheiros e quartos quase nunca são fechadas, quando você fecha, sempre tem uma poeirinha para denunciar que elas não andam sendo fechadas, esse é o sinal mais comum na minha casa...
As coisas ficam no mesmo lugar por semanas a fio pois, não tem ninguém para reclamar, isso é também bem legal, nunca consegui deixar meus livros tanto tempo expostos assim em cima da mesa, sem meus pais reclamar enquanto morava na casa deles...
O que é mais importante é manter meu senso de organização, que melhorou bastante depois que vim morar só, isso é meu orgulho!!! Nunca saio de casa deixando-a com aspecto de bagunçada, esse zelo é algo que ando primando bastante dia-a-dia, de forma racional, apesar de algumas vezes me achar "noiada", eu sei disso!!
Encontrar alguns produtos alimentícios com o prazo de validade vencida, comprar coisas que não me servem de nada até hoje, comprar taças e passar meses sem inaugurá-las, ter bebidas alcoólicas por um tempão na geladeira e nunca encontrar coragem para tomá-las sozinha, é coisa muito comum...
Em relação às comidas, outras particularidades valem ser lembradas... Eu sempre tenho uma lasanha congelada ou macarrão a bolonhesa ou uma massa como opção de almoço e um pote de sorvete (só mudo os sabores de tempos em tempos) como uma sobremesa ou lanchinho básico!!
Biscoitos e bolachas quase sempre ficam com gosto de velho ou ficam mole mesmo, quase sempre levo para a casa de minha mãe antes de terminar para a sobrinhada dá uma baixa e o pacote de sal é o mesmo desde que vim para cá, uso-o muito pouco (acho que venceu e nem conferi!!!).
Além disso tudo, uma coisa que para mim é fato: morar sozinha aumenta o gosto pela leitura!!! Isso aconteceu de forma significativa comigo e minha explicação é que como a leitura é uma atividade solitária e, ler nos deixa concentrada num mundo paralelo, não necessitamos ter pessoas por perto...
O que eu já comprei de livros não técnicos nesses últimos dois anos não é brincadeira!!! Estou com um monte na lista de espera mas, as atividades laborais andam me consumindo e eles continuam intactos mas, em breve devorá-los-ei com muito prazer.
Ainda deverão surgir outros sinais que demonstrem que minha moradia é solitária porém, por hora, essas são as comuns e que eu já identifiquei e espero saber administrar cada dia melhor isso na minha vida.
 Flávia Guerra (29/03/14)

quarta-feira, 26 de março de 2014


Bom dia leitores!!!

Já estou novamente com um novo tema em pauta: produtos de beleza!!! A discussão é ampla e cabe mudanças de opinião ao longo da vida... Ainda não entrei na nóia de me submeter à tratamentos estéticos, continuo firme e forte no meu envelhecimento natural...


 

Meus conhecimentos em estética ainda são meio devagar...


Eu nunca fui muito vaidosa e até hoje apanho para fazer uma maquiagem mais caprichada, sempre me prometo fazer um curso de auto-maquiagem e nunca saiu do plano, quem sabe esse ano...

Já fiz algumas sessões de massoterapia, não com fins estéticos mas, por que me deixavam num estágio de relaxamento muito bom, pena que não é barato, senão faria toda semana.

Faço academia por uma questão de necessidade, quando fico sedentária sinto falta desse movimento. Ando gostando muito das aulas, apesar de não fazer com muita frequência pois, tenho a sensação que vou “sumir” fazendo muitos exercícios aeróbicos!!!

Sempre que falo com algumas colegas que cultuam a vaidade, tenho a certeza que minha ignorância está bem alta nesse tema. Não tenho a menor ideia da diferença entre os ácidos que podem ser usados no preenchimento, qual a duração de uma aplicação de botox e, por aí vai...

Tenho consciência que já preciso me submeter à prática de preenchimento, minha ruga de expressão na testa está cada dia maior mas, confesso que é uma coisa que não me incomoda muito, daí a resistência em fazer.

Não tenho medo de envelhecer, só quero ter uma velhice saudável, sem maiores sofrimentos. Acredito que minha vaidade só foi mais forte no que diz respeito aos cabelos, nesse eu investi uma mudança segura!!!

A possibilidade de ficar diferente a cada 3, 4 meses é uma coisa que me conquistou, não vou negar!!! Procurar cremes que deixam meu cabelo com um aspecto bonito é uma coisa que ando fazendo com certa frequência.

O investimento alto em cosméticos é alto que não incluí nas minhas despesas, sou uma mulher básica, que gasta num bom hidratante, um shampoo cheiroso e um protetor solar que não me dê alergia, além de alguns itens de maquiagem (que não uso metade!!!).

Compro alguns cosméticos e nem sei bem para o que servem, aí vou pelo nome ou indicação. Hoje mesmo comprei um kit e fiquei na dúvida de qual era melhor: o que tinha loção adstringente ou a loção tônica? Na verdade, nem sei direito para que serve um ou o outro, não terei muita ideia se esse é melhor, comprei na onda mesmo, espero ter feito a melhor escolha...

Flávia Guerra (26/03/14) 

sexta-feira, 21 de março de 2014

Bom dia galera!!!

O tema de hoje é referência à idiotice do momento: O Lepo Lepo!!! Infelizmente esse tipo de música invade nossas casas com um letra tao chula que nem nos damos conta... Coitados de nossos descendentes, nesse ritmo, a coisa vai ficar insustentável!!! Um excelente fim de semana para todos!!!



A mensagem é a mesma, só muda o ritmo, que coisa horrível!!!

Eu realmente gosto muito de músicas que tragam letras interessantes, reflexivas mas, reconheço que vira e mexe, escuto algumas só pelo ritmo, principalmente se for numa festa ou coisa desse tipo...
Há um ano atrás (ou algo próximo disso, não lembro bem), o hit de sucesso era o de uma dupla sertanejo que falava: “Não tenho carro, não tenho grana, o meu cartão tá bloqueado, ..., mas sei fazer o lê-lê-lê”!!!
Nesse carnaval o hit foi o Lepo lepo, que eu nunca nem entendi o que falava mas, pesquisei a sua “letra” para conseguir concluir meu raciocínio. Nela diz: “Eu não tenho carro, não tenho teto, e se ficar comigo é porque gosta do meu rá, rá, rá, o Lepo, lepo...”.
Hoje ouvindo no rádio um forró novo da banda Aviões do Forró, percebo em pouco tempo que a mensagem é praticamente a mesma das anteriores citadas, só mudava o ritmo, que é o que eu mas curto para dançar e gosto também de ouvir, por isso prossegui na escuta.
Falava que o casal brigava muito, tinha objetivos de vida diferentes, que não combinavam em quase nada mas, no fim das contas vamos amar que isso é que importa, por aí, não decorei a letra com uma escutada apenas, claro!!!
Engraçado como esses “compositores” querem nos convencer quase a todo custo que toda mulher deve ficar com qualquer homem, independente de classe social, da intelectualidade, da sensibilidade ou qualquer outra coisa, o que importa é ele ser bom de cama!!!
Sinceramente, a pobreza dessas letras deixam as mulheres numa situação extremamente desconfortável, parece que realmente tudo na vida de uma mulher se resume a ter ao lado um homem, pois ele tem “um órgão genial gerador de prazer”, que horror!!!
Apesar de ter muitos forrós vazios, ainda curto muito ouvir Maciel Melo, Petrúcio Amorim e Santana, verdadeiros poetas que são capazes de escrever coisas interessantíssimas como essa: “ Se avexe não, que amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada...”
É claro que não acho ruim estar acompanhada de um homem para fazer o lê-lê-lê, o lepo lepo ou qualquer outra designação que se der ao “xumbrego” mas, esse homem tem que valer a pena além da cama, não é verdade???
 

Flávia Guerra (20/03/14)