sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Bom dia!

Eu continuo apreciando a sétima arte porém, tem alguns filmes que não tenho maturidade para entender, aí escrevo sobre para tentar não me sentir tão ignorante...






E a sétima arte, às vezes, me deixa irritada...

Eu gosto de cinema mas, não me considero uma cinéfila, só uma pessoa que aprecia filmes. Não vou mais que vinte vezes num cinema por ano, esse ano, até tem sido atípico, já fui muitas vezes.
Não tenho netflix, e vejo esporadicamente filmes em DVD em casa, prefiro assistir filmes na telona no entanto, os preços de entrada de cinema em shoppings, principalmente nos fins de semana, não andam nada convidativos!
Confesso que ando fã do cinema do museu, que é uma sala única que funciona tem mais de 2 anos no Museu do Homem do Nordeste, na Av. 17 de agosto e que, muitos recifenses nem tem conhecimento.
O local é bucólico e, o preço muito convidativo! E o melhor, é que a gente não fica naquela muvuca de shopping, só respirando consumismo... Pena que só tem uma sessão de cada filme ao longo do dia, limita as opções.
Nesse fim de semana acompanhei um amigo para assistir o filme Mãe, do diretor de Cisne Negro, que eu nunca tive a curiosidade de ver antes, talvez pelos comentários feitos dele como um diretor polêmico.
Já fui meio desconfiada por achar que era um filme de terror mas, nem sei que gênero ele se encaixa porém, o posso dizer é que não vale a pena gastar seu tempo, nem seu dinheiro nesse filme, não recomendo!
O enredo é confuso, por muitas vezes, enfadonho e sem nenhum propósito, pelo menos para mim, uma simples mortal que não fumou uma maconha estragada antes de ir vê-lo!   
A reação do público quando o filme acabou foi hilária, um burburinho só, parecido com um movimento que faz a galera que assistiu um filme francês eu vi tem pouco mais de 1 mês.
Curto muito as comédias francesas, gosto de alguns filmes brasileiros, as comédias andam bem legais e vejo muitos filmes americanos, apesar de correr de muitos, por não gostar das propostas fantasiosas dos mesmos.
Vou continuar curtindo a sétima arte mas, não posso deixar de comentar como é que alguns autores fazem esses enredos malucos, que nos deixam com uma sensação de tempo e dinheiro perdidos.
Talvez, o pessoal de psicologia ou outras áreas, possa fazer uma leitura que eu não pude fazer e não me sinto pior que ninguém por isso, só acho que um pouco de lógica ou humor, sempre serão os grandes atrativos de filmes.

Flávia Guerra (28/09/17)








quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Bom dia leitores e leitoras de meu blog!

Ter um hobbie é algo que sempre desejei mas, só agora estou levando a sério isso. A pintura é a minha nova paixão e, pretendo não abandoná-la mais nunca... Abaixo, segue a foto de meu próximo quadro, que ainda está em fase de finalização mas, ja estou apaixonada por ele!



E no próximo ano, continuarei nas aulas de pintura, com certeza!

Em abril deste ano, fez 3 anos que pintei meu primeiro quadro e, até hoje, a pintura continua me seduzindo e me servindo de terapia. Só quando pinto é que consigo abstrair um monte de coisas...
Acho perfeito pintar ouvindo uma boa música, é um momento bem único, que tento manter todas as semanas nas minhas aulas. Desde que o curso começo, só faltei uma única aula, que foi a da semana passada.
Comecei pintando sem ter técnica nenhuma, apenas um pouco de habilidade e sensibilidade mas, reconheço que é necessário conhecer um pouco da técnica para evoluir na atividade.
Ainda não me sinto segura para pintar nada sozinha e nem tenho ideia de quando isso pode acontecer na minha vida mas, consigo entender as orientações e melhorar o que faço depois de explanações práticas com o professor, o que é feito aula a aula!
Apesar de me deixar calma e ser uma atividade terapêutica, ainda tenho uns momentos de impaciência e, quero ver logo o quadro pronto, ainda não atingi o patamar que preciso, eu sei! Mas, eu estou tentando com afinco!
Hoje, tive um momento muito interessante na aula e ali eu tive a certeza que quero permanecer aprendendo sobre pinturas no próximo ano, assim que acabar esse curso, já tenho planos para depois...
Ficar uma artista plástica, arrasando nos quadros, isso sei que não vou ficar mas, quero aprender a fazer quadros bonitos e poder presentear meus familiares e amigos com minhas obras, essa é minha meta!
Preciso fazer a compra de muitas telas, de diferentes tamanhos e talvez ainda compre novas tintas pois tem cores que não sei fazer com a mistura de outras e termino me atrapalhando!
A verdade é que, eu adoro o cheirinho das tintas, ver as imagens irem se definindo na tela, melar meus dedos e, usar avental. Essas são satisfações que nunca imaginei que sentiria na vida e, ando curtindo muito senti-las...
Que eu posso presentear muitas pessoas no próximo ano, pois nesse ainda nem consegui trocar os quadros que comprei para meu quarto por quadros meus, que era uma das metas!
   
Flávia Guerra (27/09/17)    

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Bom dia leitores e leitoras de meu blog!

Andei sumida mas, já estou de volta com novas aventuras em forma de texto... O trabalho anda consumindo meu tempo, como é o normal, porém, a escrita não pode ser deixada de lado!



E, conhecer os Lençóis Maranheses, não é uma opção muito fácil...

Dos estados do Nordeste, eu não conhecia apenas Maranhão e Piauí, mas sempre tive curiosidade de ver a grandiosidade dos Lençois Maranheses, que eu até cogitei ir nas férias de 2005 mas, preferi ir para Gramado.
Adoro ir passear em lugares frios, muito mais do que em lugares quentes e, por isso, andei protelando minha ida ao Maranhão, por saber que é um estado bem quente.
Além do calor, nunca queria ir para um destino relativamente próximo e que é caro, principalmente nos períodos de feriado, sempre que fazia as contas para outro lugar, os lençóis ficavam para depois...
Mas, quando a gente conhece alguém que mora num estado nunca visitado, inevitavelmente, nos sentimos meio que motivados a ir lá e, assim aconteceu depois que conhecemos um casal que mora lá, na Ilha do Amor...
Estive nesses últimos dias em São Luís e fui passar o fim de semana em Barreirinhas, município em que fica os lençóis. A ida e volta num mesmo dia ficava impraticável, aí, tive que dormir por lá para fazer dois passeios.
O ruim, é que não é muito perto da capital e, indo e vindo de van, ainda tem aquele tempo perdido no pega pega do povo nos hotéis até chegar no destino, bota, pelo menos, uma hora nisso...
Optei pelo passeio aos lençóis no período da tarde para ir assistir o pôr do sol lá mas, não imaginava que era tão difícil chegar no meu destino... Vamos de pau de arara, num sol brabo e, o percurso, apesar de ser pequeno (são de 18 a 20 km de estrada) é feito em uma hora!
O caminho é todo de areia fofa e cheio de árvores, que terminam de dando umas lapadas no caminho, quando você opta por ir na ponta do banco, o que foi e meu caso, já que eu estava sozinha!
Nosso transporte ensaiou uma atolada mas, graças a Deus chegamos no horário previsto. A subida é bem íngreme e a gente dá um monte de passos e parece que não saiu do lugar, é bem cansativo.
Lá em cima, somos recompensados com uma visão magnífica, os lençóis entrecortados com as lagoas, são uma coisa divina mesmo! Elas não estavam bem cheias mas, deu para tomar banho em duas delas.
A areia fica rodando numa altura pequena o tempo todo e isso faz a gente ficar cheia de areia na boca e no corpo, o passeio todo. E, logo depois do pôr do sol, fizemos nosso retorno, nesse trajeto nada fácil e, para aumentar a emoção, no escuro! Rezei muito para não atolar!
Ainda tivemos um engarrafamento de paus de arara na travessia de uma balsa na ida e na volta, dada a quantidade de carros que fazem o mesmo passeio, é um lugar bastante visitado.
No dia seguinte, acordei meio enfadada com esforço feito na subida das dunas e, concluo que esse é um destino que não é muito democrático. Não recomendo para pessoas com dificuldade de locomoção, idosos e para pessoas que gostam de conforto, elas não vão curtir!

Flávia Guerra (21/09/17)

sábado, 9 de setembro de 2017

Bom dia!

Passei uma semana sem muita inspiração para escrever mas, acabo a semana com texto novo... A alegria da aula de zumba é muito contagiante, eu amo fazer!




E andei perdendo a vontade de rebolar tanto...

As aulas de dança da academia mudaram um pouco ao longo dos meses e minha vontade de ir para elas, foi diminuindo também. Era só um dia na semana e agora tem quase todo  dia, tamanha foi a procura...
No início, tinham apenas poucas alunas mas agora, as aulas andam tão cheias que está difícil de encontrar um lugar legal na sala, virou uma moda gigante e, a mulherada anda muito assídua...
No início era bem legal mas, aí começou a ir um monte de “menininhas”, que rebolam exageradamente e se exibem tanto que está quase virando uma competição, não estou curtindo essa nova realidade das aulas!
As alunas passaram a idolatrar o professor, e isso não é legal, e eu ando indo tão pouco, que essa semana, quando cheguei lá, ele comentou: anda sumida! E ando mesmo, na semana passada não fui nenhum dia para a aula dele.
Ainda adoro a aula da professora que só dá aula nas sextas a noite mas, na semana passada, ela chegou super atrasada e só deu uns 20 minutos de mat pilates e levou um convidado para a aula de dança. Pense numa frustração que foi, esperar para dançar com ela e não poder!
Como eu não conheço as músicas que tocam nas aulas, só algumas, depois que comecei a fazer essas aulas, e a maioria tem um cunho muito apelativo, eu ando sem muita vontade de ir tanto, ando preferindo fazer musculação...
Em quase todas as músicas há um excesso de rebolado, os professores vivem me mandando sensualizar e ando querendo saber para que tanta sensualidade na minha atual conjuntura...
O pior é que as alunas adoram o exagero, ficam na maior alegria e eu é que passo de chata na história mas, deixa eu sem saber rebolar daquele jeito e só fazendo o que posso fazer, que é dançar com um pouco de ritmo...
E hoje, fui na aula da professora que gosto e ela dançou com aquela empolgação e uma super alegria, o que é o ponto alto nas aulas dela e, dessa vez, a minha galera estava completa, foram as três irmãs rebolar na zumba!

Flávia Guerra (08/09/17) 

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Bom dia!

Comecei a semana sendo abençoada no morro... Foi uma visita mágica, num santuário muito conhecido na minha cidade que eu, só tardiamente, conheci!


E não foi aos 45 mas, foi aos 44...

Eu sou católica, fui batizada, fui crismada, participei de encontro de jovens com Cristo (EJC) e até trabalhei num EJC mas, depois de um tempo frequentando igreja, eu fui perdendo o hábito de ir à missa de forma sistemática, vou sempre de forma esporádica.
Vou em igrejas em casamentos, batizados, comunhões, aniversários de casamento, missa em ação de Graças, dia das mães, natal, porém, não tenho hábito de ir semanalmente.
Uma coisa que tenho dificuldade de administrar é assistir missas muito longas, prefiro as mais curtas e com padres que falem bem e de forma clara. Uma das missas que gosto é a de um padre que conclui a celebração em 45 minutos, no máximo 1 hora.
Tenho péssimas experiências com um padre que tinham um português ruim e eu prestava mais atenção no que ele falava de errado do que no conteúdo da homilia, era muito desestimulante...
Já trabalhei, tem um bocado de tempo, num plantão da Vigilância na festa do morro da Conceição mas, fiquei lá na avenida Norte, não cheguei a ver o santuário, só sabia que estava perto.
Minha mãe, minha irmã, meu cunhado e outros familiares não tão próximos à mim já estiveram lá mas, eu nunca me senti muito motivada à ir lá conhecer esse local tão visitado na minha cidade.
Nesses últimos dias, uma amiga que não é da cidade estava falando que queria muito ir lá para assistir uma missa e conhecer o santuário, que é tão famoso e até tentou ir mas, se perdeu e não conseguiu fazer a visita.
E ontem, fui com ela assistir a missa e conhecer esse referencial tão forte para todos os católicos. Chegamos atrasadas na missa mas, deu para sentir a energia que é assistir a missa com o olhar de Nossa Senhora o tempo todo voltado para os fiéis.
No final, o padre ainda vai para a frente da imagem e faz uma oração e uma benção para todo mundo que quiser. Ele benze com água benta o que você quiser: a chave de casa, a chave do caro, a carteira de trabalho, é um ritual bem diferente para mim, que não sou frequentadora de lá.
Acredito que muitas pessoas devam subir lá no santuário por essa benção no final ou por curiosidade mesmo, afinal, é um local muito falado. E eu, sendo moradora de Recife, nunca tinha ido!
Lembrei dos gols saídos no fim de um jogo e me senti meio assim quando estive lá ontem: conheci o santuário aos 44 anos, quase 45! E, pensei: não foi aos 45 do segundo tempo mas, foi bem perto...
          
Flávia Guerra (04/09/17)