terça-feira, 31 de maio de 2016

Bom dia!

Estou super estressada com a proximidade das provas e um pouco de calmaria não me faria nada mal, ia ser muito bem vindo...




E eu ainda não consigo me imaginar fazendo meditação...
Sempre fui um tanto quanto agitada, acelerada e muito falante, acho que desde que me entendo por gente, sou assumidamente serelepe (palavra que acho que tem um significado muito meigo!).
Quando fui substituta na UFRPE, tentei fazer algo que nunca tinha feito antes que é ioga para ver se desacelerava um pouco mas, não deu muito resultado e saí muito mais rápido do que imaginava!
Foi uma tentativa que quando eu contei para um amigo que sabe de meu jeito, lançou a pérola: ou tu endoida o professor ou tu desiste! Não é tua praia fazer coisas relax! Dito e feito, eu desisti!
Meu alvoroço depende muito de meu ritmo na universidade, quando fico com muitas cadeiras ou pego disciplina nova, fico extremamente atacada do juízo, nem eu mesma me aguento!
Ando tentando diminuir minha carga horária, o que só consegui no semestre passado e nesse, um pouco... Faço planos de manter a docência cada vez mais como algo complementar, ando bem saturada de sala de aula.
Quando minha alergia me ataca, sei que estou no meu limite e preciso desacelerar... Sei que era bom fazer algo para ficar mais calma, uma meditação, uma ioga, um reike mas, de verdade, penso em voltar para a dança de salão, fazer aula de jump, só coisas com muita movimentação!
Andei até me identificando com a aula de balé fit, e até pensei em fazer balé para trabalhar meu equilíbrio e minha postura mas, acho que não é minha praia, deixa eu quieta e sem sapatilhas...  
Acreditei piamente que depois dos 40 eu seria uma pessoa mais zen, que não estaria tão acelerada mas, ainda não rolou, continuo ligada na tomada, só com menos disposição para baladas, já fico bem quebrada quando chego de madrugada em casa... 
Não sei como desacelerar sem ter paciência para fazer atividades que relaxam... Será que vou ser, um dia (espero que não muito longe), uma pessoa mais tranquila, que não dá ataque? Espero que sim, para a alegria de meus colegas de trabalho, meus amigos e, principalmente, minha família!
Na verdade, nem eu mesma me vejo uma pessoa tranquila, que não xinga ninguém no trânsito, que não se abala com comentários bobos, que ver coisas super erradas e faz de conta que não está acontecendo mas, quem sabe?
Talvez, quem sabe, quando eu conseguir não me cobrar tanto e a aposentadoria estiver mais perto de minha realidade, eu veja a vida de um outro ângulo, de um novo prisma e fique uma pessoa mais tranquila ou, pelo menos, que não xinga tanto o povo lerdo... 
  
Flávia Guerra (25/05/16)


quinta-feira, 26 de maio de 2016

Bom dia diletos leitores e leitoras de meu blog!

O tratamento que nos é dado, muitas vezes, trazem consequências que nem podemos imaginar... Cabe uma reflexão de como os serviços andam sendo prestados de forma equivocada e as pessoas não estão prestando atenção na propaganda negativa que isso pode gerar! Sinceramente, fica difícil não falar mal em algumas situações dos serviços prestados! Tá quase como esse post abaixo...



E eu continuo me admirando da grosseira humana...

Eu acho que muitas vezes não sou muito delicada, tenho noção de minha grosseria mas, quando vejo alguém mais grossinha que eu, aí começo a repensar no meu comportamento...
Fui na sexta passada fazer as unhas num salão pertinho de meu trabalho, já que a minha manicure não podia me atender e eu não queria voltar para amanhã para essa atividade, quero dá foco em outras tarefas.
E, para completar, meu alicate está meio ceguinho, segunda ela, estava “puxando” e ela me fez dois bifinhos básicos deixaram meus dedos bem doloridos... Foi coisa de gente que não mede o peso da mãozinha!
Ela fazia um pé, e quando terminava ela batia no meu pé, para eu tirar o pé do colo dela, uma coisa de gentil! Quando acabou, sai com uma única certeza de lá: nunca mais ela vai me ver como cliente!
Mas, infelizmente, está longe de acabar esse tipo de situação... No sábado passei por outra, em outro ambiente, realmente faz parte a falta de tato na prestação de serviço, tema que foi tema de outro texto. Acho que é crônico!
Fui num bar que nunca tinha ido mas, que também nunca mais volto! A indicação era de que a música era excelente, o que é verdade mas, ter música boa e ser destratada pelo gerente, não dá mesmo!
Pedimos um prato de arrumadinho com carne de sol, que estava até gostosinho e, depois um outro com carne de charque desfiada com um purê de jerimum, que tinha até fama de ser afrodisíaco!
Até aí tudo bem mas, como a charque veio muito salgada, fizemos a reclamação para a garçonete, que de imediato chamou o gerente. Ele veio na mesa e destilou grosseria.
Disse que aquele prato não estava salgado, que ele já tinha saído para outras dez mesas e nós éramos os únicos que tínhamos reclamado, que carne de charque é salgada mesmo e pronto, ia retirar o prato e gente não pagava e que ele tinha mais o que fazer e saiu dando coice!
E antes, a garçonete ainda tinha alegado que não poderia servir bebida em copo de vidro no lado de fora pois a Vigilância Sanitária proibiu isso! Como assim? Eles não querem fazer o uso de determinadas coisas e ainda usam a vigilância como desculpas! Logo para mim foi feito esse comentário!
Eu continuo achando surreal essas situações, as pessoas não pensam no poder da propaganda negativa de seu comportamento para seu negócio? Realmente é difícil administrar grosseria quando estamos apenas querendo alertar sobre algo ruim. Mas, como quem avisa amigo é e, minha amiga saiu dizendo ao pessoal do bar que nunca mais voltaria lá. Eu também!

Flávia Guerra (24/05/16) 

sábado, 21 de maio de 2016

Bom dia diletos leitores e leitoras de meu blog!


E lá vem eu de novo falando de músicas, uma de minhas maiores paixões! Nunca vou deixar de gostar de algo que fala tanto sobre os momentos de nossa vida. Tenho certeza que todos podem elencar que músicas definem suas vidas, tudo mundo tem uma música que foi escrita "para mim"!
P.S.: Coincidentemente, estou postando o texto e ouvindo Fé em Deus, que é a música que me refiro no texto! Como ela é linda e animadora para momentos de dificuldade...




E conhecer um pouco mais sobre o samba tem sido a minha última
 atividade das segundas

Eu adoro samba, tanto ouvir como dançar, é um de meus ritmos preferidos, desde pequena, curto bastante. Tenho algumas referências dos sambas das antigas e gosto de muitos sambas atuais.
Venho curtindo o programa Samba na Gamboa, da TV Brasil, tem um tempinho e agora, que descobri ele passa nas segundas, pego sempre o finzinho quando chego do trabalho, pena que não vejo tudo!
Adoro ver Diogo Nogueira conversando com seus convidados sobre todo tipo de samba, muitas histórias divertidas e muita música boa, acho um programa leve e gostoso de assistir.
Outro dia, contaram uma história engraçada sobre Zeca Pagodinho, que é uma figura que tem músicas boas e um coração gigante, sempre acompanho como ele continua simples, mesmo tendo conseguido crescer no meio artístico, onde, normalmente, os egos ficam inflados!
Ontem, Teresa Cristina contou muitas histórias interessantes sobre Vinícius de Moraes e até lembrei de um ex-paquerinha que se dizia muito poético, que curtia muito” Vini”, tudo balela, ele de romântico não tem nada!
Essas histórias de homens metidos a conquistador, de amores que nunca dão certo, de gente mentirosa, de coisas do dia a dia, a malandragem, tudo é um bom motivo para um bom samba!
A nívea já promoveu um evento massa tem uns 2 anos aqui no Parque Dona Lindu que foi só com os clássicos de sambas nacionais. Juntaram vários nomes desse ritmo e fizeram um repertório muito legal!
Já fui num ensaio de escola de samba quando estive pela primeira vez no Rio de Janeiro mas, ainda não fui no sambódromo ver um desfile, só ensaiei e não dei muito certo... Apesar de não curtir tanto samba enredo, acho que ainda vou me programar para um dia ver esse espetáculo, já que desfilar é algo que fica mais fora de meus desejos!
Além do ritmo por si, tem as letras, muitas que transmitem mensagens fantásticas, como a Fé em Deus que faz parte do DVD de Diogo Nogueira ao vivo em Cuba, que eu me dei de presente tem um tempo e vejo quase toda semana, uma super reflexão!
Enfim, depois de largar às 22:40 do trabalho no primeiro dia da semana, eu corro para a TV para me deliciar com um pouco de samba do bom, por que afinal de contas, quem não gosta de samba? Eu amo!

Flávia Guerra (16/05/16)

    

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Bom dia!

Que a gente aprenda a ser mais comedido nos "pitacos" e tenha mais cuidado com as coisas que diz! Sou adepta de dividir segredos porém, ando com muito mais parcimônia em fazer isso... Acho que um pouquinho de segredinho não faz mal para ninguém!
 


Acabo de adotar que todo mundo tem que ter um segredo sem
repartir com ninguém na vida...

Sempre tive a boca maior que a cara, sei bem disso e, venho me policiando para melhorar e ficar mais calada, principalmente em relação à assuntos delicados, como vida amorosa...
Todo novo pretendente é sempre assunto para dividir com as amigas e, às vezes, não é uma escolha tão viável, reconheço! Sempre tem alguém para dizer: se eu fosse você, ligava e chamava ele para fazer algo legal ou deixa ele para lá e segue tua história ou algo nesse estilo...
Sei que se conselho fosse bom não se dava, se vendia mas, todo mundo gosta de “pitacar”, digo isso por mim, que também faço, é quase instintivo! Muitas vezes eu tive uma vontade imensa de falar um determinado comentário mas, me segurei para não dizer nada, não podia falar de algo que não diz respeito à minha vida, posso magoar quem está ouvindo o pitaco!
Ando sempre fazendo o exercício das três peneiras (tudo mundo deve saber dessa história, suponho”) e filtrando se um determinado comentário vai interferir de forma positiva, se não, guardo para mim!
Quase sempre acontecem coisas na vida da gente que precisamos escolher a quem contar, pois não são todas as pessoas que podem ouvir e saber que não estamos pedindo opinião e apenas querendo dividir uma angústia!
E, pensando nisso tudo, eu decretei uma coisa: vou fazer algumas coisas que não dividir com ninguém, vai ser um segredo só para mim! É bem difícil não contar algumas coisas, mulher fala pelos cotovelos, é de nossa natureza!
Claro que elenquei algo que não seja muito relevante, mas que acho que vai ser bom não ser dividido, será isento de opiniões! Não quero ser uma pessoa isolada dos amigos, adoro tê-los por perto e dividir minha vida com todos, esses textos refletem bem isso mas, quero fazer algo diferente...
Acreditar que às vezes, fazer algo só baseado nas suas vontades e forma de querer resolver, pode ser mais leve, do que fazer coisas que você nem concorda mas, termina se deixando levar pela opinião alheia...
E aí, vou tentar manter um segredo só que seja mas, acho que vai ser um exercício bom, vai me fazer pensar mais cuidadosa na exposição de minhas ações e pensamentos. Alguém consegue fazer o mesmo? Aceito acompanhantes na minha meta de manter um segredo não dividido!

Flávia Guerra (15/05/16)

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Bom dia meus prezados leitores e leitoras!

Ontem eu comemorei 6 anos de escritas de meus textos mas, não tive tempo de vir aqui para postar o meu relativo à data. Posto hoje, com um dia de atraso, mas com a mesma alegria de sempre o que escrevi sobre o fato! Com certeza tenho muitos sentimentos dentro de mim, que podem não ser percebidos na fala e nos atos mas, escrever expõe isso! Um bom início de fim de semana para todos!



 

E seis anos se passaram na minha nova atividade de ‘cronista’...

Por esses dias me dei conta que hoje estou completando 6 anos ininterruptos de escrita de textos! Parece que foi ontem mas, isso só prova como o tempo anda voando e a gente nem se apercebe... Já já, completo umas 600 páginas escritas.
O bom é saber que fui alimentando esse hábito de fazer das minhas ideias e “noias” virarem textos, fazendo que o mesmo se transformasse num novo hobbie. Esse hábito que, na verdade agora, é quase uma terapia!
Como isso foi bom para mim, criou uma válvula de escape que precisava e não dava conta!! Como gosto da possibilidade de interagir com muitas pessoas, sem sequer vê-las e falar com elas!
Não esperava ter nenhum retorno das pessoas, só queria passar as ideias para um papel para desocupar espaço no meu juízo e, vi aí uma nova forma de me manter conectada com o que penso e sinto com outras pessoas...
Muitos são os temas que ando escrevendo, tudo depende de minha fase e de meu humor... Meus sobrinhos são sempre temas recorrentes, ainda serão muito prestigiados pela tia babona e, é sempre um tema divertido! E esse tema, no meu blog, sempre é muito visto, crianças sempre atraem olhares!
Meus trabalhos e minhas saídas dançantes também se fazem muito presentes nas escritas, apesar de ultimamente ter saído muito pouco para dançar, já fui mais assíduas nos dancings da vida...
As coisas do mundo, o comportamento, os sentimentos, as relações humanas, as notícias do jornal, a internet e, principalmente, o cotidiano, são os motivos que me movem nesse caminho sem volta, que é escrever.
Ainda me sinto muito atraída por leituras de diversos livros, o que faz a cabeça ficar muito ativa. Acredito que a possibilidade de escrever sem medo de ser julgada, é uma coisa faz eu me sentir mais destemida e corajosa, não sei explicar bem...
A verdade é que, depois de escrever aquele primeiro texto falando de meu vestido (que atualmente nem fecha mais em mim!), eu me vi tomada por uma vontade nunca antes despertada e que já foi pensada em ser abortada algumas vezes sem sucesso, não consigo mais!
Digo que é meu vício, apesar de saber que vício sempre é associado às coisas ruins, pois desejo muito fazê-lo, é sempre bem animador sentar na frente do computador e, depois de alguns minutos, ter na frente uma nova ideia pronta para ser lida.
Que venham mais outros anos de inspiração, que a fonte não seque e que eu vá me encontrando mais nessa atividade paralela que, não vou mentir, gostaria que fosse a minha atividade principal. Como sonho em ser uma Martha Medeiros, já que meu gosto é por textos curtos, em formato de crônica, coisa que ela faz com um maestria invejável!

Flávia Guerra (12/05/16)


terça-feira, 10 de maio de 2016

Bom dia, prezados leitores e leitoras!

Minha convivência com crianças ainda é grande e me rende boas risadas! Adoro perguntas embaraçosas e inteligentes vinda delas...




E o convívio com crianças sempre rende sorrisos...

Todo vez que fico com meus sobrinhos ou mesmo com o filho de minhas amigas, eu me divirto com os comentários engraçados que eles fazem, impossível não ter uma pérola que seja...
Minha sobrinha de 5 anos é campeã de perguntas engraçadas. Muito observadora, ela sempre me deixa em situações embaraçosas mas, engraçadas, na sua essência, sempre!
A última dela foi perguntar quem eram os meus pais. Eu respondi: os seus avós! E ela solta a pérola: eita que eles são os mesmos pais de meus pais! Eu expliquei que era claro aquilo, por que ele era meu irmão!
Depois ela pergunta: e eles não são muito velhinhos para cuidar de vocês não? Expliquei que eles não precisam mais tomar conta da gente, que éramos adultos e crianças é que precisam de gente cuidando delas...
E nesse mesmo fim de semana o caçulinha faz alguma tarefa e no fim juntou as mãos e o pai perguntou: o que é isso Biel? E ele respondeu bem abusado: um coração, ué! Parecia tão óbvio, como não percebemos o coração!
Estou tentando acostumar meu sobrinho, de quem sou também madrinha, a ela me chamar de Dinda, acho muito fofo! Ele até tem chamado mas, nem sempre... Esses dias, ele me chamou de Dinda e eu chamei-o de Dinho e ele muito brabo respondeu: eu não sou Dindo, sou Pipo (como o pai dele chama!).
E o filho de uma amiga minha outro dia estava comigo num restaurante e levei-o ao sanitário para lavar as mãozinhas dele e disse: fique aqui me esperando, que vou fazer um pipizinho aqui. Quando vi, ele colocou a cabeça por debaixo da divisória dos sanitários e gritou: estou aqui, tia Flávia!
Essas pérolas e comentários engraçados são muito mais comuns quando eles são menores, depois que crescem, fazem comentários mais elaborados e embaraçosos, reconheço!
Mas, apesar de ficar agitada com muito barulho e choro de criança, eu amo estar convivendo com eles, sempre nos trazem uma leveza nas suas colocações e ações, que nem imaginam...

Flávia Guerra (10/05/16)

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Bom dia meus queridos leitores e leitoras!

Minha inquietude diante da vida, anda me rendendo algumas reflexões, até bem profundas... Ouvir opiniões alheias é importante mas, muitas vezes, é bom só ouvir e não se influenciar, cabe a gente a tomada de decisão de tudo na nossa vida! Afinal, assumir faz parte!

 

E eu ando assumindo tantas coisas...

Engraçado como a gente vai ficando mais velha e vai perdendo o pudor em relação a um monte de coisas, algumas até de forma mais tranquila do que pensei! Bem vinda maturidade!
Eu assumi que não vou mais querer mudar algo em mim que incomode as pessoas só para agradá-las, só mudo, se eu observar que aquilo está me prejudicando, passei do tempo de agradar à todos!
Mudei o tamanho de meu cabelo por influência de uma amiga e mantive ele grande por um bom tempo mas, quando a vontade de voltar a tê-lo curtinho bateu, não teve apelo certo para me deter!
Agora, estou na fase de revolta à química aos meus cabelos e completei 5 meses sem progressiva e 4 meses sem pintar e ando muito feliz com isso, uma sensação de liberdade incrível!
Algumas pessoas tem feito comentários sobre os meus cabelos grisalhos, que andam povoando minha cabeça de forma significativa! E essa semana, fiquei com a pergunta de uma amiga de trabalho quase ao pé do ouvido, ao olhar minha cabeça de um ângulo que evidenciou meus branquinhos na cabeça; E aí, vai assumir?
Isso me fez pensar que vou assumir sim, pelo menos, até enquanto eu achar charmoso (estou me achando fashion), a minha condição de mulher de meia idade com cabelos grisalhos!
Eu assumi algumas posturas que nunca havia feito antes, que acho importante nessa altura da vida, como uma questão de sobrevivência mesmo... A vida vai lapidando nossa mente!
Assumi que não concordo com a relação maluca que as crianças andam tendo com o celular e vou continuar reclamando de meus sobrinhos, não consigo ver isso como uma coisa normal para a infância, meu conceito de brincadeiras de criança é bem diferente...
Assumi que vou me afastar de pessoas que não agregam nada na minha vida, ou que são muito negativas, que sugam minha energia, isso sempre me incomodou e agora mais do que nunca vou prezar pelo meu estado de equilíbrio, acho importante...
Assumi que ando muito intolerante mas que, pelo menos, eu tenho consciência disso, o que é ótimo! Aí, nesses dias de chatice extrema, me aquieto e vou ler para alimentar minhas ideias, sem ter que amolar ninguém com meu mau humor, até que ele volte ao normal ou perto disso...
Flávia Guerra (01/05/16)